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Começou em Foz do Iguaçu Encontro Paranaense de Entidades de Classe Evento é promovido pelo CREA-PR e conta com participação de mais de 300 profissionais da área

Evento é promovido pelo CREA-PR e conta com participação de mais de 300 profissionais da área


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A “Sustentabilidade das Organizações” pauta o 38° Encontro Paranaense de Entidades de Classe (EPEC), promovido pelo CREA-PR de segunda a terça-feira (13), em Foz do Iguaçu.

 

A solenidade de abertura foi prestigiada por cerca de 300 profissionais de todo Estado, e teve a mesa composta pelo presidente do CREA-PR, engenheiro civil Joel Krüger, presidente do CONFEA, engenheiro civil José Tadeu da Silva, e várias autoridades políticas.

 

“Este encontro coroa o trabalho desenvolvido pelo Conselho em parceria com as entidades de classe ao longo do ano”, iniciou o presidente do CREA-PR, engenheiro civil Joel Krüger. “Atualmente contamos com a participação ativa de 84 entidades de classe no CDER de forma voluntária, bem como a presença das entidades em sua totalidade no programa Agenda Parlamentar, que em 2012 elaborou 114 Estudos Básicos de Desenvolvimento Municipal englobando as necessidades de 46 municípios”, disse.

 

Krüger falou aos profissionais sobre algumas propostas de sua gestão para 2013, como o trabalho em prol da revisão das legislações, em especial à n° 5.194, da lei que regulamenta a profissão dos tecnólogos e da lei do salário mínimo profissional. “Precisamos avançar bastante no que diz respeito aos salários do serviço público. Algumas prefeituras do Paraná oferecem atualmente salários de R$ 1,3 mil em seus concursos públicos, o que é inadmissível”, enunciou Krüger.

 

Além disso, o presidente do CREA-PR lançou oficialmente na abertura do evento o programa do Conselho que será implementado em 2013 de que diz respeito ao fortalecimento da engenharia pública do Paraná. “Não é possível que 46% dos municípios do Estado não possuam nenhum engenheiro ou agrônomo em seu quadro técnico. O conhecimento, o planejamento e a definição estratégica têm que ser feitas pelos profissionais legalmente formados e habilitados para isso”, disse.

 

“Esse programa só terá sucesso com a participação de todas as entidades de classe do Paraná, porque são essas, de onde saem prefeitos, vereadores, secretários de obras, de planejamento e de desenvolvimento urbano, que conhecem a realidade dos municípios e da engenharia pública local”, encerrou. 

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