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Foz do Iguaçu

Sistema de câmeras "inteligentes" pode monitorar Ponte da Amizade Prazo total para a execução do projeto é de seis meses

Prazo total para a execução do projeto é de seis meses


Por: Lauane de Melo

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A Ponte da Amizade pode receber um sistema equipado com câmeras inteligentes, capazes de fazer o reconhecimento facial e alertar sobre atitudes suspeitas, integrado às forças de segurança do Brasil e Paraguai.

A medida foi apresentada na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu (Codefoz) da última quarta-feira, 13, como parte de um pacote de ações que tem a segurança como foco.

Cerca de 80 pessoas participaram do encontro, que reuniu a comunidade, representada por líderes de associações de bairros, e pessoas ligadas aos órgãos de segurança do Brasil, Paraguai e Argentina. O próximo será no início de maio.

A instalação é prevista em um projeto executivo desenvolvido pela Câmara Técnica de Segurança Pública do Codefoz, coordenado pelo chefe da Assessoria de Informações de Itaipu, coronel Carlos Roberto Sucha.

O prazo total para execução do projeto é de seis meses. Os estudos começaram em 18 de fevereiro. A previsão é que ele esteja pronto em quatro meses, coincidindo com o fim das obras de revitalização da ponte. O trabalho tem participação do Centro de Estudos Avançados em Proteção de Estruturas Estratégicas (Ceape²), criado pela Itaipu e pela Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI) em 2015.

“O sistema é inteligente, podendo identificar comportamentos anormais como, por exemplo, o de uma pessoa que passa muito tempo parada e observando o rio, conduta típica de um suicida”, explicou Sucha. Em uma situação como esta, ele emitiria um alerta às forças de segurança antes da ocorrência.

Na atual fase do projeto, forças de segurança de ambos países estão sendo consultadas para que a proposta atenda as necessidades dos órgãos. “Cada órgão, brasileiro ou paraguaio, tem sua maneira de atuar. Não adianta, por exemplo, colocarmos os equipamentos em quantidade sem conhecermos profundamente a cultura desses órgãos, para atendermos às suas demandas”, disse o coronel.

O investimento dependerá do tamanho da estrutura a ser definida. “Fizemos algumas prospecções, mas acreditamos que o custo será menor do que previsto, com um projeto executivo bem planejado”.

De acordo com Sucha, todas as propostas da Câmera Técnica têm como premissa antever em vez de reagir. “A segurança deve estar no berço dos projetos, ser intrínseca a eles, incluir ações estruturantes, e não ser inserida apenas após estarem concluídos”.

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