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Local da construção da ponte entre BR e PY pode ser barrado Documento redigido na 4ª. Conferência Nacional das Cidades diz que obra vai abalar o local turístico e agredir o meio ambiente; proposta pede que seja construída na região Norte da cidade.

Documento redigido na 4ª. Conferência Nacional das Cidades diz que obra vai abalar o local turístico e agredir o meio ambiente; proposta pede que seja construída na região Norte da cidade.


Por: Garon Piceli

Publicado em:

Em meados de setembro do ano passado o diretor geral do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre), Luiz Antônio Pagot, anunciou a escolha do local para a edificação da segunda ponte que vai ligar o Brasil ao Paraguai na região da Tríplice Fronteira. Em Foz do Iguaçu, a obra deve ser edificada na região do Marco das Três Fronteiras, no loteamento de mesmo nome. No lado paraguaio, a obra se une a cidade de Porto Presidente Franco. A nova ponte está prevista no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo brasileiro e, segundo informações do Dnit, será concluída em 2012. Entretanto, se depender do posicionamento de representantes da sociedade iguaçuense que participaram da 4ª Conferência das Cidades, realizada no dia 15 de dezembro, na sede do Country Club, em Foz do Iguaçu, a obra não será edificada no local definido e anunciado pelo Dnit.
 
O Folha de Notícias teve acesso ao documento redigido pelo Grupo 2, na 4ª Conferência, que desenvolveu o tema "A Aplicação do Estatuto da Cidade e dos Planos Diretores e a Efetivação da Função Social da Propriedade do Solo Urbano".
 
Foto: Montagem
A montagem representa o tipo de ponte que o projeto BR-PY contempla; a moção pede que a ponte seja construída na região Norte de Foz – lado contrário ao do projeto atual
Repúdio – Segundo o documento redigido pelo Grupo 2, na  4ª. Conferência Nacional das Cidades, que desenvolveu o tema “A aplicação do Estatudo da Cidade e dos Planos Diretores e a Efetivação da Função Social da Propriedade do Solo Urbano”. Correspondente à etapa Foz do Iguaçu, aprovou de forma unânime a proposta de um Manifesto Contrário a Localização da 2ª. Ponte BR-PY. "A localização da 2ª. ponte entre Porto Presidente Franco e Foz do Iguaçu , no bairro Porto Meira, foi rejeitada na conferência pela comunidade iguaçuense em razão da vocação turística desses lugares e do próprio polo turístico internacional do Iguassu; pertencendo esse bairro brasileiro e a cidade paraguaia à área de influência direta de nossos três marcos de fronteira, patrimônio geográfico, histórico, paisagístico e turístico do Brasil, Paraguai, Argentina e do próprio Mercosul", descreve a moção.Aprovou-se no conjunto a proposta do Movimento das Águas Grandes, da sociedade civil, que é o de se estabelecer três parques ambientais conformando um "Complexo Turístico Cultural e de Lazer" entre AR-BR-PY junto aos Três Marcos de Fronteira, integrados por sistema teleférico de transporte de passageiros na confluência dos Rios Iguaçu e Paraná".
Alternativa
 
Os membros do grupo apontam como alternativa construir duas grandes pontes internacionais para integrar o território trinacional. "Foi aprovado a proposta do projeto de posicioná-las de tal maneira a conformar um anel viário trinacional que unirá os três grandes aeroportos internacionais existentes em nossa região entre AR-BR-PY alcançando-se o objetivo do projeto de atingir as nossas comunidades mais carentes, transformando Puerto Iguazu (AR), Porto Meira(BR) e Porto Franco(PY) em três grandes "Centros de Turismo Receptivo de Nível Mundial", e juntamente; os bairros das periferias de nossa Região Trinacional, nos três países, no caso brasileiro os bairros São Francisco, Três Lagoas, Vila "C" e Jardim Porto Belo (que correspondem a região Norte da Cidade) que integrarão o mais importante "Conjunto de Entrepostamento Aduaneiro e de Intermodalidade do Mercosul".
 
Movimento – Segundo o secretário ad hoc do Movimento das Águas Grandes e membro do grupo que formalizou a moção, Nilso Rafagnin, "o projeto da segunda ponte tem vício de origem, uma vez que foi definido em época do governo militar, é inadequado e não tem estratégia nem para o turismo tampouco para o meio ambiente", destaca.
 
Ele também defende que, segundo o Estatuto das Cidades, esse tipo de projeto deve ter a aprovação da comunidade, através de uma audiência pública. 

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