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Educadores fazem ato de repúdio pelo massacre de 29 de abril A manifestação acontece no Fórum de Justiça, em Foz do Iguaçu, a partir das 17h30

A manifestação acontece no Fórum de Justiça, em Foz do Iguaçu, a partir das 17h30


Por: Lauane de Melo

Publicado em:

Nesta quinta-feira, 14, os educadores em greve promovem ato de repúdio ao massacre que feriu quase 300 trabalhadores da educação, estudantes e servidores de outras áreas que protestavam na Assembleia Legislativa contra o projeto de previdência do governo. O objetivo é reforçar a necessidade de punição aos culpados pela violência e apoiar as investigações que estão sendo conduzidas pelo Ministério Público do Paraná (MP). 

Foto: Marcos Labanca
Ação acontecerá nesta quinta-feira, 14, às 17h30, no Fórum de Justiça

O ato acontece em frente ao Fórum de Justiça do Paraná, na unidade de Foz do Iguaçu, na região do Polo Centro, a partir das 17h30. A manifestação contará com educadores, servidores estaduais de outras categorias, estudantes, pais de alunos e demais membros da comunidade iguaçuense.

A repressão à legítima manifestação pública dos trabalhadores foi realizada por um grande contingente da Polícia Militar do Estado do Paraná, posicionado no Centro Cívico por ordem do governador Beto Richa. Várias denúncias apontam que o comando para o massacre partiu de integrantes do primeiro escalão do Governo do Estado.

“Diversas denúncias mostram que ordem de repressão já estava determinada pelo governo –  que mantém a chefia sobre as forças policiais – durante a preparação da ação, tudo já estava acertado e definido por integrantes do primeiro escalão para ser aquela bárbara e covarde violência que o mundo todo assistiu. Investigar e punir os responsáveis é fazer justiça e também defender a liberdade de organização e a própria democracia em nosso Estado”, explica Fabiano Severino, presidente da APP-Sindicato/Foz.

O pedido de punição aos culpados pelo massacre do Centro Cívico integra a pauta de reivindicações dos professores, pedagogos e funcionários de escola que estão em greve, deliberada na Assembleia Estadual. Os servidores pedem justiça para que brutalidade sofrida pela categoria não fique impune.

 

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