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sex, 18 de set 2026

Projeto Meninos do Lago vai dobrar de 120 para 240 o número de vagas

Foto: Rubens Fraulini

O diretor-geral brasileiro de Itaipu, Luiz Fernando Vianna, anunciou a ampliação das parcerias com os projetos esportivos Meninos do Lago, de canoagem, e Jovens Atletas – Campeões do Futuro, de atletismo. A ideia é dobrar o número de vagas da canoagem – de 120 para 240 – e aumentar o atendimento do atletismo, passando de 120 para 160 atletas beneficiados. Outra novidade, em relação ao projeto de canoagem, é a inclusão de escolas particulares.

O anúncio foi feito na última sexta-feira, 02, na sala de reuniões da diretoria, no Centro Executivo, durante recepção do diretor a um grupo de canoístas do Instituto Meninos do Lago (IMEL), de corredores do Instituto do Atletismo de Foz do Iguaçu e de dirigentes e gestores dos projetos. Foi o primeiro contato de Vianna com a delegação esportiva.

Participaram do encontro os canoístas Ana Sátila, Guilherme Rodrigues, Omira Estácia, Leonardo Curcel e Felipe Borges, todos atletas do IMEL. O grupo participa nesta semana de competições internacionais na Europa representando o Brasil. O presidente da Confederação Brasileira de Canoagem, João Tomasini Schwertner, e o presidente do Instituto Meninos do Lago, Argos Gonçalves Dias Rodrigues, acompanharam os atletas.

Victória Nieradka, estrela do atletismo da cidade; os atletas do lançamento de martelo Álvaro Aluízio Locatelli, Rallison Thomas, Graciele Pizam; além dos saltadores Alexandre Vinícius Silva e Indiamara de Oliveira também estiveram presentes. Eles estavam acompanhados do treinador Sérgio Muniz dos Santos e a presidente do Instituto de Atletismo de Foz do Iguaçu, Marcilene Muniz.

Durante o bate-papo, os parceiros mostraram os bons resultados obtidos nos últimos anos graças ao patrocínio de Itaipu aos projetos esportivos. Vianna, entusiasta dos esportes, elogiou e incentivou o grupo a continuar trabalhando para representar bem Foz do Iguaçu e o Brasil nas competições. Falou também da importância de Itaipu apoiar esses programas na formação de jovens talentos.

Escolas particulares

Além da ampliação das vagas no projeto Meninos do Lago, outra novidade é a possibilidade de participação das escolas particulares no programa. A contrapartida das escolas será a oferta de bolsas escolares para alunos carentes. As tratativas para essa parceria já foram iniciadas e os coordenadores do programa vão se reunir com as escolas particulares da região.

Para Márcio Bortolini, da assistência da Diretoria Geral de Itaipu, essa será uma oportunidade para novos talentos ingressarem no Meninos do Lago, hoje reconhecido pelos bons resultados. “Antes o programa era ‘blindado’, estudantes de escolas particulares não poderiam participar”, resume. “Agora ele será mais aberto”.

A Secretaria de Esportes do município também se comprometeu a bancar 13 bolsas-atletas, com valores que variam de R$ 200 a R$ 600.  Essas bolsas serão destinadas aos canoístas que se destacarem no projeto visando o Campeonato Mundial de Slalom Júnior e Sub-23, que serão disputados na Itália. Em relação ao Jovens Atletas – Campeões do Futuro, a Itaipu renovou por quatro anos o convênio, que possibilitou a abertura de novas vagas.

Como participar

Para se inscrever no projeto Meninos do Lago, o jovem precisa ter entre 9 e 17 anos e estar matriculado em escola da rede pública (ou nas instituições particulares conveniadas com o projeto). É necessário entrar em contato com a Federação Paranaense de Canoagem (Fepacan) e respeitar o limite de vagas. A permanência no projeto depende da participação escolar: o canoísta não pode faltar às aulas, nem ser reprovado.

A participação no atletismo respeita às mesmas exigências escolares. A inscrição é feita diretamente no Ginásio Costa Cavalcanti, onde ocorrem os treinos, com o treinador Sérgio Muniz dos Santos, o Quick, em horário comercial. A inclusão no projeto também dependerá do número de vagas.

Sobre o IMEL

O Projeto Social Meninos do Lago atende atualmente mais de 120 jovens e adolescentes que são a base para a formação de novos atletas do Instituto Meninos do Lago. Hoje o IMEL é considerado a melhor escola em termos de resultados na prática da Canoagem Slalom no Brasil.

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Um bolão com nove cotas feito em Presidente Venceslau (SP) acertou as seis dezenas do Concurso 3.059 da Mega-Sena, sorteado na noite desta quinta-feira (17). Os apostadores vão dividir o prêmio principal de R$ 101.970.706,13. A aposta foi registrada na lotérica Cantinho da Sorte e continha sete números marcados.

Os números sorteados foram: 01 – 02 – 07 – 18 – 33 – 35.

Quina no Paraná e prêmios em Foz do Iguaçu

Na faixa de cinco acertos (Quina), 98 apostas foram contempladas em todo o país, recebendo R$ 31.664,29 cada. Cinco dessas apostas foram feitas no Paraná, nas cidades de Colombo, Curitiba, Farol, Paranapoema e Toledo.

Já na quadra (quatro acertos), 6.697 apostas ganharam R$ 763,77. Em Foz do Iguaçu, 12 bilhetes foram premiados:

  • Casa de Ouro Loterias: 1 aposta simples (7 números) — R$ 2.291,31
  • Internet Banking Caixa: 1 aposta simples — R$ 763,77
  • Itaipu Loterias: 1 aposta simples — R$ 763,77
  • Lotefoz: 2 apostas simples — R$ 763,77 cada
  • Canais Eletrônicos (site/app): 3 apostas simples — R$ 763,77 cada
  • Lotérica Itaipu: 2 apostas simples — R$ 763,77 cada
  • Lotérica Porto Seguro: 2 apostas simples — R$ 763,77 cada

 

Próximo sorteio

O prêmio estimado para o próximo concurso, que será realizado no domingo (20), é de R$ 28 milhões.

As apostas podem ser registradas até as 22h (horário de Brasília) de sábado (19), em qualquer unidade lotérica credenciada ou pelos canais digitais da Caixa Econômica Federal. O jogo simples, com seis números, custa R$ 6.

 

Foz Destino Inteligente iniciou uma discussão que ganhou força: “Foz é uma cidade para quem mora ou para quem visita?”.

Uma pesquisa foi lançada para ouvir quem realmente vive na cidade. O levantamento foi apresentado no dia 2 de setembro, em um encontro com lideranças de bairros no Sebrae, e quer entender como os moradores percebem os impactos do turismo no dia a dia. A ideia é descobrir se o crescimento do turismo também é percebido por quem mora aqui e quais são os principais pontos positivos e desafios para a população.

Foto: Urbia+Cataratas/Divulgação.

Foz é referência em turismo:

Com as Cataratas do Iguaçu, Itaipu e a Tríplice Fronteira, a cidade recebe visitantes do Brasil e do mundo e tem o turismo como uma das principais forças da economia local. Em 2026, as Cataratas ultrapassaram 1 milhão de visitantes ainda no primeiro semestre, 13,8% a mais que no mesmo período de 2025. E, em maio, a ocupação hoteleira chegou a 71%, o maior resultado para o mês na história. 

Mas será que esse crescimento também é sentido pelos moradores?

 

E quem mora aqui?

Foz é uma cidade que recebe, acolhe e vive do turismo. Mas, antes de ser destino, também é casa para milhares de pessoas. Quem mora aqui convive diariamente com os efeitos desse movimento, seja no trânsito, nos espaços públicos, nos serviços, no comércio ou na própria infraestrutura da cidade.

E como esse crescimento transforma a vida de quem está aqui todos os dias?

 

O turismo melhora a cidade?

O turismo movimenta a economia, gera empregos e impulsiona investimentos em infraestrutura, comércio e serviços.

Mas quanto desse desenvolvimento também melhora a vida de quem mora aqui?

Porque uma cidade turística não é feita só dos lugares que aparecem nos cartões-postais,  também é feita pelos bairros, pelas ruas e pelas pessoas que vivem aqui o ano inteiro.

 

E o que os moradores acham? 

Para quem vive em Foz, o turismo faz parte da rotina. Ele traz empregos, movimenta o comércio e gera oportunidades, mas também existem pontos que ainda precisam melhorar. É justamente essa percepção que a pesquisa quer entender: como os moradores enxergam o turismo e quais mudanças gostariam de ver na cidade.

Nem tudo que cresce, cresce para todos.

 

Uma cidade para todos

Porque Foz não é só um destino para quem visita. É também o lugar onde milhares de pessoas vivem todos os dias.

E para você: o turismo está tornando Foz uma cidade melhor para quem mora aqui?

 

 

Foto em destaque: Amanda Zelinski/Portal ClickFoz

O Observatório Social do Brasil em Foz do Iguaçu (OSB-FI) reuniu especialistas e representantes de diferentes setores para discutir os principais desafios e como melhorar a saúde pública municipal. O debate ocorreu no último dia 15, durante o Encontro de Voluntários da entidade, e enfocou os indicadores do setor, financiamento e gestão.

O presidente do Observatório, Haralan Mucelini, fez a apresentação do tema. Em seguida, as abordagens foram da sanitarista Larissa Menezes (Secretaria Municipal de Saúde); Pabla Viviana Jungblut (diretora da 9.ª Regional de Saúde); Adnan El Sayed (presidente da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores); Khalid Omairi (presidente do Conselho Municipal de Saúde – Comus); Dr. Sergio Fabriz (diretor-geral do campus da Unioeste/Foz); Flávia Trench (coordenadora do curso de Medicina da Unila); e Dra. Gladys Velez Benito (vice-coordenadora do curso de Saúde Coletiva da Unila).

Um dos pontos de partida do diálogo foi o desempenho de Foz do Iguaçu no Índice Ipardes de Desenvolvimento Municipal (IPDM). A cidade aparece na 117.ª posição no índice geral e cai para a 242.ª colocação em saúde. São considerados na avaliação quesitos como acompanhamento pré-natal, óbitos por causas mal definidas, mortalidade infantil por causas evitáveis e mortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis.

Financiamento e a complexidade da fronteira

Ao desempenho no IPDM, o controlador social agregou o financiamento da saúde, chamando atenção para o peso do setor no orçamento e para o desequilíbrio no financiamento tripartite — entre União, estado e município. Haralan Mucelini destacou que a condição de fronteira acrescenta complexidade ao financiamento, já que Foz atende a demandas de pessoas da região e de outros países, propondo mecanismos de financiamento para municípios fronteiriços.

“Ao discutirmos indicadores, baseados em dados e critérios, não caímos na crítica pela crítica. O debate sobre os desafios do setor, com representantes de quem está na linha de frente do atendimento, mostra que precisamos e podemos construir uma agenda única para a saúde, como sendo uma pauta de toda a cidade, e não somente do gestor do momento”, afirmou o presidente do OSB-FI.

Diagnóstico e visões dos especialistas

Painel reuniu expositores que atuam na saúde, em instituições municipais, estaduais e federais. Foto: Erica de Faria/OSB-FI.

Durante o painel, os convidados apresentaram dados e análises sobre o cenário local:

  • Larissa Menezes: Enfatizou a complexidade da fronteira, destacando que Foz tem menos de 300 mil habitantes, mas registra mais de 450 mil cartões do SUS. Mencionou que o Hospital Regional deverá ser efetivado e que quatro Unidades Básicas de Saúde (UBS) estão em construção.
  • Pabla Jungblut: Elencou as ações do Estado, como a abertura de leitos e contratação de serviços hospitalares, apontando a falta de mão de obra especializada como um desafio central.
  • Adnan El Sayed: Citou a atuação da Comissão de Saúde da Câmara para contribuir com soluções diante da superlotação de leitos hospitalares.
  • Khalid Omairi: Destacou a importância do controle social e da participação da comunidade na qualificação do SUS, propondo uma parceria permanente com o Observatório Social.
  • Dr. Sergio Fabriz: Afirmou que os indicadores disponíveis não traduzem com precisão o desempenho da saúde local e apontou que o modelo de Saúde Plena não foi pactuado adequadamente, sobrecarregando a prefeitura com o custeio do hospital.
  • Flávia Trench: Defendeu que o município deve focar na atenção primária, prevenção e promoção da saúde, deixando as demais complexidades para os governos estadual e federal.
  • Dra. Gladys Velez Benito: Defendeu maior integração na região trinacional para enfrentar os desafios do setor, destacando o papel estratégico das universidades nesse processo.

 

Prestação de contas do quadrimestre

No evento, o Observatório Social apresentou seu segundo relatório quadrimestral de atividades (de maio a agosto), como prestação de contas à sociedade. O vice-presidente para Assuntos de Controle Social, Marco Castella, detalhou as ações da entidade no debate sobre o transporte coletivo, na saúde pública, na fiscalização de obras de pavimentação e na apuração de eventual situação de nepotismo em contratações públicas.

O relatório completo da entidade está disponível para consulta no site oficial do órgão (fozdoiguacu.sistemaosb.com.br).

 

 

 

Foto em destaque: Erica de Faria/OSB-FI

A Xiaomi divulgou o primeiro teaser oficial do Xiaomi 18 Pro na rede social chinesa Weibo, confirmando a permanência da tela secundária no painel traseiro. O novo topo de linha da fabricante chinesa tem lançamento previsto no mercado asiático para o final deste mês e trará ferramentas de inteligência artificial integradas diretamente ao display posterior.

Segundo a fabricante, a decisão de manter a tela traseira vem do alto engajamento no Xiaomi 17 Pro. A empresa registrou mais de 4 milhões de interações diárias em cartões de aplicativos e o download de 3,5 milhões de papéis de parede por dia no modelo anterior.

Processador de ponta e mudanças no design

O teaser divulgado mostra a palavra “Generating” no painel traseiro, indicando que o display secundário poderá criar conteúdos e imagens por IA em tempo real. No conjunto de câmeras, o modelo preserva o módulo horizontal assinado pela Leica com três sensores.

Entre as novidades vazadas pelo leaker Digital Chat Station, o smartphone deve apresentar:

  • Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro: Estreia do novo processador de alto desempenho da Qualcomm;
  • Borda reduzida: Molduras mais finas ao redor do display traseiro;
  • Novo botão físico: Tecla lateral dedicada que pode servir como atalho para funções de IA;
  • Ajustes estéticos: Reposicionamento do logotipo da Leica e da câmera frontal.

 

Rumores da indústria também apontam para uma bateria de maior capacidade e um modo de privacidade na tela secundária similar ao do concorrente Samsung Galaxy S26 Ultra.

Disponibilidade no mercado global

Apesar do apelo global, a Xiaomi ainda não informou se o Xiaomi 18 Pro sairá da China. Vale lembrar que os modelos 17 Pro e Pro Max, lançados em setembro do ano passado, ficaram restritos ao mercado chinês.

A mesma dúvida paira sobre o dobrável Xiaomi 18 Fold, apresentado durante a feira de tecnologia IFA, em Berlim, e oficializado na China no início deste mês, ainda sem confirmação de vendas no Ocidente.

 

Foto em destaque: Reprodução/Xiaomi

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