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Foz do Iguaçu

Foz do Iguaçu reduz índice de homicídio na adolescência Em 2006, estudos mostraram que 9,7 entre mil adolescentes, eram vitimas de assassinato na cidade

Em 2006, estudos mostraram que 9,7 entre mil adolescentes, eram vitimas de assassinato na cidade


Por: Garon Piceli

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Os investimentos na área de segurança pública, aliados aos avanços significativos em áreas sociais continuam apresentando resultados positivos em Foz do Iguaçu. Um dos pilares do projeto é o GGI-M Gabinete de Gestão Integrada Municipal, que reúne os comandos de todos os órgãos de segurança pública, Forças Armadas, Poder Público e representantes da sociedade organizada. A iniciativa concilia promoção da cidadania com ações de segurança pública tanto preventivas quanto repressivas.

Os resultados aparecem nas estatísticas. Dados nacionais do Índice de Homicídios na Adolescência publicados nesta semana mostram que Foz do Iguaçu, em quatro anos, deixou de ser líder no ranking nacional de assassinatos de jovens entre 12 e 18 anos, e ocupa atualmente a 9ª posição no País. Os dados são de trabalho realizado, em 2010, pela Secretaria Especial de Direitos Humanos em parceria com o Laboratório de Análise da Violência (UERJ), UNICEF e o observatório de Favelas.

Em 2006, estudos mostraram que 9,7 entre mil adolescentes, eram vitimas de assassinato na cidade. Em quatro anos esse número caiu para 7,8 enquanto o País amarga um aumento de mais de 14% no número de assassinato de pessoas, antes de completarem 12 anos de idade. Os números, aparentemente discretos, representam um avanço substancial no setor de segurança da tríplice fronteira.

Os investimentos do município na criação de mecanismos de assistência social, bem como na capacitação de servidores, convênios e parcerias com demais órgãos de segurança que atuam em Foz do Iguaçu, são apontados como os responsáveis para a queda no número de violência, não somente contra jovens na fronteira, mas de forma generalizada.

Ações e planejamento – Durante os últimos oito anos, a administração municipal trabalhou o setor de segurança de forma planejada, implementando ações que começam a gerar resultados positivos, em busca das metas.

Na área de Assistência Social, por exemplo, uma pesquisa que avaliou 5.564 municípios, sobre o emprego de políticas municipais no setor, o secretário Municipal Ederson Dalpiaz recebeu o premio de Sustentabilidade Social por estar entre os melhores gestores do País, em execução de ações e programas visando o desenvolvimento social, combate a desigualdade, diretrizes de proteção e inclusão social.

Trilhando o mesmo caminho, desde 2009, a Guarda Municipal vem se firmando de forma irreversível, como referencial no quesito de segurança da cidade, tanto no fator preventivo como ostensivo. A criação do Gabinete Municipal de Gestão Integrada (GGI-M) uniu todas as forças policiais instaladas em Foz do Iguaçu, com o objetivo de reduzir a criminalidade.

Dividida em doze regiões, a cidade deu os primeiros passos para o policiamento comunitário; para a criação do Centro Integrado de Segurança Pública (CIOSP) e para a instalação da Central de Videomonitoramento. A partir daí começaram a aparecer os primeiros resultados do serviço de inteligência policial. A união entre as polícias fortaleceu a área investigativa e atualmente 50% dos homicídios ocorridos na cidade são desvendados. Nacionalmente esse índice não alcança 11%.

Taxa geral de homicídios caiu pela metade – O número de homicídios (geral) reduziu em mais da metade. Num passado não muito distante, Foz do Iguaçu, hoje com 256 mil habitantes, figurava na mídia com média acima de um assassinato por dia. Em 2006 a taxa de homicídios (geral) era de 118,35 por 100 mil habitantes – ocorreram 303 homicídios naquele ano. Em 2011 a taxa caiu para menos da metade 52,34 homicídios por 100 mil habitantes com total de 134 casos registrados. Os dados são da Delegacia de Homicídio. Considerando a complexidade da área de fronteira, é um grande avanço. As ações precisam continuar e ampliar, pois a taxa ainda é alta, considerando a média nacional de 27,1 e o recomendado pela OMS que é de 10 homicídios por 100 mil habitantes.  

Sistema de videomonitoramento
– Hoje, com 114 câmeras instaladas e funcionando plenamente, a cidade vai conquistando novos conceitos e reconhecimento. “A receita é uma só”, disse o atual secretario municipal de Cooperação para Assuntos de Segurança Pública, Adão Luiz de Almeida: “Força de vontade e união”. Segundo ele, “hoje a escala de serviço da Guarda Municipal é feita em consonância com a Policia Militar. A Polícia Civil consegue elucidar crimes com maior celeridade, assim como os demais órgãos policiais, graças à integração e as ferramentas disponíveis.

Almeida ressalta que as câmeras de videomonitoramento é um instrumento bem mais eficaz que a própria viatura nas ruas. “Conseguimos chegar, muitas vezes, no momento em que o ilícito está ocorrendo. Os delitos registrados pela Central de Videomonitoramento estão superando as chamadas telefônicas. Através das imagens conseguimos evitar desde o consumo de drogas a crimes maiores”.

A Central de Videomonitoramento estará funcionando com todas as câmeras até o final do mês – o projeto completo prevê 121 câmeras. Três câmeras termais serão instaladas nos próximos dias, conforme afirmou o secretário. "Os números estão distantes do desejável, parecem pequenos, mas quem trabalha no setor sabe que é um grande avanço", concluiu o secretário.

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