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13ª edição do Cultivando Água Boa é aberta em Foz do Iguaçu CAB será usado como metodologia para recuperação da Bacia do Rio Doce, em Minas Gerais

CAB será usado como metodologia para recuperação da Bacia do Rio Doce, em Minas Gerais


Por: Lauane de Melo

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O programa Cultivando Água Boa (CAB), da Itaipu Binacional e parceiros, deve servir como referência para a recuperação da Bacia do Rio Doce, na região de Mariana (MG), afetada pelo rompimento da barragem da Samarco.

O anúncio foi feito na abertura da 13ª edição do encontro do Cultivando Água Boa, nesta quinta-feira, 17, no Rafain Palace, em Foz do Iguaçu, pelo presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu. A medida consta no Diário Oficial de Minas Gerais, de 15 de janeiro deste ano, que prevê recuperação da bacia do Rio Doce e de seus afluentes, ampliação das áreas de vegetação nativa e de áreas degradadas. “Não temos melhor tecnologia social para a recuperação do Rio Doce do que a do CAB”, afirmou Andreu.

Os recursos sairão de um Fundo de Recuperação das Bacias Hidrográficas do Estado de Minas Gerais. O investimento é da ordem de R$ 6,5 milhões.

A medida é um desdobramento de um acordo de cooperação técnica assinado entre o governo de Minas e a Itaipu para implantar o CAB no Estado, firmado em março de 2015.

“Hoje é um dia de celebração. Há quase um ano recebíamos o prêmio da ONU-Água e, graças às parcerias e ao apoio que celebramos aqui na região, temos esta conquista, compartilhada com vocês e sendo levada para outros lugares”, disse Jorge Samek, diretor-geral brasileiro de Itaipu.

Ampliando parcerias – A cerimônia desta quinta-feira foi marcada pela expansão do programa de Itaipu na Bacia do Paraná 3, com a assinatura de novos convênios e da replicação do CAB em outras regiões do país e do mundo. Durante a solenidade, também foi formalizada a intenção do governo da Costa Rica em aplicar o CAB no país da América Central.

O pedido de parceria foi solicitado em carta, assinada pela ministra de Planejamento da Costa Rica, Olga Marta Sanchéz Oviedo.

Durante o evento, foram assinados 11 convênios – dez para recuperação de microbacias e outro para reforma do barracão de Santa Terezinha de Itaipu. As demais cidades beneficiadas são Mercedes, Maripá, Entre Rios do Oeste, Marechal Cândido Rondon, Mundo Novo, Pato Bragado, Ramilândia, Santa Helena, Matelândia e Vera Cruz do Oeste, todas na área de influência da Itaipu, na Bacia do Paraná 3.

O investimento é de R$ 16 milhões e a contrapartida de Itaipu é de 50%, na ordem de R$ 8 milhões.

Celebrando o Prêmio ONU-Água – Com mais de 3.000 participantes, o 13º Encontro do CAB celebra com a comunidade e parceiros a conquista do Prêmio ONU-Água, recebida pelo programa em março do ano passado. O encontro prossegue até sexta-feira, 18, no mesmo local.

A solenidade de abertura contou com a presença do diretor-geral brasileiro de Itaipu, Jorge Samek, e do diretor de Coordenação, Nelton Friedrich, e de diversas autoridades, como a diretora do Programa da Década da Água das Nações Unidas, Josefina Maestu, idealizadora do Prêmio ONU-Água e representante da Direção Geral da Água da Espanha.

Em sua fala, Josefina também defendeu que o CAB continue sendo levado a outras nações. “[O CAB] é um caso de inovação, de fazer coisas de um jeito diferente e único, que pode servir ao Brasil e ao resto do mundo”.

Participaram, ainda, o subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Ministério das Relações Exteriores, José Marcondes de Carvalho; o teólogo e escritor Leonardo Boff; o secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná, Ricardo Soavinski; o coordenador regional do Programa Hidrológico Internacional da Unesco, Miguel Doria; a representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Maristela Baioni; a coordenadora regional da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) da América Latina e Caribe, Jéssica Casaza, entre outros.

A mesa do evento foi composta, ainda, pelos representantes dos indígenas, Daniel Mbraka Miri Lopas; dos quilombolas, Aurora Cornea; e dos pescadores, Gabriela Chichorski, que falou em nome das comunidades.

A cerimônia foi precedida pela apresentação do grupo Maracatu Alvorada, de Foz do Iguaçu, e do uma mística conduzida pelo Kuichy, Edwin Flores Zevallos, especialista em cosmogonia e conhecedor da medicina inca.

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