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Foz do Iguaçu

10 presos na Operação Pecúlio são liberados Todos estavam em prisão preventiva; Ação da PF investiga fraudes em licitações em Foz do Iguaçu

Todos estavam em prisão preventiva; Ação da PF investiga fraudes em licitações em Foz do Iguaçu


Por: Lauane de Melo

Publicado em:

Durante o último fim de semana, 10 das 14 pessoas presas após a deflagração da Operação Pecúlio, em Foz do Iguaçu, foram liberadas da carceragem da Polícia Federal.

Estes, tiveram apenas a sua prisão preventiva decretada, que é válida por cinco dias. Foram soltos:

– Edson Queiroz Dutra (empresário)
– Vilson Sperfeld (empresário)
– Alexandro Tavares Ferreira (empresário)
– Charles Bortolo (ex-secretário de Saúde)
– Evori Roberto Patzlaff (ex-secretário de Obras)
– Sandro Hideo Saito (empresário)
– Cristiano Fure de França (ex-diretor de Obras)
– Rosinaldo Luziano dos Santos (empresário)
– Fernando da Silva Bijari (empresário)
– Mario Cesar Habby dos Santos (empresário)

As quatro pessoas que tiveram suas prisões preventivas decretadas (por tempo indeterminado), continuam na PF, são elas: 

– Nilton João Beckers (empresário)
– Euclides de Moraes Barros Júnior (empresário)
– Melquizedeque da Silva Correia Ferreira Souza (ex-secretário de Tecnologia da Informação)
– Rodrigo Becker (ex-secretário de Planejamento)

A operação que aconteceu na última terça-feira, 19, tem por objetivo desarticular um grupo voltado para a prática de crimes contra a Administração Pública, especialmente em processos licitatórios municipais envolvendo verbas públicas federais, com a finalidade de obtenção de vantagens indevidas. De acordo com a PF, foram encontrados irregularidades em seis processos licitatórios, ligados às secretarias de Obras e de Saúde, que somaram um prejuízo de mais de R$ 4 milhões aos cofres públicos. 

Na ação foram expedidos 84 mandados judiciais, sendo quatro deles de prisão preventiva, 10 temporárias, 51 de busca e apreensão e 19 de condução coercitiva. 

Os investigados responderão pelos crimes de peculato, corrupção passiva e ativa, prevaricação, crimes à lei de licitações e organização criminosa. Se condenados, os envolvidos podem pegar penas de mais de vinte anos de prisão.

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