Empresas parceiras

Igushuttle - Destino Iguassu - Passaporte Iguassu - IguFoz - Loumar Turismo
Noite Italiana - Hotel Bella Italia - Águas do Iguaçu Hotel - Bogari Hotel - Iguassu City Tour

contato@clickfozdoiguacu.com.br

(45) 3521-4041

Rua Venanti Otremba, 772. Sala 1.

CEP 85852-020 - Foz do Iguaçu

Paraná - Brasil

© Copyright - 2017 Foznet Soluções Digitais - Todos os direitos reservados.

Anúncio

Foz do Iguaçu

Autoridades do Oeste pedem revisão do pedágio no Paraná Lideranças de 50 cidades da região se reuniram em Foz do Iguaçu e assinaram carta ao governador

Lideranças de 50 cidades da região se reuniram em Foz do Iguaçu e assinaram carta ao governador


Por: Lauane de Melo

Publicado em:

Na tarde desta sexta-feira, 22, representantes de 50 cidades do Oeste do Paraná, se reuniram no hotel Bella Italia, em Foz do Iguaçu, para pedir a revisão do pedágio dentro do estado, considerado um dos mais caros do país. Além de autoridades de outros municípios, estavam no evento o prefeito de Foz, Reni Pereira e a vice, Ivone Barofaldi, os deputados Claudia Pereira e Chico Brasileiro, vereadores, entre outras lideranças.

Na reunião, autoridades assinaram uma carta, que será enviada ao governador Beto Richa, contra a assinatura automática do contrato de concessão, que deve acontecer este ano. Eles defendem que os contratos precisam ser revisados, modificados e atualizados, antes de serem renovados. Em vigor desde 1997, os contratos atuais vencem em novembro de 2021. De acordo com o advogado Homero Marchese, responsável por auditar os contratos em 2011, as tarifas já estavam, na época, 32% mais altas do que deveriam. 

"Na minha opinião, este contrato não pode ser prorrogado. Se isso acontecer, este desequilíbrio muito provavelmente vai continuar, e isso significa que a população perderá mais uma vez.  Atualmente, os contratos garantem um retorno de 18 a 20% para as concessionárias. Os contratos mais modernos são de 10%. O governo quer prorrogar agora. Eles dizem que com isso será possível antecipar algumas obras. O problema é que não se sabe exatamente o que vai ser feito. Por isso, no nosso entendimento, não é possível fazer esta prorrogação", enfatizou Marchese. 

Segundo o coordenador da Câmara Técnica de Infraestrutura e Logística do Programa Oeste em Desenvolvimento, Danilo Vendrusculo, o contrato vigente não prevê a realização de nenhuma obra. Portanto, qualquer melhoria feita pelas concessionárias até 2021, terá o valor repassado ao consumidor. "Queremos levar esclarecimento para que o próximo contrato não venha a ser feito nos moldes que é hoje. Além das correções normais, as benfeitorias realizadas nas vias terão o valor adicionado às tarifas do pedágio. Com um novo contrato, temos a expectativa que se reduza a até 50%", explicou.  

O alto preço, também reflete na vida do produtor rural do oeste do estado. A cada 100 sacas de soja que chegam até o Porto de Paranaguá, o agricultor perde ao menos duas para pagar os impostos. No caso do produtor de milho, este número é ainda maior. De 100 sacas, cinco se perdem no pedágio. "O transporte de grãos é feito por rodovias. Um caminhão que transporta até 26 toneladas, paga mais de 500 reais e um bitrem até 36 toneladas, paga cerca de 700 reais, ou seja, 22% do lucro se perde com pedágio. E quem arca com o prejuízo é o produtor. Nós temos que pedir para que eles façam uma revisão e prestem contas destes 18 anos", enfatizou Dilvo Grolli, presidente da Copavel. 

Recomendado para você

Anúncio

Anúncio da revista D!VA

Anúncio

Anúncio

City Tour Foz do Iguaçu

Anúncio

Categorias

Assine

Logo do ClickFoz