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Presidente da Associação Plena Paz não comparece para depor na Câmara de Foz do Iguaçu Celso Luis Alves do Amaral voltará a ser convocado por Comissão de Inquérito

Celso Luis Alves do Amaral voltará a ser convocado por Comissão de Inquérito


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Foto: Assessoria
 

Convocado por edital pela Comissão de Inquérito que investiga denúncias contra a Associação Plena Paz, o presidente da entidade, Celso Luis Alves do Amaral não compareceu para depor nesta manhã de sexta-feira (10). O vereador Hermógenes de Oliveira (PMDB), que preside a CI, afirmou que Celso será convocado judicialmente, bem como seu irmão, Breni Antônio Luiz do Amaral, que também não compareceu no último dia 26. Conforme denúncias de outros depoimentos, Celso do Amaral estaria envolvido em desvio de quase R$ 500 mil reais, juntamente com Secretários Municipais de Foz do Iguaçu.

Em março de 2009, foi realizado, na ACDD, um Bazar Beneficente com mercadorias doadas pela Receita Federal no valor de R$ 300 mil. O dinheiro arrecadado totalizou R$ 148 mil e seria usado para reformas na sede da entidade e na construção de uma Escola Profissionalizante para os internos. Segundo o fundador da Plena Paz, Paulo Dentena Roque, esse dinheiro nunca foi investido na Associação.  Ainda sobre esse dinheiro, Roque contou que, mais tarde, Celso teria confessado que o secretário de Obras, Ruberlei Santiago, repassou a verba para o Foz do Iguaçu Futebol Clube reformar o estádio do ABC. Duas testemunhas afirmaram que a arrecadação era recolhida por Celso, Santiago e pelo presidente do Foz Futebol Clube, Loiri José Dalla Corte e levada ao gabinete do secretário como forma de segurança. Em depoimento à Comissão, ambos negaram tal afirmação.

Segundo declaração de Celso do Amaral ao Ministério Público, o ex-secretário da Juventude, Trabalho e Antidrogas, Sidnei Prestes Junior, teria ficado com R$ 18 mil do repasse de R$ 50 mil feito pela Secretaria Antidrogas. “Ele (Celso) me acusou porque deixei de passar R$ 100 mil que vocês, vereadores, aprovaram. Achei prematuro repasse de R$ 150 mil, por isso, desaprovei e encaminhei, em março, toda a documentação ao Ministério Público Estadual. A partir desse momento, ele passou a ser meu inimigo”, disse Prestes Junior.

Os trabalhos da CI expirariam em 15 de setembro, mas estenderam o prazo para mais 90 dias, visto que ainda há muito a ouvir e investigar. Na sexta (10), na ausência do depoente, foi lido um manifesto da Igreja Batista Renovada, justificando que cedeu o espaço para armazenamento das mercadorias doadas pela Receita Federal após solicitação do Pastor Celso e só ele tinha acesso ao salão, que era trancado com cadeado. O único envolvimento que a Igreja teve no Bazar foi através de trabalho voluntário no recebimento, catalogação dos produtos e trabalho como caixa no evento.

Além dos citados, já foram ouvidos pela Comissão a servidora pública, Fátima Dalmagro, o Chefe da Divisão de Proteção Especial de Alta Complexidade da Secretaria Municipal de Assistência Social, Miguel Dal’Olmo de Campos, os pastores Antônio Carlos de Souza e Luiz Carlos Pereira, o contador Delmo Aparecido Bertolazo, e o ex-Presidente do Conselho Municipal de Assistência Social  Eduardo Ribeiro Neto.

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