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Abertura do CAB+10 traz emoção, reencontro e cultura a Foz do Iguaçu Para fechar a noite, após palestra do jornalista ambiental André Trigueiro, houve uma apresentação do cantor e compositor Guilherme Arantes

Para fechar a noite, após palestra do jornalista ambiental André Trigueiro, houve uma apresentação do cantor e compositor Guilherme Arantes


Por: Garon Piceli

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Quase duas mil pessoas participaram, na noite desta quinta-feira (23), da abertura oficial da décima edição do Programa Cultivando Água Boa (CAB), da Itaipu Binacional e parceiros. De autoridades internacionais a produtores da Bacia do Paraná 3, área de atuação do programa, no Oeste do Paraná, todos se reuniram no Rafain Palace Hotel, em Foz do Iguaçu, para celebrar os dez anos do programa, considerado referência por especialistas e estudiosos de temas ligados à água e sustentabilidade.

O evento contou com apresentações culturais, palestra, homenagens, assinatura de protocolos de intenção e discursos de diversos convidados. Após a exibição de um vídeo com relatos de participantes, o diretor de Coordenação da Itaipu, Nelton Friedrich, fez uma revisão das principais conquistas do programa desde sua criação, em 2003, primeiro ano da gestão de Jorge Samek como diretor-geral da binacional e ano da ampliação da missão da hidrelétrica.

Fotos: Garon Piceli
“Com o apoio de todos, de agricultores, educadores ambientais, prefeitos, índios e catadores, acabamos criando este programa que deixou de ser algo local e específico para se transformar num movimento sustentável pela humanidade”, disse Nelton.

A grande homenagem da noite foi para o teólogo Leonardo Boff, um dos principais parceiros e fonte permanente de inspiração para o CAB. “Fico honrado e surpreso com essa homenagem. Quem deveria ganhá-la são vocês, que ajudaram a construir esse programa. Porque o CAB é isso, é a união do esforço de todos nós”, disse Boff, que ganhou um quadro do artista plástico Anderson Passos.

Jorge Samek e Nelton Friedrich também receberam os quadros, mas as homenagens a todos que foram importantes ao longo dos dez anos de programa não pararam por aí. Cada município da Bacia do Paraná 3 recebeu um diploma; e os diretores brasileiros e paraguaios da Itaipu também ganharam placas de agradecimentos pelo apoio permanente.

Participaram desta noite de reencontro alguns dos mais importantes personagens da história do CAB: diretores e conselheiros da Itaipu; prefeitos da BP3 e de outras cidades do Oeste Paranaense; o diretor nacional de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Nilo Diniz; o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas, Vicente Gillo; a diretora-geral da Água da Espanha, Liana López; o diretor-presidente do Instituto das Águas do Paraná, Márcio Fernando Nunes; o presidente da Associação dos Municípios do Paraná e prefeito de Toledo, José Carlos Schiavinato; o presidente do Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros, Élcio Zimmermann; e a representante dos Diálogos em Humanidade, Geneviéve Marie Ancel; entre outros.
 

 

Fotos: Garon Piceli
Principal jornalista sobre sustentabilidade, André Trigueiro, da Globo, realizou a palestra magna do CAB 2012


Protocolo de intenção
 – A cerimônia foi marcada por um momento importante: a assinatura do protocolo de intenção entre a Itaipu e a Associação da Comunidade Negra Rural Apepu. O documento estabelece as intenções de ambas as partes em promover a diversificação na produção de alimentos para o consumo familiar na Comunidade Quilombola Apepu, de São Miguel do Iguaçu.

O objetivo é garantir a segurança alimentar e nutricional das famílias, assim como preservar e valorizar a cultura quilombola, nos moldes do que vem sendo feito pelo CAB junto às comunidades indígenas da região. Aurora Correia, da Apepu, e os diretores gerais da Itaipu, firmaram o acordo.

Cultura  – Os quatro elementos e a tecnologia se uniram na apresentação Telúrica, da bailarina e socióloga Silvia W’ya Poti, que abriu a cerimônia. Sob ritmos tribais e também eletrônicos, e diante de imagens projetadas em cinco grandes telões, a dançarina apresentou uma performance com dança, música e poesia para homenagear a natureza.

Os hinos nacionais do Brasil e do Paraguai foram apresentados de forma única pelo cacique e violonista Robson Miguel, maestro de orquestra sinfônica e de jazz, atualmente primeiro colocado no ranking mundial de violinistas organizado pelo Círculo Violinístico Europeu de Madrid. Ao violão, ele executou os hinos nacionais em suas traduções para o idioma guarani.

Para fechar a noite, após palestra do jornalista ambiental André Trigueiro, houve uma apresentação do cantor e compositor Guilherme Arantes, na qual o público se emocionou ao som de sucessos como Planeta Água. 

 

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