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Copel vence leilão para construir usina no Mato Grosso A nova usina gerará receitas superiores a R$ 5 bilhões durante a vigência da concessão

A nova usina gerará receitas superiores a R$ 5 bilhões durante a vigência da concessão


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A Copel arrematou na sexta-feira (30), em leilão realizado pela Aneel, a concessão para construir e operar a Usina Colíder. O empreendimento terá 300 megawatts de potência e será situado no Mato Grosso, a 700 quilômetros da capital Cuiabá e nas proximidades da cidade de Colíder.

Receitas – A Companhia paranaense venceu os seus competidores oferecendo um deságio de 10,9% sobre o valor teto fixado pela Aneel, dispondo-se a vender 70% da eletricidade produzida por R$ 103,40 por megawatt-hora. Essa energia será destinada a 27 distribuidoras do país todo.

A comercialização obrigatória no ambiente regulado de 70% da energia garantida da Usina Colíder vai assegurar à Copel, pelo prazo de 30 anos, uma receita anual total de R$ 113,2 milhões. Os demais 30% serão negociados no mercado livre, onde os preços de venda são melhores. Considerando por hipótese que toda a produção da usina venha a ser negociada pelo preço do mercado regulado, a nova hidrelétrica da Copel gerará mais de R$ 5 bilhões em receitas durante todo o tempo da concessão.

Por ser uma obra incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, a Copel irá gestionar excepcionalização junto ao Conselho Monetário Nacional a fim de tornar o empreendimento elegível para a obtenção de financiamentos junto ao BNDES.

Colíder – A Usina Colíder será o primeiro de quatro aproveitamentos hidrelétricos previstos para serem executados no curso do rio Teles Pires, no norte do Mato Grosso. Esse rio integra a bacia do Tapajós, um dos principais afluentes do rio Amazonas e, no seu trecho final, marca o limite entre os estados do Mato Grosso e Pará. Além desses quatro empreendimentos, existem mais oito aproveitamentos de grande porte inventariados na bacia do Tapajós previstos para serem leiloados nos próximos anos. Ademais, há outros rios da mesma bacia que estão em fase de estudos de inventário.

Expansão da Copel – A vitória na disputa pela Usina Colíder foi exaltada como sendo “o início de uma nova era de crescimento da Copel” pelo presidente da empresa, Ronald Ravedutti. “A empresa está assumindo uma dimensão maior, deixando de participar no cenário energético como uma força regional para se consolidar, cada vez mais, como um agente de envergadura nacional”, disse Ravedutti.

Segundo ele, a estratégia em curso na Copel de atuar com mais arrojo e ousadia na disputa por novos empreendimentos tem esse objetivo. “Nossas diretrizes estratégicas, estabelecidas pelo Conselho de Administração em atendimento às orientações do governador Orlando Pessuti, visam posicionar a Companhia como um agente de peso e de alcance nacional crescente”, argumentou Ravedutti. “E sob esse aspecto, o ingresso da Copel na bacia do rio Tapajós, onde 12 outros aproveitamentos hidrelétricos já estão sendo projetados, deixará a empresa numa condição excepcional perante os competidores quando as novas outorgas forem colocadas em disputa”.

Em junho a Copel já havia conquistado a concessão para construir e operar duas obras de grande porte – uma linha de transmissão e uma subestação – no interior de São Paulo.

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