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Alerta: cresce o número de turistas atacados por quatis no PNI Maior parte dos visitantes que precisaram de atendimento médico no ano passado são brasileiros

Maior parte dos visitantes que precisaram de atendimento médico no ano passado são brasileiros


Por: Lauane de Melo

Publicado em:

O Parque Nacional do Iguaçu (PNI) bateu o recorde histórico de visitação no ano passado. Foram 1.642.093 turistas que visitaram as Cataratas, um dos maiores conjuntos de queda d’água do mundo. Mas o encantamento com a beleza e preservação do local pode dar lugar a uma lembrança desagradável do passeio. Em meio às trilhas que cortam a mata atlântica, os turistas se deparam com moradores nativos: os quatis. De aparência dócil, mas audaciosos e atrevidos, esses mamíferos não hesitam em atacar os visitantes em busca de alimentos.

No ano passado, foram notificados 272 acidentes envolvendo quatis no PNI. Os dados são da Divisão de Epidemiologia da Secretaria Municipal da Saúde (SMSA). As vítimas são encaminhadas ao ambulatório instalado dentro do parque para avaliação e assepsia do ferimento, e depois orientadas a procurar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h, onde recebem soro e vacina antirrábica. “No ano passado, 30% dos turistas atacados não procuraram o serviço de saúde, um risco já que esses animais podem transmitir a raiva”, disse a enfermeira Adriana Izuka.

O levantamento da SMSA mostra que 189 turistas buscaram atendimento médico na UPA no ano passado. Foram 52 visitantes estrangeiros e 137 brasileiros que foram arranhados ou mordidos por quatis. O índice é 24% maior que em 2014, quando foram registrados 152 atendimentos, e 80% maior que o número registrado em 2013, quando 105 pessoas foram atacadas por quatis e procuraram a unidade de saúde. “Os visitantes devem evitar contato com os quatis e manipular alimentos perto deles, protegendo-se da raiva que é uma doença letal”, reforçou Adriana.

A estudante de veterinária Victória Antunes visitou o PNI em junho do ano passado. No site que ela mantém na internet, descreveu a experiência de ser atacada por um quati, justamente por causa de comida. “Durante a trilha, comprei três picolés e estava com eles na mão quando um bando de quatis me abordou. Em questão de segundos um deles conseguiu pular na minha perna, me ferindo ao cravar suas unhas, deixando arranhões. O grande problema disso é a raiva, uma doença causada pelo vírus da raiva, que pode ser transmitida por mordedura e pela arranhadura de animais que a possuam”, declarou.

Para alertar os visitantes, a direção do PNI fixou placas de orientação nos principais pontos de acesso às Cataratas. Mesmo assim, muitos turistas atraem os quatis no intuito de tirar fotos, e acabam sendo atacados pelos animais silvestres.

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