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Highline urbano encerra atividades do Mundial de Slackline Atividade foi realizada na manhã desta quarta-feira, 14, em um hotel no centro de Foz do Iguaçu a 70 metros de altura

Atividade foi realizada na manhã desta quarta-feira, 14, em um hotel no centro de Foz do Iguaçu a 70 metros de altura


Por: Lauane de Melo

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Foz do Iguaçu amanheceu ainda mais linda nesta quarta-feira, 14. Depois de um final de semana com chuva e dias frios, hoje o céu estava limpo e a temperatura na casa dos 20 graus.

O pano de fundo foi um convite aos atletas Mikael Noal (BRA), Alfa Mike (EUA) e Rafael Bridi (BRA), que encerraram o Festival Internacional de Highline e as atividades do Itaipu Slackline World Cup.

Os três – que figuram na lista dos melhores atletas do mundo na modalidade – mostraram suas habilidades a mais de 70 metros de altura, no Hotel Golden Foz Wyndham, no centro de Foz do Iguaçu. Eles se revezaram na fita de 34 metros de comprimento e 2,5 centímetros de largura (metade do tamanho da fita de sclakline), dando um show de equilíbrio e emoção.

De acordo com os organizadores do evento, este foi o segundo Highline urbano mais alto já realizado no Brasil. O primeiro aconteceu em 2013 na cidade de Balneário Camboriu (SC) a 130 metros de altura.

Na segunda-feira, 12, o Highline aconteceu nas Cataratas do Salto Monday, na cidade de Puerto Franco, no Paraguai. No país vizinho, os atletas atravessaram uma via com 40 metros de altura e 60 metros de comprimento em meio a forte pressão das quedas.

Um dos precursores do Highline no Brasil, Rafael Bridi diz que participar do festival foi algo incrível porque pôde unir a natureza e o meio urbano. “Foi muito motivante realizar o Highline no Paraguai e é um prazer poder interagir no meio urbano, na construção do homem, e mostrar que é possível, com segurança e respeito, saciar os limites e as vontades sempre dosados pelo medo”, comentou.

Rafael conta que além de trabalhar o corpo e a mente, o esporte lhe possibilitou a realização de um sonho: conviver com pessoas das mais diversas nacionalidades e culturas. “Pra mim é muito importante estar vivendo isso. Eu tenho me envolvido muito com o esporte, as modalidades, a questão da segurança. São coisas que me motivam muito, e através do esporte eu convivo com muitas culturas, em vários estados do Brasil, e também Europa, na Alemanha, Suíça, Áustria, Polônia, Republica Checa, Itália, Holanda. Acho que sou muito energizado por essa troca de experiência, pela beleza que cada pessoa carrega”.

O gaúcho Mikael Noal, o Mika, conta que utiliza o esporte como forma de crescimento pessoal. “Eu medito, faço yoga e acho que o Highline só me ajuda a crescer, a evoluir, a me concentrar e ser uma pessoa melhor a cada dia”, afirma.

O Higline Urbano foi uma continuação do Festival de Highline Gravatation – o primeiro do gênero realizado no Brasil, em abril deste ano, na cidade de Florianópolis (SC). A frente do projeto estão Allan Pinheiro e Rafael Bridi. 

 

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