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Foz do Iguaçu

Educadores realizam ato em frente ao Núcleo Regional de Foz do Iguaçu A manifestação será nesta quinta-feira, 19; Cidades da região promovem atos em frente às unidades de Documentação Escolar

A manifestação será nesta quinta-feira, 19; Cidades da região promovem atos em frente às unidades de Documentação Escolar


Por: Lauane de Melo

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A manifestação é mais uma iniciativa de pressão para que o Governo do Estado atenda as reivindicações defendidas na pauta que deflagrou a paralisação das escolas paranaenses. Nas nove cidades que integram o Núcleo Sindical de Foz do Iguaçu da APP-Sindicato, a greve conta com a adesão total dos educadores e os estabelecimentos de ensino estão todos sem aula.

Foto: Marcos Labanca
Centenas de professores foram as ruas de Foz do Iguaçu para prostestarem

A manifestação dos trabalhadores da educação será realizada hoje, 19, no período em que acontece a reunião entre a direção do sindicato e representantes do governo, em Curitiba. Em Foz do Iguaçu, os educadores realizarão o ato público em frente ao Núcleo Regional de Educação (NRE), às 16 horas. A concentração da categoria será a partir das 14h30, na Praça do Mitre. Na mesma data e horário, estão previstos protestos em centenas de cidade do Paraná.

“Estamos convidando a nossa categoria e também os estudantes, pais e toda a população para participar deste ato. A greve é em defesa da escola pública e, portanto, uma luta de toda a sociedade”, informa Fabiano Severino, presidente da APP-Sindicato/Foz.

O dirigente sindical explica que a paralisação é necessária para reverter às medidas adotadas pelo Governo do Estado, que trouxeram problemas no funcionamento das escolas. O atual quadro apresenta grande parte dos estabelecimentos de ensino sem condições de iniciar o ano letivo por carência de educadores e funcionários, pela precariedade nas instalações ou até mesmo devido à falta de materiais básicos. 
 

Foto: Marcos Labanca
Com faixas e cartazes eles reivindicam melhorias

“As nossas principais reivindicações são para acabar com a superlotação das salas de aulas, pela volta de programas educacionais extintos pelo governo e para o imediato repasse dos recursos necessários para que as escolas possam fazer melhorias na infraestrutura e garantir condições melhores para a frequência dos estudantes e trabalhadores”, enfatiza Fabiano Severino.

Além disso, o sindicato exige a contratação de todos os servidores aprovados em concurso e a recontratação dos funcionários de escolas, demitidos recentemente pelo governador Beto Richa. Os trabalhadores em educação também reivindicam o pagamento dos salários atrasados, como é caso dos professores das instituições conveniadas. O governo ainda deve o pagamento de promoções e progressões, o terço constitucional de férias e as rescisões contratuais dos servidores demitidos em dezembro.

REGIÃO – A direção da APP-Sindicato/Foz orienta os educadores das cidades da região a realizarem atos públicos em frente às unidades de Documentação Escolar de cada município. As atividades devem acontecer às 16 horas, sincronizadas com os demais movimentos que acontecerão no Paraná.
 

Foto: Marcos Labanca
Greve dos professores tem o apoio da comunidade e de outros sindicatos

“As manifestações nas cidades devem envolver toda a comunidade, pois ela tem apoiado de forma incondicional a greve dos educadores. Será mais um momento para demonstrar ao governo que além da categoria, a população é contrária ao desmonte da escola pública instituído pelo atual modelo de gestão”, diz Diego Valdez, secretário de organização da APP-Sindicato/Foz.

GREVE – Desde o início da greve, iniciada no dia 09 de fevereiro, professores, pedagogos e funcionários mantém acampamento permanente na Praça do Mitre. A organização do espaço é garantida através de uma escala de revezamento entre os educadores de todas as instituições da rede estadual de ensino.

Os trabalhadores da educação ainda recebem o apoio da comunidade, mediante a participação de estudantes, pais e representantes dos movimentos sociais que se somam à luta em defesa da escola pública e dos direitos dos servidores.

APOIO DA COMUNIDADE – Diversas instituições têm manifestado apoio aos educadores em greve. As categorias profissionais e organizações sociais expressam a solidariedade através de  notas públicas, da fixação de materiais visuais no acampamento de greve e de posicionamentos em meios informativos.

Nos últimos dias, a APP-Sindicato/Foz recebeu mensagens de apoio das seguintes instituições: Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro (SEPE/RJ), Sindicato dos Professores Municipais de Foz do Iguaçu (Simprefi), Curso de Educação do Campo da Universidade Federal da Fronteira Sul (Campus de Laranjeiras do Sul), Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB/Rondon), Grêmio do Colégio Barão do Rio Branco, Sindicato dos Bancários de Foz do Iguaçu, Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do Paraná (Sinticon), Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor), entre outros.

 

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