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Falta de segurança coloca em risco usuários de Parque em Foz do Iguaçu Presença de jacaré, usuários de drogas, concreto quebradiço, lamaçal e acúmulo de lixo são alguns dos elementos que compõem o parque hoje

Presença de jacaré, usuários de drogas, concreto quebradiço, lamaçal e acúmulo de lixo são alguns dos elementos que compõem o parque hoje


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Mesmo sem segurança e com uma infraestrutura precária, o Parque Monjolo, em Foz do Iguaçu, continua a ser utilizado por moradores da região como local de lazer e práticas esportivas. Chama à atenção da população local as aparições constantes de um jacaré.

Josemar Rigoti, há mais de oito anos colaborador de uma empresa de manutenção de ar condicionado para automóveis localizada ao lado do Parque, é uma das pessoas que se incomoda com o descaso com a área pública e acha curioso a atual situação. “O mais engraçado é que tem um jacaré, uma tartaruga e uma paca ou uma capivara, não sei bem qual, largados lá. O local tem potencial pra ser algo legal”, opinou Rigoti.

Foto: ClickFoz – Augusto Conter
Funcionários municipais especulam que jacaré se alimenta de peixes e carnes que um anônimo traz para o animal

Nenhum biólogo contatado no Zoológio Bosque Guarani ou colaborador do Centro de Controle das Zoonoses sabia da existência do jacaré habitando o Parque. Logo, a origem, a raça, como se alimenta e de quem é a responsabilidade sobre o animal permanece um mistério.

Jair Antônio Bremm, chefe de paisagismo da Prefeitura de Foz do Iguaçu, admite a presença do animal como “incorporado” ao ambiente. “Desde que eu conheço o Monjolo ele está lá. Não existe política para cuidar do jacaré e ele está ali por conta dele. A gente não mexe com ele”, afirma o colaborador da Prefeitura. Antônio Bremm disse ainda que desconhece a origem do animal. “Provavelmente deve ter vindo do mato do Batalhão (34º Batalhão de Infantaria Motorizado – 34º BIMtz) e está ambientando lá. Não sei como se alimenta. Deve comer os peixes que estão lá, gansos e patos; até porque esses animais existiam no local e foram sumindo com o tempo”, explica.

Foto: ClickFoz – Garon Piceli
Ruylson Deglan elogia limpeza recente, mas cobra melhorias com prioridade para iluminação

Ruylson Deglan, ex-cozinheiro e atualmente desempregado, estava sentado no Parque em companhia de um amigo que visitava a cidade (que não quis sair na foto ou dar entrevista) durante presença da reportagem, na manhã de quarta-feira (21). “Vim mostrar o Parque para o meu amigo. Acho que deveria ter um cuidado maior. Seria bom a instalação de uma iluminação, pois tem uma ‘piazada’ durante a noite que gosta de ficar por aqui”, afirma.

Perguntando se tinha conhecimento da presença do jacaré, Ruylson afirmou: “Sei sim. Aliás, tem três. Antes de limparem o Parque apareciam menos, agora estão direto aqui. Além de uma tartaruga e uma paca”, disse, referindo-se a limpeza feita no dia 13 de abril deste ano pela Prefeitura em parceria com o 34º BIMtz e ação solidária dos colaboradores de um supermercado localizado em frente ao Parque. Quanto à quantidade de jacarés, embora moradores cheguem a relatar a presença de mais de um, a reportagem do Clickfoz só conseguiu avistar um, em conformidade com informação da Prefeitura.

Acúmulo de lixo e uso de drogas – A reportagem da Clickfoz constatou a presença de lixos ao redor da lagoa e trechos escorregadios e de concreto quebradiço. “Tinha que ver esse Parque antes do mercado e o batalhão limparem. Aí sim, estava terrível. Agora está lindo perto de como estava antes”, afirma Ruylson Deglan. Alguns moradores locais também relataram o uso de drogas no Parque Monjolo. “Tem uma ‘piazada’ que vem a noite para usar droga. Os guardas municipais vêm sempre tirar eles daqui, mas é só a Guarda ir embora que eles voltam”, alerta Josemar Rigoti.

Projetos futuros – Ruberlei Santiago Domingues, secretário de Obras da prefeitura, assumiu também a secretaria de meio ambiente há aproximadamente dois meses. Santiago foi um dos idealizadores do recente projeto de limpeza, em parceria com o 34º BIMtz e setores privados da sociedade. “Tivemos ajuda de muitas pessoas. Limpamos tudo, arrumamos duas pontes que estavam caindo e uma escada de madeira que estava podre”, conta Santiago. Segundo o secretário, não havia motivo pelo abandono, “provavelmente é a de falta de recursos”, justifica.

O secretário afirma também que como recém assumiu o setor ainda não conseguiu viabilizar projetos de revitalização, mas que já os estruturou. “Fiz um projeto para dar a cessão de uso do parque para algum órgão particular, que cuidaria de tudo. Empresários se interessaram em assumir há um tempo atrás para fazer um ponto de encontro de pescadores, com restaurante e ‘pedalinhos’, mas, não consegui fechar acordo”, lamenta o secretário. O colaborador da prefeitura disse que pretende organizar nova ação para reforma das calçadas, do alambrado e retirar o entulho que está lá está assim que possível. Santiago também desconhece a origem e se alguém tem responsabilidade sobre o jacaré.

Reportagem cinematográfica: Clickfoz – Garon Picelli 

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