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Esportes em Foz do Iguaçu

Atletas de Foz e Maringá vencem Paranaense de Ciclismo Provas aconteceram na Itaipu neste domingo, 16

Provas aconteceram na Itaipu neste domingo, 16


Por: Assessoria

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Quase 200 competidores, em 19 categorias, acordaram cedo neste primeiro domingo de horário de verão brasileiro para disputar a 2ª etapa do Campeonato Paranaense de Ciclismo de Estrada 2016, nas vias internas da Itaipu Binacional. O campeão da elite masculino foi o iguaçuense Thiago Rodrigues da Silva, que completou as seis voltas no tempo de 53’16”102. Na elite feminina, a prova foi vencida por Ana Paula Casseta, de Maringá, que fez as quatro voltas em 46’21”798.

A prova é a primeira do ciclismo de estrada realizada no interior da usina, que já está acostumada a receber competições de várias modalidades. “Itaipu está se tornado palco de eventos esportivos”, define o superintendente de Comunicação Social de Itaipu, Gilmar Piolla. Como exemplo, ele citou o Ironman 70.3, a Maratona Internacional de Foz do Iguaçu, além de provas como canoagem, rafting e o stand up padel, no Parque da Piracema, e a corrida noturna do PTI.

Para o coordenador técnico do evento, Thiago Souza Salviano, da Secretaria Municipal de Esportes, a realização da prova nas vias internas de Itaipu ofereceu mais segurança aos participantes e melhor logística ao evento. “Quando divulgamos que a prova seria dentro da usinas, as pessoas se empolgaram. O evento ganhou um brilho maior por ser aqui”, conta.

A competição foi promovida pela Federação Paranaense de Ciclismo e pela Secretaria Municipal de Esportes de Foz do Iguaçu. A primeira etapa do Campeonato foi em Londrina e a terceira e última será em Morretes. Itaipu patrocinou a etapa de Foz.

Encontro de gerações

Ao longo da manhã, as largadas foram acontecendo em blocos separados pelas categorias por idade e sexo – do infanto-juvenil até o master, incluindo as categorias de elite (de 23 a 29 anos ou por critério técnico). Os ciclistas precisam dar voltas de seis km – ir e voltar da Barreira de Controle até a primeira rotatória da usina. Cada categoria tinha um número específico de voltas: junior feminino, por exemplo, eram duas voltas (12km), enquanto a elite masculina corria seis voltas (36km).

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O número grande de categorias reuniu na Itaipu pessoas tão diferentes como Ivo e Kawan, separados por 51 anos de história. O araponguense Ivo Nunes, 64 anos, ficou em primeiro lugar no master D, para atletas acima de 60 anos. Kawan Gabriel, 13 anos, de Foz do Iguaçu, foi vice-campeão no infanto-juvenil, com atletas de 12 a 14 anos, a categoria de entrada do ciclismo.

“Comecei a pedalar em 1968 e fui até 1982. Aí tive que parar para trabalhar como caminhoneiro. Há seis anos, os amigos me convenceram a voltar ao ciclismo e, agora, eu não paro mais”, resume Ivo, campeão paranaense antecipado, após acumular dois ouros nas duas primeiras etapas (Londrina e Foz do Iguaçu).

Ele se orgulha de ter conhecido 11 países, na época em que viveu seus anos de ouro no ciclismo. Participou de campeonatos brasileiros, pan-americanos, voltas internacionais e chegou a ser convocado para competir nos Jogos Olímpicos de Moscou, em 1980. “Eles me chamaram, mas eu não fui por problemas particulares”, confessa. Desde que voltou à bicicleta, após percorrer o Brasil na boleia do caminhão, Ivo promete não parar mais. “Vou pedalar até quando Deus me permitir”.

O jovem Kawan participa dos treinos da equipa Helisul há menos de um ano, pedalando pelas ruas e rodovias de Foz do Iguaçu. Havia tentado velejar, no Projeto Velejar é Preciso da Itaipu, mas foi sobre a bicicleta que se encontrou. No primeiro campeonato brasileiro que participou, há duas semanas, em Maringá, trouxe quatro medalhas (duas de bronze e duas de prata). “Foi muito gratificante vencer o bom resultado logo na primeira competição”, diz Kawan, tímido.

Os pais acompanham o filho atleta nos campeonatos. “Esporte é uma benção. A gente faz questão de participar”, conta a mãe, a empresária Iza Silva. “A gente vê tanto menino fazendo coisas erradas, temos que dar a nossa força para continuar competindo”, colabora o pai, o mecânico Jair de Souza.

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