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Iguaçuenses recebem armadilhas para capturar mosquito da dengue Estratégia reforça ação contra o Aedes aegypti e deve diminuir população da fêmea, que transmite o vírus

Estratégia reforça ação contra o Aedes aegypti e deve diminuir população da fêmea, que transmite o vírus


Por: Lauane de Melo

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Agentes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da secretaria Municipal da Saúde iniciaram nessa segunda-feira, 18, uma nova estratégia de combate a dengue. A ação aconteceu no Jardim Cataratas, bairro localizado na região sul da cidade e que tem infestação larvária acima da média. 

Foto: AMN
Jardim Cataratas tem infestação acima da média

Cada casa recebeu duas armadilhas do tipo Adultrap, que tem eficiência comprovada na captura da fêmea do Aedes aegypti, responsável pela transmissão do vírus que causa a doença.

O trabalho iniciou às 9h da manhã. O grupo formado por doze agentes do CCZ percorreu o bairro eliminando possíveis criadouros e entregando as armadilhas. Foram mapeadas 512 residências, que vão receber mais de mil equipamentos.

O vigilante José Valdir Freitas mora no local há quatro meses. Na casa dele foi instalada uma armadilha no quintal e outra na sala. "Eu fico mais tranquilo sabendo que esses equipamentos podem proteger a nossa família", disse.

Com a chegada do frio a tendência é que os insetos também procurem locais mais quentes para se abrigar e reproduzir. "Eles entram dentro de casa, o que aumenta o risco de contaminação", disse o gerente do CCZ, o médico veterinário André de Souza Leandro.

Todos os moradores receberam orientações de como utilizar as armadilhas, que usa apenas água como isca. "É um equipamento que não depende de energia elétrica e nem de bateria. É ecologicamente correto, seguro e eficiente", disse o secretário Municipal de Saúde, Charlles Bortolo, que acompanhou a ação de reforço.

"Junto à armadilha, tem os contatos do CZZ. Ao capturar o mosquito, o morador avisa os agentes. Dessa forma, vamos monitorar o ambiente por um ano", explicou o supervisor do CCZ, Jean Rios. A Leitura de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) mostra que o Jardim Cataratas é o bairro com maior infestação larvária do município, com 13% (a média da cidade é de 8,5%).

A meta da nova ação é reduzir de forma emergencial a população do mosquito, mas também iniciar um trabalho visando o próximo verão. "Em agosto começa o novo ciclo da doença, com a chegada do calor. Até lá, teremos tempo de verificar se a estratégia do Jardim Cataratas vai ter efeito positivo, se a população vai apoiar as ações e se pode ser aplicada em toda a cidade", garantiu Bortolo.

O CCZ continua a utilizar o fumacê em áreas com maior incidência de casos da doença, mas a limpeza da casa e do quintal ainda são as ações que mais protegem a família. "A maior parte dos criadouros é encontrada em lixo doméstico, no quintal das casas. Por isso, é fundamental que os moradores fiquem atentos a qualquer objeto que possa acumular água", alertou o prefeito Reni Pereira.

 

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