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Movimento dos "Barbas Compridas" da Polícia Federal é fake Segundo sindicato da categoria imagem compartilhada nas redes sociais é falsa; porém PFs podem realizar manifestação

Segundo sindicato da categoria imagem compartilhada nas redes sociais é falsa; porém PFs podem realizar manifestação


Por: Lauane de Melo

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Uma montagem vem causando polêmica nas redes sociais dos iguaçuenses. A foto postada mostra vários Policias Federais, que atuam na tríplice fronteira, amarrados com fitas vermelhas, todos usando barba.

Intitulada de “barbas crescem na PF até Dilma regulamentar lei”, a postagem já obteve vários compartilhamentos e centenas de likes. Conforme a página Polícia Federal do Brasil, os agentes de Foz do Iguaçu decidiram deixar a barba crescer como sinal de protesto e de vigília, até que a presidenta do país, Dilma Rousseff, cumpra a lei de adicional de fronteira, que está em vigor desde agosto, mas, que até o momento, não beneficiou os policiais.
 

 
Por enquanto, imagem não passa de uma brincadeira, afima a presidente do Sindicato

Pelos comentários dos internautas, a maioria aprovou o “protesto pacífico”. Hoje, conversamos com a presidente do Sindicato dos Policiais Federais em Foz do Iguaçu, Bibiana Orsi. Apesar da repercussão que a imagem causou nas redes sociais, a presidente garantiu que não passa de uma brincadeira. “A foto foi uma montagem, um fake, mas, não significa que o movimento não possa acontecer realmente”, diz Orsi.

Adicional de Fronteira – 
A principal reivindicação dos servidores é para que seja regulamentada a Lei 12.855. O regulamento consiste na chamada Indenização de Fronteira. Esta da o direito ao trabalhador a receber 91 reais a mais no salário, a cada jornada de oito horas trabalhadas em postos de fronteira.

Como hoje não há diferenciação nos salários, a maioria dos servidores não opta por trabalhar nas divisas do país. Por isso, estas áreas possuem um déficit de funcionários, o que dificulta na fiscalização dos produtos que ingressam ao Brasil. Atualmente, cerca de 5 mil servidores têm direito ao benefício, mas ainda não recebem.

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