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Deputada de Missiones defende fronteiras abertas entre Foz do Iguaçu e Argentina Carla Pretto, da Frente Renovador de Missiones/AR, conversou sobre integração da região trinacional no Diálogos 100 Fronteiras

Carla Pretto, da Frente Renovador de Missiones/AR, conversou sobre integração da região trinacional no Diálogos 100 Fronteiras


Por: Garon Piceli

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“Um dos nossos desafios mais lindos e mais fortes é o turismo. Podemos abraçar a bandeira que as Cataratas é uma das maravilhas do mundo. Mas para quem? Além disso temos que ter um projeto social e político bom e que seja para todos. É a partir de uma atividade do turismo, que gera tanto dinheiro, que temos que pensar em uma região turística, e não pensar apenas nas Cataratas”, comentou a deputada.
 

Carla Pretto é uma jovem política comprometida com Missiones, que tem os seus destinos turísticos como fonte de renda para a grande maioria do estado argentino. Em sua breve fala no evento organizado pela Revista 100 Fronteiras na tarde desta sexta-feira, 20, deu para enxergar uma mulher de ideais. E muitos deles fazem sentido e parte do Brasil quando fala: “É preciso trabalhar todos juntos. Isso não é um sonho longe, acho que podemos fazer algo juntos. Temos que ter sensibilidade buscando desenvolvimento regional e global. O que podemos fazer para que tenhamos um desenvolvimento?”.

Crítica dos modelos de gestão dos Parques Nacionais, Pretto diz: “O turismo tem que ser a fonte de renda para conseguirmos o desenvolvimento social”.

Em sua fala estilo os famosos discursos do TED, Pretto, com o seu espanhol missioneiro forte, porém doce, disse que se sente mais irmã dos brasileiros do que os argentinos das outras províncias. “Nós compartilhamos muitas coisas. A cultura, a música, a fronteira… As nossas culturas precisam estar ainda mais próximas”.

Por final defendeu uma fronteira mais aberta a comunidade. “As nossas culturas precisam estar ainda mais próximas. Devíamos estar abertos para receber os brasileiros para trabalhar e estudar, assim como os missioneiros poderiam ter acesso mais facilitado ao Brasil”.  
 

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