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Foz do Iguaçu

Foz do Iguaçu é classificada como risco médio para dengue Números de infestação diminuíram, mas, cuidados devem ser redobrados nesta época do ano

Números de infestação diminuíram, mas, cuidados devem ser redobrados nesta época do ano


Por: Lauane de Melo

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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) divulgou o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegpty (LIRAa), realizado esse mês em Foz do Iguaçu. Os dados revelam que o município está na classificação de cor amarela, que indica alerta ou risco médio.

O registro do Índice de Infestação Predial (IIP) alcançou 3,61%. Isso significa que de cada 100 casas vistorias, entre três e quatro tem larvas do mosquito transmissor da dengue. No mesmo período do ano passado, o IIP era praticamente o mesmo, 3,26%.

O levantamento foi feito num universo de 4.878 imóveis e envolveu 69 servidores, sendo 53 na atividade de campo. As amostras revelam que todos os cinco distritos sanitários da cidade registraram índice de infestação acima de 3%, mas a região Nordeste (Três Lagoas) alcançou 4,54%. Levando em conta os critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), a região é classificada com a cor vermelha, que indica risco alto para a doença.

Apesar dos números indicarem preocupação, a situação é bem diferente da realidade mapeada em Março desse ano, quando o IIP médio atingiu a marca de 8,23%. Na época, a região Nordeste liderava as estatísticas, com IIP de 12,21%. Após sete meses, a redução do índice de infestação reduziu quase três vezes. “Essa queda se deve a diminuição natural do mosquito, mas também às ações realizadas pelo CCZ na região já que o período de frio foi muito pequeno esse ano”, disse o agende de endemias e coordenador do laboratório do CCZ, Jean Rios.

A pesquisa também levou em conta os tipos de criadouros encontrados durante o trabalho. Tanto no LIRAa de Março quanto no levantamento de agora, mais de 70% são vasos e frascos com água, pratos, garrafas, recipientes de geladeiras, pequenas fontes ornamentais, recipientes plásticos, latas, e sucatas encontradas em pátios e ferros velhos, além de entulhos de construção. “São reservatórios que poderiam ser eliminados pelo cuidado do dono”, advertiu Rios.

De Janeiro até agora, Foz do Iguaçu notificou 5.403 casos de dengue, sendo 2.321 confirmados. Já foram registrados no município três sorotipos virais da doença, sendo que o tipo DENV4 foi confirmado em 2013 em paciente proveniente de outro Estado. “A preocupação é que esse vírus é responsável pela epidemia nos últimos dois anos no Paraguai, e pode chegar a Foz do Iguaçu”, explicou Rios.

Além de intensificar as ações de combate ao mosquito, com o uso do fumacê e instalação de armadilhas, o CCZ também pede à população que fiscalize seus quintais e reforce o trabalho junto aos vizinhos. “Essa é uma ação conjunta, entre o poder público e a população. É preciso que cada um assuma suas responsabilidades para que possamos enfrentar o verão com o mínimo de impacto na saúde de nossos moradores”, afirmou o Secretário Municipal da Saúde, Gilber da Trindade Ribeiro.

A primeira epidemia de dengue registrada em Foz foi em 1998. Em 2006, o LIRAa registrou índice de infestação de 9,9%. A média histórica de Foz é de 3,3%.

 

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