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Correios se pronunciam sobre paralisação de funcionários Categoria faz manifesto de 48 horas em todo o Estado do Paraná

Categoria faz manifesto de 48 horas em todo o Estado do Paraná


Por: Lauane de Melo

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Em resposta a reportagem repercutida pelo Clickfoz nesta quarta-feira, 18, sobre a paralisação dos funcionários dos Correios por 48 horas, a Diretoria Regional da empresa no Paraná entrou em contato com a redação para esclarecer os seguintes tópicos:

Foto: Jonimar da Silva
Funcionários dos Correios paralisaram atividades desde esta quarta-feira, 18, em todo o Estado

Corte ao adicional dos OTTs que trabalham nos CDDs – O assunto está sendo negociado no Sistema Nacional de Negociação Permanente. Contudo, vale destacar que a atividade do operador de triagem e transbordo (OTT) está prevista apenas para os Centros de Tratamento de Cartas e Encomendas. Hoje há apenas 75 profissionais remanescentes ainda nos Centros de Distribuição Domiciliária (CDDs) de um total de 678 OTTs no Paraná. O adicional está previsto somente ao empregado que executa a atividade descrita para o cargo.

Sobrecarga de trabalho / dobras continuadas / falta de funcionários –
Não há sobrecarga, inclusive o percentual de horas extras no Paraná, usadas esporadicamente, sofreu redução no último ano.

A empresa estuda a realização de novo concurso público para efetivo e concurso para contratação por tempo determinado. Desde 2011, os Correios contrataram mais de 20 mil trabalhadores por concurso público, sendo a maior parte para a área operacional (carteiros, atendentes e operadores de triagem e transbordo). A folha de pagamento aumentou 48% em 2014 em relação a 2011. Quando necessário, a empresa continua realizando contratações dos aprovados do concurso de 2011, que ainda está vigente por decisão judicial.  

Descredenciamentos do Postal Saúde – A questão do credenciamento de profissionais foi tratada com mediação do Tribunal Superior do Trabalho e está sendo tratada por comissão paritária, da qual a Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares) participa: http://blog.correios.com.br, com diversas reuniões realizadas.

Insegurança nas agências – Todas as agências dispõem de sistema de segurança apontado por uma matriz de vulnerabilidade que avalia qual é o mais apropriado para atender a situação de cada unidade. No período de 2013/2014, os Correios investiram cerca de R$ 260 milhões em equipamentos e serviços de seguranças em mais de cinco mil agências em todo o Brasil. Vale destacar ainda as parcerias com órgãos de segurança pública, notadamente as Polícias Federal e Militar.

CorreiosPar – Não existem planos para privatização da empresa. No início deste ano a estatal apresentou um projeto de reestruturação interna, que não possui qualquer relação com o capital dos Correios, que permanece 100% público. A criação de subsidiárias faz parte do processo de revitalização e fortalecimento dos Correios, com base na legislação, para diversificar sua área de atuação, rentabilizar a estrutura existente e garantir a sustentabilidade da empresa. Atualmente estão em andamento projetos para criação de empresas para atuar nos segmentos financeiro, de comunicação digital e de logística integrada. Essas instituições serão administradas pela CorreiosPar – subsidiária de capital 100% estatal – em um modelo de administração que já é adotado hoje por empresas públicas brasileiras.

Vale destacar ainda que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) deferiu na última terça-feira, 17, liminar em favor dos Correios, determinando que as duas federações que representam os trabalhadores (Fentect e Findect) mantenham efetivo mínimo de 80% em cada uma das unidades localizadas nas bases de atuação, bem como se abstenham de impedir o livre trânsito de bens, pessoas e carga postal em todas as unidades localizadas nas suas bases territoriais.

A decisão da ministra Maria de Assis Calsing prevê multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento pelas federações. O objetivo é garantir a continuidade da prestação dos serviços, considerados “inequivocamente essenciais”, segundo despacho da magistrada.

Assim, a empresa considera o movimento injustificado, já que todas as reivindicações estão sendo negociadas com representantes dos trabalhadores em reuniões mensais do Sistema Nacional de Negociação Permanente dos Correios e, em alguns casos, até mesmo com mediação do TST.

 

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