O Projeto de Canoagem Meninos do Lago, de Foz do Iguaçu, está com inscrições abertas para novos alunos.
Ao total, o projeto de Canoagem Slalom disponibiliza 120 vagas para crianças e adolescentes entre 07 a 17 anos. Serão três turmas. Uma no período da manhã, das 8h45 às 11h30, e duas à tarde, das 14h às 16h30 e das 15h às 17h30. Os treinos acontecem no Canal da Piracema, na Itaipu Binacional.
As inscrições podem ser feitas no escritório da Federação Paranaense de Canoagem (FEPACAN), na Avenida Pedro Basso, nº 647 e são gratuitas. O local atende das 8h30 às 11h30 e das 14h às 17h30.
Os interessados têm até o dia 20 de janeiro para garantir uma vaga e devem ir ao local com os seguintes documentos (cópias):
-Atestado médico de 2017 original;
-Cópia do RG e CPF do atleta e do responsável legal (se menor de idade);
Uma mudança histórica vai transformar o caminho para o exercício da medicina no Brasil e impactar diretamente os milhares de estudantes brasileiros que cursam a graduação no Paraguai e/ou em outros países. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma Medida Provisória (MP) que torna o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) o critério obrigatório para a obtenção do registro no Conselho Regional de Medicina (CRM).
A grande novidade para quem estuda fora do país é que o Enamed substituirá integralmente a primeira fase (teórica) do Revalida. Com isso, médicos formados no exterior e graduados em instituições brasileiras farão exatamente a mesma prova intelectual. A alteração não abrange a segunda etapa do Revalida, que segue exigindo os exames práticos em estações clínicas.
Essa unificação equilibra a busca por espaço profissional no mercado de trabalho. A partir de agora, as regras se tornam iguais para todos: conseguirá o registro médico no Brasil quem realmente se dedicou e aprendeu a profissão, independentemente do país escolhido para cursar a faculdade.
Aplicação semestral e regras de transição
O Enamed passará a ser aplicado obrigatoriamente a cada seis meses pelo Inep. Quem não alcançar o rendimento suficiente poderá refazer o teste nas edições seguintes. As provas serão realizadas de forma descentralizada em todos os municípios brasileiros que oferecem o curso de medicina.
A exigência de proficiência no exame para poder trabalhar na área começará a valer imediatamente para quem ingressar na graduação a partir da data de publicação da MP no Diário Oficial. Médicos formados no exterior que já revalidaram seus diplomas antes da publicação da norma estão totalmente dispensados da avaliação.
Avaliação rígida também durante o curso no Brasil
Manuel Palacios, presidente do INEP. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil.
“O Enamed representa um instrumento para monitorar a formação médica ofertada por instituições públicas e privadas de educação superior”, afirmou o presidente do Inep, Manuel Palacios, em participação no programa “A Voz do Brasil”.
O governo federal utilizará o Enamed para elevar o controle de qualidade do ensino médico de instituições públicas e privadas. O teste será obrigatório para estudantes brasileiros que estão no fim do 4º ano do curso, funcionando como um diagnóstico para identificar deficiências de aprendizagem.
A rigidez se justifica pelos dados das edições passadas:
Na edição de 2025 do Enamed, 32% dos cursos avaliados tiveram desempenho insatisfatório e sofreram sanções, como a suspensão de novos ingressos.
Entre os estudantes de instituições municipais participantes em 2025, apenas 49,7% atingiram o conceito proficiente.
Portas abertas para a Residência Médica
A nota do Enamed continuará valendo também como a parte teórica do Exame Nacional de Residência (Enare). A MP oficializa que os resultados do exame servem como passaporte direto de acesso aos programas de residência médica de especialidades. O texto também cria o Sistema Nacional de Avaliação das Residências (Sinares) para monitorar a formação dos residentes.
Para virar lei definitiva, a Medida Provisória precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. O Ministério da Saúde demonstra otimismo, respaldado por pesquisas recentes onde 88% da população defendeu a obrigatoriedade de um exame de proficiência para os médicos exercerem a profissão.
Inscrições abertas para 2026
A edição de 2026 do Enamed já está com o cronograma em andamento. Os interessados em participar devem realizar as inscrições até o dia 29 de junho, exclusivamente pelo Sistema Enamed.
Há séculos, pescadores na costa do Peru repararam em um fenômeno estranho: de tempos em tempos, os peixes desapareciam das águas do Pacífico perto do Natal. Eles chamaram o evento de El Niño, em referência ao Menino Jesus. Hoje, o aquecimento dessas águas é reconhecido como um dos reguladores naturais mais importantes do clima global. Cientistas acreditam que a versão que acaba de começar poderá entrar para a história. E não pelos melhores motivos.
A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) declarou oficialmente o retorno do El Niño. Os dados mostram que as águas superficiais do Pacífico equatorial já estão significativamente mais quentes do que o normal e a atmosfera começou a responder a esse aquecimento.
As previsões apontam para um agravamento gradual ao longo dos próximos meses. Segundo a NOAA, existe uma probabilidade de 63% de este episódio atingir a categoria de “muito forte” entre o final de 2026 e o início de 2027. Isso o colocaria entre os mais intensos desde o início dos registros modernos, em 1950.
Mas por que alguns décimos de grau no Pacífico preocupam o resto do mundo? O El Niño é a fase quente da Oscilação Sul do El Niño (ENSO), um ciclo climático natural que ocorre, em média, a cada três a sete anos. Quando os ventos alísios enfraquecem, as águas quentes acumuladas no Pacífico ocidental se deslocam para o leste. Essa energia extra altera os padrões de circulação atmosférica e desencadeia uma cadeia de efeitos que influencia o clima em praticamente todos os continentes.
Os impactos variam de região para região. Algumas zonas enfrentam secas prolongadas e risco aumentado de incêndios florestais; em outras áreas, aumenta a probabilidade de chuvas intensas, enchentes e tempestades. Índia, Indonésia, Austrália, partes da África e várias regiões das Américas estão entre as áreas mais vulneráveis.
Além disso, o fenômeno surge em um contexto delicado. O planeta já atravessa um período de aquecimento acelerado devido às emissões de gases de efeito estufa. O último episódio de El Niño, entre 2023 e 2024, contribuiu para que 2024 se tornasse o ano mais quente já registrado na história.
A Agência Espacial Europeia (ESA) revelou que os satélites estão detectando um aumento acentuado nas temperaturas da superfície do mar no Pacífico tropical. Os pesquisadores reforçam que pequenas diferenças de temperatura na superfície representam enormes quantidades de energia armazenadas no oceano, capazes de alterar a circulação atmosférica em escala global.
Apesar dos alertas, os especialistas lembram que o El Niño não determina exatamente o que acontecerá em cada região. O fenômeno aumenta a probabilidade de determinados cenários climáticos, mas não os garante. Ainda assim, os sinais observados até agora são suficientemente fortes para que muitos investigadores já usem apelidos como “super El Niño” ou mesmo “Godzilla”.
Como saber quando se configura o fenômeno El Niño?
O El Niño se configura quando as temperaturas da água persistem acima de, pelo menos, meio grau Celsius por alguns meses nas regiões do oceano chamadas de Niño 3.4, Niño 3 e Niño 2. Elas ficam localizadas entre as latitudes 5 graus ao norte e 5 graus ao sul no Pacífico, ao longo da Linha do Equador.
Não basta apenas o aquecimento do oceano, é preciso haver a resposta da atmosfera em conjunto. O principal sinal de que a circulação atmosférica mudou ocorre quando os ventos alísios, que sopram de leste para oeste na região da Linha do Equador, perdem intensidade.
Isso provoca uma modificação na célula de circulação de Walker. O processo altera o padrão de ventos e a formação das chuvas na troposfera, que é a camada mais baixa da atmosfera. É uma mudança total da circulação atmosférica em praticamente todo o globo. Isso ainda não se consolidou totalmente neste ano.
Quais são os impactos do El Niño no Brasil?
No Brasil, os impactos clássicos do fenômeno costumam incluir secas severas na Amazônia e no Nordeste, chuvas intensas nas regiões Sul e Sudeste, temperaturas elevadas no Centro-Oeste e possibilidade de aumento das queimadas no bioma do Pantanal.
Para o primeiro semestre do ano, o El Niño causa impactos de seca no norte e no leste da Amazônia e no norte do Nordeste. Se o fenômeno persistir no segundo semestre de 2026, poderá trazer impactos para o ano que vem.
Para o Sul do Brasil, o impacto ocorre na primavera do Hemisfério Sul, a partir de setembro. Grandes impactos na região Sul — como os dois episódios de chuvas muito intensas durante o El Niño anterior — aconteceram em setembro de 2023 e depois em abril e maio de 2024. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o aumento das chuvas durante a primavera traz um impacto muito grande para a agricultura.
Caso o El Niño se configure em julho ou agosto, a região Sudeste terá um inverno menos frio do que o normal, com chances de períodos com ondas de calor. O inverno um pouco mais quente no Sul, Sudeste e em parte do Centro-Oeste pode trazer problemas associados, como o atraso na próxima estação chuvosa. Atualmente, os reservatórios do Sudeste enfrentam problemas. Se a seca persistir, a situação pode ser agravada para o ano que vem.
Governo Federal instala Sala de Situação Interministerial
Ministro Waldez Goés no Bom Dia, Ministro. Foto: Reprodução/Agência Brasil.
O governo federal instalou uma Sala de Situação Interministerial para preparar respostas e gerenciar possíveis desastres provocados pelo “Super El Niño”, previsto para afetar diferentes regiões do país a partir de julho. A estrutura é coordenada pela Casa Civil e conta com a participação do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pelo Canal Gov, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o ministro do MIDR, Waldez Góes, apresentou as ações de mitigação do fenômeno no Brasil. Góes destacou que a sala de situação criada unifica os esforços de 20 ministérios e demais órgãos.
“O Brasil está preparado permanentemente, está em vigilância e mobilizado permanentemente para dar respostas à sociedade.”
A estrutura da Sala de Situação permite o acionamento de recursos extraordinários e o planejamento integrado de ações. O trabalho envolve as Forças Armadas, Polícia Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), estados e municípios.
Órgãos de monitoramento, como o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), fornecem dados técnicos continuamente.
“Temos um plano de contingência, um plano de enfrentamento e também todo um nivelamento em nível de governo federal e uma comunicação muito intensa e permanente com os estados e municípios. É muito frequente, às vezes, dependendo da situação, termos reuniões até diárias. Damos, também, um espaçamento semanal para nos reunirmos com os atores locais do território”, explicou o ministro na entrevista.
O ministro destacou que a comunicação também é distribuída por meio de pastas que têm políticas públicas específicas, como Saúde, Povos Indígenas e de Direitos Humanos e Cidadania. Essas pastas mantêm canais diretos e escuta ativa com lideranças de comunidades locais.
Planos de contingência ativos
O governo federal alertou que a eficiência da tecnologia depende diretamente da organização por meio de um plano de contingência ativo que seja conhecido pela população.
“Não podemos dar um alerta extremo a uma comunidade sem que aquela comunidade já tenha tido o mínimo contato com aquele tipo de serviço público.”
A liderança local — envolvendo prefeituras, escolas, igrejas, imprensa regional e comunicadores locais — deve garantir que as rotas de fuga estejam devidamente sinalizadas e que os abrigos públicos estejam estruturados antes da ocorrência de desastres climáticos.
“Já deve haver a sinalização daquela área que será atingida, a orientação do local mais seguro onde as pessoas devem se abrigar. O apoio institucional serve não só para as pessoas, mas também para retirar os objetos do local”, completou o ministro.
Sistema Defesa Civil Alerta vai avisar a população pelo celular
O ministro destacou o funcionamento do Defesa Civil Alerta. A ferramenta utiliza o sistema de transmissão via telefonia celular para o envio de alertas de emergência, com o objetivo de prevenir e mitigar os impactos causados por desastres.
O sistema opera de forma independente de cadastros prévios do cidadão ou até mesmo do pagamento da conta telefônica. O conteúdo dos alertas é de responsabilidade das defesas civis de estados e municípios e aparece diretamente na tela do smartphone.
“O telefone das pessoas vai travar. Mesmo que a pessoa esteja assistindo a um filme no YouTube, o alerta vai chegar. Nós não dependemos de cadastramento nem de conta paga para a mensagem chegar ao cidadão”, disse o ministro.
A classificação técnica estabelecida pela Defesa Civil para o evento climático varia conforme o nível de gravidade e o risco de ocorrências de desastres naturais e eventos climáticos extremos, como enchentes, deslizamentos de terra e desabamentos de construções:
Alerta Severo: funciona como um primeiro aviso de alta relevância. É emitido quando há tempo hábil para que a população tome medidas preventivas e se prepare para deixar a área de risco se as condições piorarem;
Alerta Extremo: é o comando definitivo de evacuação imediata do local, orientando para que o cidadão se dirija ao abrigo mais próximo.
Durante a entrevista, o ministro explicou que o acionamento da ferramenta deve seguir critérios rigorosos para evitar a banalização do canal. A tecnologia é complementar às já existentes, como as mensagens da Defesa Civil via SMS e os avisos que aparecem automaticamente na tela da TV por assinatura durante a programação.
Cultura do Risco: a importância da prevenção
Por fim, o ministro convocou a sociedade civil e os entes públicos a consolidarem o que chamou de “cultura do risco” no Brasil. Esse é um esforço conjunto que envolve a atuação do poder público, do setor privado e a conscientização do cidadão.
O ministro defende que o risco de desastres naturais deve ser enxergado de forma antecipada. A estratégia deve integrar as esferas local, regional e nacional para mitigar o impacto de eventos extremos diante da imprevisibilidade e da velocidade com que os fenômenos climáticos têm se manifestado no país.
Uma das ferramentas práticas destacadas para a consolidação dessa mentalidade é a realização periódica de exercícios simulados de evacuação.
“Os municípios que estão em zonas de maior risco devem fazer a simulação para a comunidade, criando a cultura de lidar com o risco. Se passarem dez anos sem ter problemas, excelente! Mas se acontecer, o protocolo já está internalizado em cada cidadão.”
Góes ressalta ainda que, quando a autoridade da defesa civil emitir um alerta na tela do celular — seja ele Severo ou Extremo —, a reação de busca por abrigo deve ser automática.
“Se uma autoridade emite um alerta, é preciso respeitar. Para isso, o cidadão tem que conhecer, conviver, participar e aprender a lidar com a situação”, finalizou o ministro.
Pesquisadores da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) desenvolveram uma alternativa sustentável para a produção de alimentos. O estudo utilizou borra de café e resíduos de poda de gramas ornamentais como substrato para cultivar o cogumelo Pleurotus ostreatus, popularmente conhecido como shimeji.
A pesquisa foi conduzida no âmbito do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Energia e Sustentabilidade (PPGIES). O artigo científico com os resultados foi publicado no International Journal of Food Science and Technology, periódico internacional da Oxford University Press.
A equipe de cientistas buscou responder se os resíduos gerados diariamente em ambientes urbanos e agroindustriais poderiam ser reaproveitados de forma eficiente. Para isso, os pesquisadores testaram diferentes combinações entre a borra de café e duas espécies de gramas comuns no Brasil: a grama-esmeralda (Zoysia japonica) e a grama-tifton (Cynodon spp. cv. Tifton 85).
Eficiência biológica surpreende pesquisadores
Os testes mostraram que os substratos compostos apenas por grama não permitiram o nascimento dos cogumelos. No entanto, as misturas combinadas trouxeram excelentes resultados para o desenvolvimento do shimeji.
A formulação com melhor desempenho uniu 50% de borra de café e 50% de grama-esmeralda. Essa combinação alcançou uma eficiência biológica de 106,6% — índice que mede a capacidade de conversão do composto em biomassa de cogumelos. O rendimento foi comparável e, em alguns casos, superior aos substratos tradicionais do mercado. Outro ponto positivo foi que os cultivos com misturas contendo grama apresentaram até três ciclos de frutificação.
Foco na economia circular e agricultura
A professora e pesquisadora Márcia Becker destaca que o principal ganho do trabalho é a valorização de materiais que normalmente iriam para o lixo. A proposta ajuda a reduzir os impactos ambientais e promove a economia circular ao manter os recursos em uso pelo maior tempo possível.
Embora o cultivo exija controle rigoroso em laboratório, os princípios da pesquisa podem inspirar projetos práticos na região de Foz do Iguaçu, como:
Iniciativas de agricultura familiar;
Projetos comunitários e hortas urbanas;
Ações de educação ambiental;
Experiências domésticas de cultivo em pequena escala.
O estudo reforça o papel da UNILA na produção de conhecimento científico de alcance internacional conectado diretamente com soluções sustentáveis para o cotidiano.
O Concurso 3.020 da Mega-Sena, realizado na última quinta-feira (18), não teve ganhadores na faixa principal. Com isso, o prêmio acumulou e está estimado em R$ 42 milhões para o sorteio de hoje.
Apesar de ninguém levar o prêmio máximo, a quina saiu para duas apostas de Foz do Iguaçu. No total, 59 apostadores acertaram os cinco números em todo o país, e cada um vai receber R$ 26.657,14. O estado do Paraná teve três bilhetes premiados nesta categoria, sendo dois de Foz e um de Curitiba.
As duas apostas premiadas na quina em Foz foram registradas nos seguintes locais:
Cataratas Loterias (Aposta física e simples)
Lotérica Itaipu (Aposta física e simples)
Quadra premia nove apostas locais
A Mega-Sena também premiou 4.314 apostas que acertaram quatro dezenas. Cada um desses bilhetes faturou R$ 600,94.
Em Foz do Iguaçu, nove apostas acertaram a quadra. Os sortudos registraram seus jogos nos seguintes estabelecimentos locais e canais digitais:
Brasil Loterias (Aposta física e simples)
Cataratas Loterias (Aposta física e simples)
Itaipu Loterias (Aposta física e simples)
Lotefoz (Aposta física e simples)
Lotérica Porto Seguro (Aposta física e simples)
Lotérica Três Lagoas (Aposta física e simples)
Internet Banking Caixa (Aposta física e simples)
Canais Eletrônicos Caixa (Duas apostas digitais e simples)
Como apostar no sorteio de hoje
Os interessados em concorrer ao prêmio de R$ 42 milhões têm até as 19h (horário local / 20h no horário de Brasília) deste sábado (20) para registrar os jogos.
As apostas podem ser feitas em qualquer casa lotérica do país. Também é possível jogar pela internet, utilizando o aplicativo Loterias Caixa ou o site oficial de loterias da instituição. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6,00.