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Índice de infestação de Aedes aegypti em Foz é de 6,09% Percentual mostra que a cada 100 casas, seis tem larvas do mosquito que transmite a dengue, zika e chikungunya

Percentual mostra que a cada 100 casas, seis tem larvas do mosquito que transmite a dengue, zika e chikungunya


Por: Lauane de Melo

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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Secretaria Municipal da Saúde (SMSA) divulgou hoje o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa). Os dados mostram que o Índice de Infestação Predial (IIP) médio é de 6,09%. O levantamento aponta que de cada 100 casas, cerca de 6 tem larvas do mosquito que transmite a dengue, zika e chikungunya. A situação é mais grave no sul da cidade, na região do Porto Meira. Na área da Unidade Básica de Saúde (UBS) CAIC, o índice chegou a 16,8%. Na região norte, o bairro AKLP (que concentra quatro comunidades) registrou o menor índice, 1,73%.

O índice médio do municipio apontado no primeiro levantamento de 2016 é quase o dobro do percentual do último LIRAa, em outubro do ano passado, quando o IIP foi de 3,61%. No entanto, comparado ao levantameno feito em março de 2015, o índice diminuiu. No começo do ano passado, o IIP foi de 8,23%. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que índices acima de 3,9% são classificados com a cor vermelha, e indicam risco alto para a doença.

A partir das informações, o CCZ inicia agora as estratégias de combate ao mosquito. Nas regiões com índices mais altos, serão retomadas ações com o fumacê, bomba costal e verificação das residências. "Mas é preciso que a população intensifique a fiscalização de seus quintais, removendo água parada e elimiando os criadouros", advertiu o coordenador de combate ao vetor, William Gomes. Dados oficiais do CCZ mostram que 70% dos focos são encontrados nas casas e comércio, em pequenos recipientes como tampas, vasos e pratos de plantas.

Na região do Porto Belo, cujo índice foi de 4,14%, dois moradores de uma casa receberam a confirmação de que contrairam dengue. Para vitar a reinfecção ou novos casos na mesma área, o CCZ realizou hoje o chamado bloqueio, em que todas as residência num raio de 150 metros são vistoriadas. "Encontramos vários objetos com água parada que poderiam se transformar em criadouro", disse o agente de endemias Marco Perciliano. Uma das casas visitadas foi a da adolescente Thais dos Santos, 16 anos, que mora com a mãe. "Eu tive dengue em 2014 e desde então mantemos nosso quintal livre de água parada", afirmou, reforçando que as ações também são para proteger o filho, de apenas 9 meses.

O Secretário Municipal da Saúde pediu empenho dos iguaçuenses no combate ao Aedes aegypti. "O número de casos de dengue tem aumentado rapidamente, e para evitarmos uma epidemia é preciso que todos se ajudem, cuidado de seus quintais e reforçando aos vizinhos o risco da doença", disse.

O último boletim da Divisão de Epidemiologia da SMSA divulgado hoje mostra que esse ano já foram confirmados 154 casos de dengue em Foz, sendo que 112 foram de moradores da cidade, 5 de outros municípios brasileiros, 9 de pacientes argentinos e 28 de paraguaios. 

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