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Quero tocar em Foz do Iguaçu
Rafael Castro é um músico do interior de São Paulo. Nunca tocou em Foz do Iguaçu e incluiu a cidade num roteiro planejado para ser “a maior turnê independente com tempo e dinheiro limitado da história”, diz

O músico Rafael Castro se propôs um desafio: colocar os três rapazes que completam a sua banda em um carro e percorrer 17 cidades – ou o maior número possível delas – para espalhar o som do grupo pela região sul do país.
As cidades foram escolhidas a dedo no mapa e muitas delas os músicos se quer conhecem as praças. “A escolha das cidades se deu quando nos juntamos com amigos que tinham alguns contatos no Paraná. Juntando esses contatos com os que eu já tinha e, mais alguns palpites de conhecidos, começamos a juntar as possibilidades e traçar essa rota”, afirmou Rafael Castro, líder do Rafael Castro e Os Monumentais.
A turnê deve começar no carnaval no festival Psicodália (SC) e se estender até a primeira semana de abril. “Estamos tentando cerca de 15 shows pelo Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul” disse o guitarrista e compositor.
| Imagens: Divulgação |
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| Rafael Castro sempre utilizou a web para levar música aos ouvidos das pessoas; agora dá um passo além e utilizará a ferramenta para chegar fisicamente até elas |
Para tornar possível uma proposta dessas, é necessário muita vontade, organização e, principalmente... grana. São diversos intempéries, como: combustível, pedágios, manutenção de veículo e equipamentos, alimentação, roubadas (leia-se bares que cancelam, pagam mal ou não pagam). O Rafael Castro e os Monumentais não têm contrato com gravadora e sempre trabalharam de forma independente.
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| "Nunca fui a Foz, nem a passeio", disse Rafael, que já tem show marcado e 'vaquinha engordando' |
“5.000 reais foi um valor que pareceu razoável para manter 5 pessoas na estrada, se locomovendo e se sustentando por pouco mais de um mês, no caso de não conseguirmos condições com os contratantes que empatassem os custos e até mesmo para poder fazer manutenção do equipamento de som e do automóvel no final da turnê. Mesmo que não atinjamos esse valor, toda contribuição é válida, além de motivar o pessoal a ir nos shows e ajudar na divulgação do trabalho”, disse o músico.







