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Biblioteca municipal de Foz amplia horário de atendimento Depois de três anos, local volta a atender em período integral, das 08h às 17h; inclusive durante período do almoço

Depois de três anos, local volta a atender em período integral, das 08h às 17h; inclusive durante período do almoço


Por: Assessoria

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Esta semana a Biblioteca Municipal Elfrida Engel Nunes Rios que abriga um acervo de mais de 70 mil livros volta a atender a população diariamente das 08h às 17h, inclusive durante o período do almoço. A decisão de ampliar o atendimento marca um recomeço na política de incentivo à leitura. A Biblioteca está instalada na Fundação Cultural, na Rua Benjamin Constant, n 62, no centro. Desde 2014, a Biblioteca estava funcionando das 08h às 14h.

De acordo com o Diretor Presidente da Fundação Cultural, Juca Rodrigues, a ampliação promove a inclusão de vários grupos sociais, desde estudantes a trabalhadores, que precisam utilizar os serviços em horários alternativos. “Com o novo horário, o trabalhador pode vir no horário do almoço, os alunos que estudam pela manhã, poderão vir na parte da tarde, ou seja, facilita o acesso ao livro e à pesquisa”, comentou.

A iniciativa também marca um recomeço na gestão da política do livro, com a retomada de projetos e ações para transformar a Biblioteca em um espaço dinâmico e de diálogo com a comunidade.  Dar vida à Biblioteca, com a realização de oficinas de contação de histórias, parcerias com escolas, encontros com escritores, estão entre os objetivos citados pela diretora cultural, Vera Vieira.

“Estamos retomando o atendimento ampliado porque também começamos a pensar e planejar uma política municipal do livro, leitura e literatura, e a biblioteca pública é importantíssima neste planejamento. Ampliar o horário visa aproximar, garantir o acesso do leitor ao livro. Estamos recomeçando, mas futuramente, queremos que ela esteja aberta aos finais de semana e possa ser um importante encontro da comunidade”.

O projeto, segundo Rodrigues, almeja retomar a construção do Plano Municipal do Livro, Leitura e Literatura, integrar o equipamento no Sistema Estadual de Biblioteca e ampliar os serviços à comunidade. Para fomentar as políticas de incentivo à leitura, um dos primeiros passos já está sendo dado com a constituição de um setorial do livro, leitura e literatura. “Este setorial estará integrado ao Conselho Municipal de Política Cultural e contribuirá para fortalecer as políticas públicas voltadas ao livro”, explicou.

Biblioteca

Atualmente, a Biblioteca dispõe de um acervo com registro de cinquenta mil livros, mas o número chega a 70 mil, considerando os que integram a reserva técnica, provenientes de doações. Entre 50 a 80 pessoas frequentam o espaço diariamente e podem utilizar vários serviços. A Biblioteca conta com salas de pesquisa, leitura, sala de informática com dois computadores para realização de pesquisa complementar, salas de literatura estrangeira e brasileira e sala de periódicos com jornais e revistas.

No mesmo espaço funcionam a Biblioteca Infanto-Juvenil  e a Biblioteca de Turismo Frederico Engel. Segundo a bibliotecária Maria Helena da Silva, todo mês, o acervo é renovado. De acordo com ela, 99% dos livros do acervo são oriundos de doação e 1% adquiridos pela própria biblioteca. As escolhas dos livros partem da sugestão da própria comunidade. “As pessoas sugerem e nós também fazemos pesquisas sobre os livros com maior destaque na atualidade”, explicou. Para ela que trabalha há mais de 20 anos no local, a biblioteca é uma fonte inesgotável de conhecimento. “Aqui é um espaço de conhecimento, de cidadania, que transforma as pessoas, e precisa ser valorizado”, contou.

Histórico

Criada em 06 de setembro de 1963, pela Lei nº 385/63, na gestão do então prefeito Emílio Gomes, a Biblioteca Pública Elfrida Engel Nunes Rios – nome em homenagem à pioneira da cidade – teve sua primeira sede em uma das salas da Prefeitura Municipal. Entre os locais de funcionamento, existe ainda o prédio onde hoje funciona a Casa do Teatro, o prédio da Câmara Júnior e, no final da década de 80, o Colégio Parigot de Souza.

Desde 1997, está instalada na atual sede da Fundação Cultural, onde, em 2002, foi criado também um espaço exclusivo para as instalações da biblioteca infanto-juvenil. No ano de 2005, a biblioteca passou a ser informatizada – um passo importante para a modernização e dinamização no atendimento ao usuário. Em 2008, um programa de computador para leitura por deficientes visuais foi instalado na biblioteca, que passou a figurar entre as poucas no Brasil que disponibilizam leitura eletrônica aos portadores de necessidades especiais.

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