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Foz do Iguaçu

Morte por leishmaniose em Foz é investigada pela epidemiologia Doença foi confirmada, mas paciente que faleceu no início da semana tinha outras patologias

Doença foi confirmada, mas paciente que faleceu no início da semana tinha outras patologias


Por: Lauane de Melo

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A divisão de Epidemiologia da Secretaria Municipal da Saúde (SMSA) está investigando a causa da morte de um paciente de 63 anos que faleceu na última segunda-feira, 25. Os exames clínicos comprovaram a presença do protozoário da leishmaniose, mas o homem tinha outros problemas de saúde. “Estamos verificando se o óbito foi em decorrência da leishmaniose ou se a doença entrou como coadjuvante e agravou o estado de saúde do paciente”, disse a enfermeira Mara Rípoli de Meira. Uma das patologias era a diabetes.

Outro dado importante dentro da investigação é o local em que o paciente foi infectado. Essas informações serão levantados junto à família, que ainda não retornou do estado de são Paulo, onde o homem foi sepultado. “Vamos aguardar o retorno dos parentes para verificar se o paciente viajou ou não antes de sentir os sintomas”, completou Mara. Os sinais que indicam a doença são febre baixa e intermitente que pode durar semanas, perda de apetite, anemia, palidez e sangramentos na boca e intestinos. 

Se confirmada, essa será a primeira morte por leishmaniose viceral do ano no Paraná. Em 2015 foram registrados dois casos da doença em Foz, em uma criança e em um adulto. Ambos estão em tratamento e passam bem. A leishmaniose viceral é um tipo mais grave da doença, e atinge os órgãos internos do paciente, especialmente o fígado e o baço. “A transmissão é feita pela fêmea do mosquito Palha, um tipo ainda menor que o Aedes Aegypti, que pica um animal infectado e depois passa o parasita para o ser humano também por meio da picada”, explicou a enfermeira.

Para diminuir o risco de contrair a doença, a divisão de Epidemiologia recomenda o uso de repelentes e controle dos animais domésticos, os principais hospedeiros do protozoário. “Existem coleiras que protegem os cães do mosquito e o dono deve evitar deixa-lo solto na rua”, recomendou Mara. O mosquito Palha se reproduz em locais com material orgânico acumulado, como folhas e lixos. Assim como na prevenção da dengue, a limpeza dos quitais é fundamental.

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