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A vida que renasce: Saiba quem é o herói que salvou a vida de sete pessoas A história do iguaçuense Edson Eberhardt faz uma reflexão sobre doação de órgãos

A história do iguaçuense Edson Eberhardt faz uma reflexão sobre doação de órgãos


Por: Lauane de Melo

Publicado em:

No último sábado, 08, o Hospital Ministro Costa Cavalcanti em Foz do Iguaçu, em parceria com as Equipes da Central de Transplantes de Cascavel e Curitiba, realizou a primeira captação de órgãos de 2014. 

O paciente, Edson Eberhardt, de 42 anos, trabalhava em uma empresa de sacarias em Foz e estava internado no hospital desde o dia 03 de fevereiro, vítima de um acidente de automóvel. Apesar de lutar muito pela vida, na sexta-feira, 07, Edson não resistiu e foi constatada a sua morte encefálica.

A captação foi feita com autorização da família, que realizou o último pedido do ente querido. “Perdemos o nosso pai há seis anos. Ele faleceu de AVC. Desde então, meu irmão disse que quando chegasse a sua hora gostaria que seus órgãos fossem doados. Ele tomou esta decisão, porque nosso pai não quis doar. Respeitamos a vontade dele”, explica Telesfora Hortolan, irmã da vítima.

Foto: Arquivo Pessoal
Telesfora e Edson, na formatura dela…

Edson era corinthiano roxo e pai de família. Deixou uma filha de apenas quatro aninhos e a esposa, com quem era casado há 14. Apesar da dor da perda, Telesfora se sente confortada com a atitude do irmão. “Ficamos muitos felizes, pois, é um pedacinho dele que ainda está vivo”.

Os médicos conseguiram retirar ao total, nove órgãos para realizar outros transplantes. Entre eles, rins, fígado, córneas, válvula do coração e baço. O nobre gesto do irmão pode salvar sete vidas, que aguardavam já sem esperança na imensa fila de espera de doação de órgãos do Brasil. “No sábado mesmo o fígado dele já foi transplantado em outra pessoa”, diz a irmã.

Para Telesfora, o irmão sempre será um herói. “Jesus morreu para nos dar a vida eterna, por que não fazemos o mesmo? Não há amor maior do que aquele que doa a vida por um irmão. Meu irmão salvou a vida de sete pessoas”, finaliza.

No Brasil, é preciso a autorização da família do doador, por isso é importante esclarecer de que não basta apenas querer ser um doador, e sim comunicar à família o desejo de doar. O Costa Cavalcanti realiza captação de órgãos há mais de dezesseis anos e tornou-se referência no interior do Estado.

 


 

 

 

 

    Lauane de Melo é repórter do Clickfoz e editora
    de imagens da Rede Massa. Para interagir com a 
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