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Foz do Iguaçu

Alunos de Foz plantam mais de 3 mil mudas no Córrego Brasília Plantio foi feito nesta terça-feira, 13, por estudantes da rede pública da Vila C

Plantio foi feito nesta terça-feira, 13, por estudantes da rede pública da Vila C


Por: Assessoria

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O plantio de mudas de ipê, em um ato com mais de 100 estudantes da rede pública, nesta terça-feira, 13, marcou uma nova etapa da grande ação de reflorestamento no entorno das nascentes do Córrego Brasília, na Vila C, em Foz do Iguaçu. A médio prazo, a área de proteção ambiental, de 240 mil m², receberá cerca de 3 mil mudas de árvores nativas.

Nesta fase, foram plantadas mais de 100 mudas de ipê branco, rosa e roxo. Já são 350 novas árvores que devem florescer no lugar, antes desmatado, se somados os plantios desta terça-feira a outros dois, feitos em 30 de maio e 14 de junho. A próxima ação está prevista para novembro.

Desta vez, o cultivo foi feito pelos alunos dos Colégios Estaduais Flavio Warken e Paulo Freire e das Escolas Municipais Padre Luigi Salvucci e Arnaldo Isidoro de Lima. “Há um simbolismo muito grande nesta ação, que envolve as forças comunitárias em uma área urbana de convivência. Trata-se de um ato de solidariedade com a natureza”, afirmou o diretor de Coordenação de Itaipu, Nelton Friedrich.

A iniciativa é parte da recuperação da microbacia hidrográfica, promovida pela Itaipu Binacional por meio do Programa Cultivando Água Boa. São parceiros a própria comunidade da Vila C, a Prefeitura de Foz de Iguaçu e a concessionária Ecocataratas, responsável pela doação das mudas.

O secretário de Meio Ambiente de Foz do Iguaçu, Angelo Razotti, e o coordenador regional de obras da Concessionária Ecocataratas, Rudinei Jank, participaram do ato. Vários representantes da comunidade da Vila C estiveram presentes, como conselhos comunitários, igrejas e outras organizações.

Jamile Nayara Gonçalves, 12 anos, e Eduardo Matheus Oliveira, 11 anos, ambos estudantes da Padre Luigi, conheceram a área protegida nesta terça-feira e se comprometeram a cuidar dela. “Não tinha ideia da existência deste córrego, mas acho importante a gente se preocupar com ele”, disse Eduardo. “É um trabalho diferente, que estamos fazemos pela natureza”, concluiu Jamile.

 


Participação ativa na proteção ambiental

A área passa por revitalização há mais de dois anos. O primeiro passo foi o Pacto das Águas com a população local, em junho de 2014. Desde então, várias medidas foram adotadas para proteger o córrego e suas nascentes.

Noventa famílias que viviam no local foram realocadas, por meio do programa Foz Habita. Outras 20 ainda passarão pelo mesmo processo. Também foram realizadas Oficinas do Futuro e reuniões com a comunidade, ações de educação ambiental, mutirões de limpeza e caminhadas de conscientização.

Itaipu investiu, ainda, R$ 415,5 mil na remoção do entulho, na construção de alambrado e no calçamento com piso intertravado (paver) na Rua Aracaju (que dá acesso ao local).

 

Projeto altera perspectiva de futuro

As medidas que garantirão a “saúde” da microbacia já afetam hoje a vida dos moradores da Vila C. Gabriele Paiva da Rosa, 16 anos, aluna do 3º ano do ensino médio, tomou gosto pelas ciências biológicas graças ao projeto de análise da qualidade da água do Córrego Brasília, desenvolvido pela professora Regiane Castione, do Colégio Estadual Flávio Warken. Há anos ela testa a concentração de coliformes fecais, entre outros, no curso d’água, sempre em parceria com os jovens.

 


O contato com o Laboratório Ambiental despertou em Gabriele a vontade de prestar vestibular “para algum curso neste campo”, afirmou. Ela ainda não decidiu qual, mas esta é uma de suas opções no vestibular, garante. “Antes deste projeto, eu nem sabia o nome do córrego”, disse Juliane Nascimento dos Santos, 17 anos, colega de turma e de projeto de Gabriele, que nutre agora a mesma admiração pela ciência.

“Conheci este lugar há muitos anos, antes da ocupação. Fico muito feliz ao saber que ele está voltando a ser o que era”, afirmou Paulina Simões, diretora do Escola Municipal Padre Luigi Salvucci.

Moradora da Rua Aracajú, na frente do acesso à área da proteção ambiental, a coordenadora pedagógica Irani Pereira da Silva vê em seu cotidiano os reflexos da mudança. “Antes havia um monte de entulho. Hoje está mais arborizado. Estou ansiosa para que cresçam as novas árvores”.

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