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"Eu trocaria todos os meus títulos por igualdade" Racismo: Até quando ele estará presente dentro das quatro linhas?

Racismo: Até quando ele estará presente dentro das quatro linhas?


Por: Lauane de Melo

Publicado em:

Nesta quarta-feira, 12, a equipe do Cruzeiro foi até o Peru enfrentar o Real Garcilaso pela Copa Libertadores da América. Dentro de campo, o time brasileiro acabou perdendo a partida por 2 a 1.

Mas, a protagonista do jogo, infelizmente desta vez, não foi à bola. Durante a partida, o meio-campo Tinga, da equipe cruzeirense, foi alvo de racismo. Todas as vezes que o jogador encostou na bola, a torcida peruana imitiu sons semelhantes a de um macaco.

Após o apito final do árbitro, o atleta desabafou. “Eu trocaria todos os títulos por igualdade. Joguei quatro temporadas na Alemanha e nunca tinha passado por isso”, lamenta o meio campista. 

Tem muitas coisas que me fazem perder a esperança na humanidade. Esta é uma delas. Como isso ainda pode acontecer nos dias de hoje? Mundo moderno? Onde? Cadê a geração de mente aberta? Alguém pode me responder?

Racismo: “É a convicção sobre a superioridade de determinadas raças, com base em diferentes motivações, em especial as características físicas e outros traços do comportamento humano. É uma opinião não científica sobre uma raça humana que leva a uma tomada de posição depreciativa e, frequentemente, violenta relativamente a uma coletividade”.

Defino em uma palavra: N-O-J-E-N-T-O.

Infelizmente, o absurdo que aconteceu com Tinga na noite de ontem, não é o primeiro caso dentro do futebol. O italiano Mário Balotelli e o brasileiro Roberto Carlos, por exemplo, também já foram alvos desta barbaridade. Mas, como combater este problema presente em vários setores da nossa sociedade?

Dentro do futebol, creio que as equipes deveriam ser severamente punidas. Além de pagarem multas, o time deveria ficar um ano sem participar do torneio em disputa, além de jogar com portões fechados durante o resto do campeonato. Caso os autores sejam identificados, também deveriam responder judicialmente por seus atos. 

“A gente fica muito chateado, luta para esquecer e tenta focar no trabalho, mas é difícil. Não entendo como isso ainda possa acontecer em pleno ano de 2014. Não esperava uma atitude desta, ainda mais de um povo tão próximo ao nosso”, completa Tinga. 

A derrota dos brasileiros não foi no placar. Perdemos sim, mas foi para o preconceito.

 


 

 

 

 

    Lauane de Melo é repórter do Clickfoz e editora
    de imagens da Rede Massa. Para interagir com a 
    jornalista, siga ela no Twitter e no Facebook.

 

 

 

 
 

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