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Acesso à informação ainda é um dos desafios na prevenção da hepatite


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O acesso à informação e o conhecimento da doença pela população são alguns dos desafios na prevenção e no tratamento a hepatite C discutidos na noite de quinta-feira (29) durante o ciclo de palestras do Dia Mundial do Combate a Hepatites Virais realizado no Centro de Especialidades Metropolitano, em Curitiba. Somente o tipo B da doença, que ainda não tem vacina, atingiu 660 pessoas em 2009 e, até o primeiro semestre de 2010, foram notificados 195 casos, de acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde.

“Ainda existem muitas pessoas que passam anos sem saber que são portadoras do vírus, pois a infecção costuma não dar sintomas e quando descobrem a doença essa já está em estágio avançado. Por isso, é importante que a população busque informações sobre a doença e, em caso de estarem infectadas que procurem atendimento especializado, pois com o tratamento é possível chegar à cura”, afirma a médica Maria Lucia Pedroso, do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná e da Secretaria de Estado da Saúde.

A doença, que é transmitida por meio do uso de drogas injetáveis licitas ou ilícitas, sexo sem proteção, equipamentos de hemodiálise, uso compartilhado de objetos íntimos como lâminas de barbear, escova de dentes, agulhas de acupuntura, tatuagem, maquiagem definitiva e outros, atinge cerca de 180 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, são cerca de dois milhões de pessoas infectadas. “É importante que as pessoas saibam que existe tratamento para a doença e que, quando iniciado no começo da doença, as chances de cura são muito maiores”, acrescenta a médica.

De acordo com os especialistas, pessoas do sexo feminino, a contaminação antes dos 40 anos e baixa carga viral são alguns dos fatores que podem aumentar as chances de bons resultados no tratamento. Por outro lado, a presença de cirrose, obesidade, diabetes não controlado, são fatores que podem dificultar um bom resultado no tratamento, que hoje é feito com medicamentos e, em último caso, o transplante de fígado.

Hepatite B – Transmitida pelo contato com o sangue, por relação sexual, tatuagens, maquiagens definitivas, entre outras formas a doença terá 54 milhões de vacinas a mais do que o ano passado. De acordo com o anúncio feito pelo Ministério da Saúde na última quarta-feira (28) o aumento no número de vacinas se deve a ampliação da faixa etária de vacinação. Atualmente, são vacinadas pessoas de 0 a 19 anos, mas a partir de 2011 pessoas de 20 a 24 anos também poderão contar com a vacina gratuitamente na rede pública de saúde. Em 2009, ocorreram 1.147 contaminações por hepatite B.

Dando continuidade a essa ampliação, em 2012 as pessoas entre 25 e 29 anos também devem ser incluídas na vacinação.“Agora realizaremos um levantamento da população a ser vacinada e o quantitativo de doses da vacina necessárias para atender este novo grupo etário no Paraná, para então solicitá-las ao Ministério da Saúde”, explica Lúcia Helena Bisetto, enfermeira do Programa de Imunizações da Secretaria de Estado da Saúde. De acordo com Lúcia, será realizado também um Plano Estadual de Vacinação com estratégias a serem utilizadas para se atingir as metas de vacinação definidas pelo Ministério.

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