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Testemunhas do IDEB começam a ser ouvidas pela Comissão Especial em Foz do Iguaçu Depoimentos foram colhidos na manhã desta segunda-feira (11), no plenário da Câmara de Vereadores

Depoimentos foram colhidos na manhã desta segunda-feira (11), no plenário da Câmara de Vereadores


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Começaram a ser ouvidas nesta segunda-feira (11), no plenário da Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu, as testemunhas, por parte da Comissão Especial criada pelo Legislativo iguaçuense, para investigar os resultados obtidos pelo município na avaliação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, IDEB.

 

Foto: Rafael Guimarães / Clickfoz
Vereadores Nilton Bobato (esq) e Fernando Duso (dir) argumentam com os professores antes dos depoimentos

 

 A primeira testemunha a ser ouvida, foi a atual secretária de Educação de Foz do Iguaçu, Shirlei Ormenese de Carvalho. Em 2012, ela era diretoria da Escola Municipal Santa Rita de Cássia, primeira colocada do IDEB, com média de nota de 8,6, mesma da Escola Carmélia Dramis Malaguti, de Itaú de Minas, em Minas Gerais. Outras duas escolas de Foz do Iguaçu na época tiveram nota acima de 8. Em terceiro, a Escola João Paulo I, com 8,3 e em quarto, a Escola Benedicto Cordeiro, com 8,2.

 
Durante seu depoimento, a secretária Shirlei Ormenese se manteve calma. Ela respondeu a perguntas feitas pelo Presidente da Comissão Especial, vereador Dilto Vitorassi (PV), Relator Nilton Bobato (PC do B) e Membro Fernando Duso (PT). Questionada se alunos de rendimento inferior foram evitados de fazer a prova, Shirlei disse não acreditar que possa ter ocorrido esse procedimento. O momento de maior tensão foi quando Vitorassi perguntou questões relacionadas às outras escolas da cidade. “Quem deveria responder por isso, é a secretária anterior, Joane Villela”, limitou-se a ex-diretora da Escola Santa Rita de Cássia.
 
A segunda testemunha a ser ouvida, foi a Chefe do Núcleo Regional de Educação, professora Ivone Müller. O governo estadual era o responsável por aplicar as provas no município. Segundo Müller, por questão de logística as provas não foram aplicadas em um único dia. “A Secretaria Municipal de Educação queria que fosse aplicado tudo de uma vez, mas por uma questão de logística, isso não foi possível”, declarou. A última testemunha ouvida no dia, foi a diretora da Escola Benedicto João Cordeiro, Ivone Nieradka.
 
Antes dos depoimentos começarem, por volta das 10h30, houve um princípio de tumulto, por conta de professores da rede municipal de ensino que queriam acompanhar os relatos no plenário da Câmara, mas foram impedidas por determinação do presidente da Comissão Especial, Dilto Vitorassi, alegando “não se sentir seguro com a presença dos professores”. Os trabalhos da Comissão Especial continuam nos próximos dias.  
 

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