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qua, 19 de ago 2026

Dia 21 de Dezembro é comemorado o Dia do Atleta

Imagens: Divulgação
 

Treinos, treinos, treinos. Essa costuma ser a rotina diária da maioria dos atletas profissionais. Soma-se a isso uma alimentação balanceada, dedicação e objetivos a serem alcançados. Como deu para perceber, a vida dessas pessoas envolvidas com o esporte não é fácil; por isso elas mereceriam, no mínimo, uma data especial para serem lembradas.

E essa data no Brasil, acontece no dia 21 de Dezembro. É o Dia do Atleta. Instituído no país em 1961, pelo então presidente Jânio Quadros. Lá se vão 48 anos onde muita coisa no esporte mudou. Novas tecnologias, novas regras nas modalidades, o surgimento de novos ídolos esportivos. O que não mudou, foi a dedicação realizada por quem busca superar seus limites a todo instante.

Do grego “athletés”, que significa “lutador”, a palavra atleta é o termo utilizado na língua portuguesa para denominar quem pratica esportes ou tem capacidade física acima da média. A palavra surgiu na Grécia e Roma antigas e, a princípio, denominava apenas quem praticava o atletismo, o que na época eram poucos.

Brasil – Um país de proporções gigantescas como o Brasil é um verdadeiro celeiro de grandes atletas. A cada ano surgem novos competidores que se destacam em várias modalidades esportivas e obtêm bons resultados. Isso tudo, mesmo não tendo as melhores condições de treinamentos necessárias. Na maioria das vezes, faltam estruturas e programas de incentivo do governo federal às práticas esportivas, as quais devem ser iniciadas ainda nas escolas.

“A estrutura física para a prática esportiva no interior do Brasil ainda é muito precária. Elas estão concentradas nos grandes centros, como Rio de Janeiro e São Paulo. Isso se deve à falta de retorno financeiro que grandes empresas privadas tem e por isso acabam não investindo no esporte, evitando uma possível parceria com o poder público. Podemos dizer que o país ainda está engatinhando nesse aspecto”, explica o professor de Educação Física Paulo Sérgio Chrusciak. Ainda de acordo com Chrusciak, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016 poderão mudar esse cenário no Brasil.

Em Foz do Iguaçu – A situação não difere em Foz do Iguaçu. Até há uma iniciativa por parte da prefeitura de Foz, para o incentivo à prática esportiva. São os centros escola-bairro, que ocorrem nos principais bairros da cidade.

Nestes centros são realizadas diversas atividades, entre esporte, lazer, arte e cultura e são destinadas não apenas às crianças matriculadas nas escolas, mas aos pais dos alunos, moradores dos bairros correspondentes. Há também atividades que são desenvolvidas nos diversos ginásios espalhados pela cidade.

Apesar de o esporte valorizar o slogan “O importante é participar”, algo pareceu estar errado em 2009, na participação de Foz do Iguaçu nos Jogos da Juventude e Jogos Abertos. Resultados muito abaixo dos esperados por uma cidade do tamanho de Foz demonstraram que ainda falta um maior investimento na categoria.


O esporte mostra cada vez mais não haver idade para se começar a praticar

“Mas acabam existindo outras prioridades em uma cidade, como saneamento, moradia entre outros, que acabam deixando o esporte em segundo plano. A isenção de impostos nessa área, ainda é muito baixa, por isso atrai poucos investidores da iniciativa privada”, relata novamente Paulo Sérgio.

Atletas brasileiros – Entre os atletas do Brasil um que se destacou em 2009 sem dúvidas foi o nadador Cesar Cielo. Cielo, medalhista de ouro nos 50m livres nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, conquistou este ano o primeiro lugar no Mundial de Natação, em Roma nos 50 e 100m, batendo recordes mundiais. Na última sexta-feira (18), bateu um novo recorde nos 50m, com o tempo de 20s91, no Open de Natação, em São Paulo, última competição utilizando o supermaiô, que será proibido a partir de 2010.

Cielo, Diego Hypolito, Torben Grael, Poliana Okimoto, Natália Falavigna e Sarah Menezes concorrem nesta segunda (21) ao Prêmio Brasil Olímpico, organizado pelo Comitê Olímpico Brasileiro e que premia os principais nomes do esporte brasileiro no ano. A cerimônia acontece às 18h30 no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.046 da Mega-Sena, realizado na noite desta terça-feira (18). Com isso, o prêmio principal acumulou e está estimado em R$ 50 milhões para o próximo sorteio.

As dezenas sorteadas foram: 16 – 23 – 24 – 33 – 36 – 52.

Na quina, 38 apostas acertaram cinco números e vão receber R$ 50.460,11 cada. No Paraná, duas apostas faturaram o prêmio de cinco acertos — uma em Curitiba (R$ 50.460,11) e um bolão em Marumbi, que levou R$ 151.380,00 por ter sido feito com oito dezenas.

Apostas premiadas em Foz do Iguaçu

A quadra teve 3.041 apostas ganhadoras em todo o país, com prêmio individual de R$ 1.039,35. Em Foz do Iguaçu, três apostas simples acertaram quatro dezenas e garantiram o prêmio:

  • Cataratas Loterias: Aposta simples (6 dezenas) – Prêmio: R$ 1.039,35
  • Loteria Iguaçu: Aposta simples (6 dezenas) – Prêmio: R$ 1.039,35
  • Lotérica Porto Meira: Aposta simples (6 dezenas) – Prêmio: R$ 1.039,35

 

Como apostar no próximo concurso

As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (20), em qualquer lotérica credenciada do país ou pelos canais digitais da Caixa Econômica Federal. A aposta mínima, com seis dezenas, custa R$ 6,00.

O governo brasileiro autorizou a devolução do canhão “El Cristiano” ao Paraguai, um dos símbolos mais importantes da história do país vizinho e relíquia da Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870). Segundo a jornalista Bela Megale, do jornal O Globo, a decisão foi acertada em reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os comandantes das Forças Armadas e o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro.

A peça de 12 toneladas, produzida durante o conflito a partir do derretimento de sinos de igrejas paraguaias, está atualmente sob guarda do Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro. O aceno diplomático atende a uma reivindicação de Assunção que se arrastava por mais de 15 anos e ganhou tração após um recente mal-estar diplomático entre as duas nações.

Declaração sobre a guerra provocou reação paraguaia

O pedido formal para a repatriação da peça e de outros troféus de guerra foi entregue pelo vice-presidente do Paraguai, Pedro Alliana, ao embaixador brasileiro José Antonio Marcondes. A movimentação ocorreu após declarações de Lula afirmando, durante um evento em São Paulo, que o “Paraguai um dia invadiu o Brasil”.

A fala gerou forte reação no Congresso e no Poder Executivo paraguaio, que emitiram notas formais de repúdio classificando a declaração como uma distorção da memória histórica do conflito.

Na nota entregue ao diplomata brasileiro, o governo paraguaio formalizou três solicitações principais:

  • Restituição de patrimônio: Devolução dos canhões “El Cristiano” e “Presidente López”, além de outros troféus de guerra em posse do Brasil.
  • Acesso a arquivos: Disponibilização de cópias dos documentos históricos sobre a Guerra da Tríplice Aliança guardados em acervos brasileiros.
  • Reconhecimento institucional: Respeito aos pronunciamentos oficiais do Senado e da Câmara dos Deputados do Paraguai sobre o período.

 

Próximos passos da repatriação

Apesar da concordância do governo federal, a data e a logística de transporte do canhão ainda serão alinhadas pelo Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) junto às autoridades paraguaias.

Embora motivado por divergências recentes, o gesto é tratado por ambos os países como um passo significativo para consolidar o respeito mútuo, fortalecer a agenda bilateral no Mercosul e em Itaipu, e reestruturar a preservação da memória histórica na Tríplice Fronteira.

 

 

 

Foto em destaque: Rodrigo Padula

Investir em SEO para empresas em Foz do Iguaçu pode fazer uma diferença enorme para negócios que dependem de turistas e moradores da região. Antes de escolher um hotel, restaurante, agência, loja ou prestador de serviço, muita gente abre o Google e faz uma pesquisa rápida. Estar entre os primeiros resultados aumenta as chances de receber uma visita, uma ligação, uma mensagem e, consequentemente, conquistar um novo cliente.

Porém, aparecer bem nas buscas não acontece apenas porque uma empresa possui um site. É preciso mostrar ao Google que aquela página é útil, confiável e realmente responde ao que as pessoas procuram. Para isso, entram estratégias como produção de conteúdo, organização das páginas, SEO local e link building. Quando esses elementos trabalham juntos, o site ganha melhores condições para disputar espaço nas pesquisas.

Em uma cidade movimentada como Foz do Iguaçu, essa presença ganha ainda mais importância. O município possui uma forte presença de negócios ligados ao comércio, alimentação, transporte, turismo e serviços. Ou seja, há público, mas também existe bastante concorrência.

O que é SEO e por que ele importa para empresas de Foz do Iguaçu?

SEO é o conjunto de práticas que ajuda um site a ser encontrado nos mecanismos de busca. Na prática, pense em um turista que pesquisa “onde jantar em Foz do Iguaçu”. Os restaurantes que aparecem nos resultados têm uma oportunidade de apresentar seus serviços antes mesmo que essa pessoa tenha decidido onde comer.

O mesmo acontece quando alguém busca por “hotel em Foz do Iguaçu”, “agência de turismo em Foz”, “transfer para as Cataratas” ou até serviços voltados aos próprios moradores.

Portanto, SEO não deve ser visto apenas como uma maneira de gerar acessos ao site. O verdadeiro objetivo é aparecer diante de uma pessoa que já está procurando exatamente aquilo que a empresa oferece.

Essa diferença é importante. Uma coisa é mostrar um anúncio de restaurante para alguém que talvez nem esteja pensando em sair para comer. Outra é aparecer justamente quando essa pessoa procura um lugar para jantar.

SEO para empresas em Foz do Iguaçu começa pela intenção de busca

Uma agência de turismo pode criar conteúdos sobre o que fazer em Foz do Iguaçu, quanto tempo ficar na cidade, como chegar às Cataratas ou quais atrações conhecer com crianças. Já um hotel pode responder dúvidas sobre hospedagem, localização e transporte.

Isso não significa repetir a mesma palavra-chave dezenas de vezes. O Google recomenda criar conteúdo pensando primeiro nas pessoas, com informações realmente úteis e capazes de responder satisfatoriamente à pesquisa realizada.

Um texto escrito apenas para encaixar palavras-chave costuma ficar artificial. Além de cansar o leitor, ele pode não entregar a resposta que a pessoa realmente procurava.

O conteúdo precisa responder dúvidas reais

Se alguém pesquisar “quantos dias ficar em Foz do Iguaçu”, um bom conteúdo poderia apresentar sugestões para viagens de dois, três, quatro ou cinco dias, explicando quais atrações cabem em cada período.

Perceba que existe uma diferença enorme entre isso e publicar um texto genérico dizendo apenas que “Foz do Iguaçu é um destino incrível”. O primeiro ajuda a resolver uma dúvida. O segundo fala algo que o leitor provavelmente já sabe.

É justamente essa preocupação com a utilidade que deve orientar uma estratégia de conteúdo.

Empresas ligadas ao turismo, por exemplo, podem investir em conteúdos informativos e inspiradores para viajantes, respondendo dúvidas que surgem antes e durante a viagem.

Ou seja, conteúdo não precisa ser apenas propaganda. Muitas vezes, ajudar primeiro é justamente o caminho para ser lembrado depois.

Pesquisas locais merecem atenção especial

Para uma empresa de Foz, aparecer para qualquer pessoa do Brasil pode ser interessante. Porém, aparecer para alguém que está na cidade ou planejando visitá-la costuma ser ainda mais valioso, e é aí que entra o SEO local.

Informações como endereço, telefone, horário de funcionamento e localização precisam estar atualizadas e fáceis de encontrar. O site também deve deixar claro onde a empresa atua.

Se um restaurante está em Foz do Iguaçu, por exemplo, essa informação deve aparecer naturalmente nas páginas importantes. Não adianta esperar que o mecanismo de busca descubra sozinho a relação do estabelecimento com a cidade.

Avaliações de clientes também ajudam quem está escolhendo entre diferentes opções. Para turistas, isso pesa bastante, pois muitas decisões são tomadas sem qualquer conhecimento anterior sobre os estabelecimentos locais.

Links internos ajudam o leitor a continuar navegando

Suponha que uma agência publique um guia sobre as Cataratas. Dentro dele, pode existir um link para outro conteúdo explicando como chegar ao parque e outro para um roteiro completo de três dias e isso cria um caminho lógico.

O leitor encontra informações complementares sem precisar voltar ao Google a cada nova dúvida.

Os links internos também ajudam os mecanismos de busca a entender a relação entre diferentes páginas. O próprio Google recomenda conectar conteúdos relevantes do mesmo site usando textos de âncora claros e contextualizados.

Portanto, não faz sentido publicar dezenas de artigos completamente isolados e cada novo conteúdo pode fortalecer outros materiais relacionados.

Links de outros sites também ajudam a construir autoridade

Se os links internos conectam páginas dentro do mesmo domínio, os links recebidos de outros sites funcionam de outra maneira. Imagine que um portal de turismo publique um guia sobre Foz do Iguaçu e indique o site de determinada empresa como fonte ou recomendação.

Essa referência pode levar novos visitantes diretamente para a página e também ajudar os mecanismos de busca a compreender melhor sua relevância. Porém, qualidade importa muito mais do que simplesmente acumular links.

Uma referência publicada em um conteúdo relacionado ao negócio tende a fazer muito mais sentido do que dezenas de links espalhados por páginas sem qualquer relação com o assunto.

O Google explica que usa links para encontrar novas páginas e também como um dos sinais para compreender sua relevância. A orientação, entretanto, é trabalhar links e textos de âncora de maneira natural, sem tentar encher uma página de palavras-chave.

Um site lento pode afastar o cliente antes da primeira visita

Não adianta produzir excelentes conteúdos se o site é difícil de navegar e isso é especialmente importante no turismo. Muitos visitantes pesquisam pelo celular enquanto caminham pela cidade, esperam um transporte ou decidem onde jantar. Eles querem encontrar uma resposta rapidamente.

Se uma página demora demais para abrir, apresenta anúncios cobrindo o conteúdo ou possui letras minúsculas, a pessoa pode simplesmente voltar ao Google e escolher outro resultado.

Por isso, uma boa estratégia de SEO também precisa olhar para a experiência do visitante.

Menus simples, páginas organizadas, textos fáceis de ler e informações importantes visíveis ajudam tanto quem está navegando quanto a própria estratégia de busca.

Redes sociais e SEO podem trabalhar juntos?

Com certeza sim. SEO não precisa disputar espaço com Instagram, TikTok ou outras redes, pois são canais diferentes. No entanto, uma publicação nas redes sociais pode despertar vontade de conhecer determinado passeio. Depois, quando o viajante procurar informações mais detalhadas no Google, o site pode aparecer novamente. Essa combinação aumenta os pontos de contato entre público e empresa.

Empresas ligadas ao turismo também podem usar diferentes canais digitais para divulgar experiências, atrações, serviços e conteúdos úteis relacionados à cidade.

Isso mostra que competir pela atenção do visitante já não acontece apenas nas ruas da cidade. Boa parte dessa disputa começa na tela.

SEO é um trabalho de construção, não um resultado instantâneo

Talvez esse seja um dos pontos mais importantes, já que o SEO dificilmente produz resultados relevantes de um dia para o outro. É preciso pesquisar o que o público procura, melhorar as páginas existentes, produzir conteúdos úteis, corrigir problemas e construir autoridade ao longo do tempo.

Por outro lado, existe uma vantagem importante: um bom conteúdo pode continuar sendo encontrado meses ou até anos depois de publicado.

Para empresas ligadas ao turismo, isso é especialmente interessante. Dúvidas como onde ficar, o que conhecer, como chegar às Cataratas ou quantos dias permanecer na cidade continuam sendo pesquisadas constantemente.

Quem responde bem a essas perguntas cria novas portas de entrada para o próprio negócio.

Em uma cidade com turismo forte e milhares de empresas disputando consumidores, depender apenas de indicações ou redes sociais pode limitar o alcance de um negócio. Trabalhar SEO para empresas em Foz do Iguaçu significa construir presença justamente onde muitos moradores e visitantes começam suas decisões: a busca do Google.

Com o registro de uma breve melhora nas condições climáticas na Cordilheira dos Andes, o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Foz do Iguaçu e Região Oeste (Sitro-Fi) divulgou um apelo às autoridades argentinas e chilenas. A entidade pede a revisão na ordem de liberação do tráfego na fronteira para priorizar o retorno dos caminhoneiros que estão no Chile com destino à Argentina.

A situação atinge mais de 4 mil caminhoneiros que enfrentam o bloqueio da passagem há cerca de 40 dias devido às fortes nevascas na região. Segundo o sindicato, a priorização dos veículos no sentido Chile-Argentina é urgente para que os profissionais possam voltar com segurança e ter acesso humanitário a recursos básicos.

Escassez de mantimentos e risco à saúde

O isolamento prolongado nas rodovias de altitude provocou desabastecimento severo entre os motoristas retidos. O Sitro-Fi alerta que a falta de água potável, alimentação adequada e medicamentos de uso contínuo — como remédios para diabetes e hipertensão — coloca em risco a vida dos trabalhadores.

A crise humanitária na fronteira andina já registrou consequências graves:

  • Morte de morador de Foz: Na primeira semana de agosto, um caminhoneiro residente em Foz do Iguaçu faleceu enquanto aguardava a liberação do trecho sob temperaturas negativas.
  • Inverno rigoroso: A região enfrenta uma das nevascas mais severas dos últimos 16 anos, com termômetros atingindo marcas de até -7°C e sensação térmica congelante.
  • Falta de estrutura: Os profissionais dependem de apoio mútuo para sobreviver ao frio e à escassez de suprimentos no local.

 

Pedido de ação imediata às autoridades

As autoridades locais haviam anunciado o início da liberação gradual do fluxo no sentido Argentina-Chile. Contudo, o Sitro-Fi defende que a inversão dessa prioridade é essencial para evitar novas tragédias e garantir o atendimento médico e assistencial adequado aos motoristas afetados pelo bloqueio.

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