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Saúde em Foz do Iguaçu

Foz do Iguaçu em alerta contra a dengue Clima aumenta o risco de proliferação do mosquito; Município se mobiliza para evitar epidemia

Clima aumenta o risco de proliferação do mosquito; Município se mobiliza para evitar epidemia


Por: Assessoria

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A Secretaria Municipal da Saúde (SMSA) deflagrou no começo da semana uma campanha de mobilização popular de combate à dengue. A decisão de chamar a atenção para o problema se deve às chuvas e aumento da temperatura nos últimos dias, condições ideais para a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Atualmente, os índices larvários e de insetos adultos estão em níveis toleráveis, mas a tendência é que os números aumentem com o calor constante.

A última pesquisa realizada pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) em setembro mostra que índice larvário no município é de 0,20, ou seja, de cada mil casas, duas tinham larvas do mosquito Aedes aegypti. Já o índice de infestação de mosquitos adultos é de 1,20. O ideal, recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 0,99. “Estamos um pouco acima da média, o que coloca o município em alerta”, disse o chefe do CCZ, André de Souza Leandro.

Para envolver a comunidade nas ações, os 150 agentes de endemias intensificam o trabalho de verificação ambiental. A ação consiste na visita casa a casa. “O agente de endemias não recolhe lixo, nem o agente comunitário. O papel desses profissionais é fiscalizar as residências e orientar o morador para remover e destinar corretamente os objetos que acumulem água”, explicou o coordenador do Programa de Combate ao Vetor, William Gomes. O material deve ser acondicionado em sacos plásticos para ser recolhido pelo setor de Limpeza Urbana.

Diariamente, cada agente de endemia visita pelo menos 25 casas. Em dois meses, o grupo percorre a cidade inteira. Os agentes comunitários de saúde reforçam a verificação. “Eles moram nos bairros em que atuam, e isso facilita o acesso ao morador, que abre a porta da casa e acompanha o agente nas visitas”, disse a enfermeira Rosângela Agripino, da Unidade Básica de Saúde (UBS) Porto Belo. Na região, são 14 agentes de saúde que, durante as campanhas, trabalham em dupla.

Os últimos casos suspeitos de dengue foram registrados na região central e em Três Lagoas. As notificações desencadeiam ações num raio de 150 metros em torno da casa. É o chamado bloqueio. “Os agentes de saúde intensificam a verificação em todas as residências e os agentes de endemias reforçam esse trabalho com a aplicação de inseticida”, explicou Leandro.

Um carro de som com mensagens de alerta para a dengue percorre as ruas da cidade desde segunda-feira. A força-tarefa que fiscaliza empresas e pontos estratégicos também vai ser permanente a partir de agora. “É um trabalho conjunto do CCZ com a Guarda Municipal e Secretaria da Fazenda, que aplica multas para o morador que não cuida do seu quintal”, disse Leandro. O grupo é acompanhado por um chaveiro, profissional que abre os imóveis fechados e sem acesso.

A intensificação das ações coincide com a capacitação para profissionais de saúde que acontece nesta quarta-feira (19), no auditório da Divisão de Epidemiologia. O treinamento será comandado pelo médico Enéas Cordeiro de Souza Filho, referência da Secretaria de Estado da Saúde (SESA) para a dengue. “Enfermeiros e médicos da área de abrangência da 9ª Regional foram convidados a participar, e depois multiplicar as informações em seus locais de trabalho”, disse a enfermeira da SMSA, Mara Rípoli.

LIMPEZA

Para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, o CCZ orienta os moradores a eliminar todos os objetos que possam acumular água. Os recipientes usados para a água dos animais domésticos, por exemplo, deve ser lavado com sabão diariamente ou, no mínimo, duas vezes na semana. É importante também verificar as calhas, que mantêm água parada longe dos olhos dos moradores.

Quem tiver sintomas como dor de cabeça ou no fundo dos olhos, febre alta, enjoo, mal estar e cansaço extremo, dores no corpo e pintinhas vermelhas na pele, deve procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Casos mais graves, com suspeita de hemorragia, devem ser direcionados para unidades de emergência, como a UPA João Samek e o Pronto Atendimento do Morumbi (PA). “Os profissionais de saúde estarão mais preparados para acolher e diagnosticar pacientes com suspeita de dengue, reduzindo assim o índice de óbitos”, disse a secretária municipal da Saúde, Patrícia Foster Ruiz. Esse ano, 14 moradores morreram em decorrência da doença.

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