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Educadores de Foz e região defendem continuidade da greve Decisão foi tomada durante reunião do Conselho Regional e do Comando de Greve da APP-Sindicato/Foz.

Decisão foi tomada durante reunião do Conselho Regional e do Comando de Greve da APP-Sindicato/Foz.


Por: Lauane de Melo

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A greve continua por tempo indeterminado. Esta foi a posição aprovada na reunião ampliada do Conselho Regional e do Comando de Greve da APP-Sindicato/Foz, após um amplo debate que durou mais de três horas. Durante o encontro, representantes da maioria das escolas de Foz do Iguaçu e das cidades da região apresentaram a posição dos seus respectivos estabelecimentos de ensino.

Foto: Marcos Labanca
Professores, pais, alunos e comunidade em geral protestaram em Foz na última quinta-feira, 30, contra os atos em Curitiba

A categoria avaliou que após o massacre ocorrido entre os dias 28 e 29 de abril, no Centro Cívico, o momento é de fortalecer a luta para obter do Governo do Estado os compromissos assumidos anteriormente para melhorar a educação e que não foram cumpridos até agora.

As falas dos participantes da reunião mostraram um sentimento de muita indignação, mas também de disposição para prosseguir a luta pelos direitos dos trabalhadores. Os relatos emocionados demonstravam a revolta por toda a violência sofrida, pelo desrespeito contra os educadores e a educação pública do Paraná demonstrados pelo governo.

Na avaliação dos educadores, o governo desrespeitou mais uma vez o acordo de greve, pois não promoveu o amplo debate conforme havia se comprometido sobre o tema da previdência, assim como, não cumpriu vários itens acordados em fevereiro.

“Diante da falta de compromisso do Governo do Estado, estamos em condições de continuar cobrando as promessas até agora não efetivadas. Se o governo acreditou que com truculência e violência poderia nos calar, enganou-se mais uma vez. A categoria está unida, mobilizada e ciente de seu papel em defesa da escola pública”, afirma Fabiano Severino, presidente da APP-Sindicato/Foz.

A posição dos educadores de Foz do Iguaçu e região será apresentada à Assembleia Estadual,  nesta terça-feira, 05, na cidade de Curitiba, onde estarão reunidos os trabalhadores da educação de todo o Paraná.

PAUTA – Com a decisão de manter a greve, os educadores representados pela APP-Sindicato/Foz reivindicam a reabertura das negociações a partir da pauta estabelecida na retomada da greve, em 25 de abril. A categoria pede a aprovação de lei, em regime de urgência, instituindo o pagamento dos professores PSS por titulação, compromisso firmado pelo governo durante a greve de 2014 e que ainda não foi cumprido.

Os servidores das escolas públicas reivindicam o pagamento do índice de 13% referente ao Piso Salarial Nacional (PSN), que deve ser aplicado aos salários dos professores referentes ao mês de  janeiro deste ano.

“O governo deixou transparecer a sua face cruel e perversa, substituindo o diálogo e a negociação pela violência. Toda a sociedade está acompanhando essa brutalidade e também percebendo o quanto é necessária a luta dos educadores por direitos e por melhorias para a escola pública”, define Silvio Borges Junior,representante de base e integrante do Conselho Estadual da APP-Sindicato.

A reunião ampliada do Conselho Regional e do Comando de Greve da APP-Sindicato/Foz também deliberou sobre a retomada de comissões para discutir o Sistema de Assistência à Saúde (SAS), a Educação Especial e a dobra de padrão. A pauta inclui ainda a regularização de pagamentos atrasados, a instituição de calendário único de reposição, concurso público para funcionários e professores e que nenhuma punição seja aplicada aos participantes da greve.

CAMPANHA – A reunião do Conselho Regional e do Comando de Greve da APP-Sindicato/Foz deliberou pela promoção de uma ampla campanha exigindo a exoneração do Secretário de Segurança Pública do Estado do Paraná e do Coronel da Polícia Militar que comandou a repressão no dia 29 de abril.

No entendimento de professores, pedagogos e funcionários das escolas, os dois servidores não têm condições de exercer os cargos em que estão lotados. A permanência do secretário e do coronel é considerada prejudicial ao exercício das liberdades sindical e de expressão e um ataque à democracia.

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