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CCZ de Foz do Iguaçu promove semana da leishmaniose Missão dos agentes é conscientizar sobre os riscos da doença, tanto para humanos como para os animais de estimação

Missão dos agentes é conscientizar sobre os riscos da doença, tanto para humanos como para os animais de estimação


Por: Lauane de Melo

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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Secretaria Municipal da Saúde (SMSA) iniciou hoje, 08, uma série de atividades voltadas à prevenção da Leishmaniose. O trabalho será desenvolvido durante toda a semana em escolas municipais. O primeiro colégio a receber a equipe de Educação e Mobilização do CCZ foi o Caic do Porto Meira. Os alunos do quarto e quinto anos assistiram às palestras para conhecer os riscos da doença e saber como preveni-la. Em Foz do Iguaçu, foram registrados três casos da forma mais grave da doença.

A Leishmaniose é caracterizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das seis doenças infecciosas que necessitam de atenção no planeta. Estima-se que, por ano, dois milhões de pessoas sejam acometidas pelo problema. No Brasil, o parasita do gênero Leishmania está presente em todos os Estados, normalmente em animais silvestres, mas bichos de estimação domésticos também podem ser hospedeiros. A transmissão é feita pelo mosquito-palha.

Há dois tipos de Leishmaniose, a mais comum é a Tegumentar ou Cutânea, que atinge a pele e as mucosas. A Leishmaniose Viceral é a forma mais grave, e atinge os órgãos internos da pessoa, com aumento significativo do tamanho do fígado e baço. Em contrapartida, o paciente emagrece. Se não for tratada, a doença compromete as funções hepática e renal, podendo evoluir para a morte.

Nos cães, os sinais mais frequentes são crescimento exagerado das unhas, perda de pelo, descamação da pele, emagrecimento, atrofia muscular, sangramento nasal, entre outros. Para evitar o contágio, deve-se usar repelentes, seja em forma aerossol ou coleiras. Além disso, existem vacinas no mercado que ajudam a proteger o animal de estimação.

É fundamental também eliminar materiais orgânicos do quintal, local preferido para a reprodução do mosquito que transmite o parasita. “No CCZ, temos um teste rápido que aponta se o animal está infectado. Em caso reagente, temos um segundo exame que é feito em Curitiba para a confirmação do diagnóstico. O teste está disponível para toda a população”, explicou o coordenador de Educação e Mobilização, Thiago Cavalcante. Para ter acesso ao teste é necessário agendar a data no CCZ. O telefone é o 45-3524-8848. Embora seja incurável, a Leishmaniose Canina pode ser controlada por meio de tratamento.

CAMPANHA – Na Semana da Leishmaniose, o CCZ vai visitar uma escola por dia, sempre envolvendo os alunos na conscientização. Amanhã, 09, a programação será na Escola Municipal Elenice Milhorança, no bairro Jardim América; quarta, 10, na Escola João da Costa Viana, em Três Lagoas; quinta, 11, na Escola João XXIII, no Morumbi; e na sexta,12, no colégio Monteiro Lobato, no Porto Belo.

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