Empresas parceiras

Igushuttle - Destino Iguassu - Passaporte Iguassu - IguFoz - Loumar Turismo
Noite Italiana - Hotel Bella Italia - Águas do Iguaçu Hotel - Bogari Hotel - Iguassu City Tour

contato@clickfozdoiguacu.com.br

(45) 3521-4041

Rua Venanti Otremba, 772. Sala 1.

CEP 85852-020 - Foz do Iguaçu

Paraná - Brasil

© Copyright - 2017 Foznet Soluções Digitais - Todos os direitos reservados.

Anúncio

Foz do Iguaçu

Congresso da Contratuh aprova a Carta de Foz do Iguaçu Documento reflete os debates, diálogos e deliberações das lideranças sindicais que se reuniram na cidade

Documento reflete os debates, diálogos e deliberações das lideranças sindicais que se reuniram na cidade


Por: Lauane de Melo

Publicado em:

O protagonismo social é um papel histórico dos trabalhadores brasileiros, ressalta a Carta de Foz do Iguaçu, documento que reflete os debates, diálogos e deliberações das lideranças sindicais presentes ao IX Congresso Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade, realizado entre 24 e 27 de novembro em Foz do Iguaçu. O encontro terminou com um chamado à unidade e à mobilização em torno das lutas e bandeiras sociais e trabalhistas.

A carta expressa a análise sobre a conjuntura política e social brasileira, demonstrando que o cenário de esperança de 15 anos atrás foi substituído pelo descontentamento em relação ao atual projeto vigente. Para os 350 associados da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh) presentes no congresso da categoria, o momento é de crise econômica e de ataque aos direitos dos trabalhadores.

Os profissionais de turismo e hospitalidade expressam ainda a preocupação com a falta de diálogo por parte do governo federal e a tentativa de enfraquecimento do movimento sindical. “Exemplo da falta de compromisso com os trabalhadores foi a fusão dos Ministérios do Trabalho e Previdência Social, que contemplou a pressão empresarial e desmontou o órgão de proteção trabalhista”, ressalta o presidente da Contratuh, Moacyr Auersvald.

O congresso representou 11 categorias, reunindo 300 entidades de norte a sul do Brasil, alcançando em torno de quatro milhões de trabalhadores representados no encontro. “Foi um congresso histórico, um dos maiores e mais representativos já realizados nestas três décadas. A ampla participação da categoria e a qualidade das discussões nos permitem voltar às bases com um acúmulo muito rico de pautas e demandas. Agora vamos às ruas, vamos à luta”, comemora Moacyr.

Movimento sindical e social – A Carta de Foz do Iguaçu aprovada pelos congressistas defende a atuação do movimento sindical também no campo social, em aliança com os diversos segmentos sociais. “As nossas lideranças precisam ir além dos salários e debater assuntos que interessam a toda a sociedade, como transporte, saúde, segurança, educação, desigualdade salarial na questão de gênero, proteção e inclusão do jovem dirigente sindical”, explica Auersvald.

Os trabalhadores em turismo e hospitalidade também aprovaram as principais pautas de luta da categoria. Entre as bandeiras, destacam-se a defesa dos direitos assegurados na Previdência Social, o combate à terceirização da atividade-fim, o fim do trabalho intermitente e a eliminação da jornada móvel e variável, que exige a infinita disponibilidade do trabalhador à empresa. 

O evento da Contratuh ainda recomendou a aplicação da substituição processual para os sindicatos filiados. A confederação entende que o instrumento constitui um remédio nos casos em que as empresas descumprirem a lei ou a negociação coletiva, evitando o congestionamento e a lentidão da Justiça.

Desenvolvimento do turismo – A carta final do IX Congresso da Contratuh analisa que a alta do dólar refletiria naturalmente na valorização do turismo interno. Para os sindicalistas, isso não acontece devido aos altos impostos e diferenças entre as práticas no Brasil e nos países vizinhos, além da precariedade da infraestrutura. Como solução, os participantes do evento defendem investimentos e modernização na estrutura ligada ao turismo. Também é reivindicada a liberação das lojas francas free shop nas cidades fronteiriças.

Como forma de gerar emprego e renda, além de ser uma alternativa à recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) proposta pelo governo, os trabalhadores de turismo e hospitalidade se posicionam favoravelmente à liberação do funcionamento de cassinos e bingos no país. A estimativa é arrecadar R$ 20 bilhões em receitas para os cofres públicos e estimular a criação de milhares de empregos formais, além de incrementar as atividades de turismo.

Recomendado para você

Anúncio

Anúncio da revista D!VA

Anúncio

Anúncio

City Tour Foz do Iguaçu

Anúncio

Categorias

Assine

Logo do ClickFoz