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Foz do Iguaçu

Transporte público de Foz do Iguaçu paralisa em esquema "pega e para" Reivindicações da classe não foram atendidas pelas empresas

Reivindicações da classe não foram atendidas pelas empresas


Por: Garon Piceli

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A greve foi decidida em assembleia realizada na noite de segunda-feira (05). O Sindicato dos Rodoviarios não aceitaram a proposta patronal de aumento salarial de 6% e paralisaram na manhã de terça-feira em esquema “pega e para”, para manter os 30% de greve prevista em lei.

Fotos: Garon Piceli – Clickfoz
Os ônibus ficaram concentrados na terceira pista da avenida JK

Greve – As primeiras linhas da manhã funcionaram normalmente. Às 9h todos os ônibus estavam sendo convidados a pararem para mantê-los na terceira pista da avenida JK, no centro de Foz do Iguaçu.

Nereu Claro da Silva, presidente em exercício do sindicato, comentou que o patronal estava realizando uma pressão para que os trabalhadores não seguissem ordem a ordem de greve, contudo nenhum boletim de ocorrência foi registrado por agressão.

Caso os motoristas não aceitem aderir a greve os sindicalizados estavam apostos a badernaço ou murchar os pneus dos ônibus. Há 10 anos que não acontece uma mobilização do tamanho que está sendo proposta.

Ariane Ferreira: "Quem sai prejudicado são os trabalhadores"

Usuários – Em um dos pontos de ônibus mais movimentado da cidade, na frente da Caixa Econômica Federal, a movimentação era grande. Muitas pessoas foram pegas de surpresas e apresentavam certa agitação quando ficam sabendo que não haveria ônibus até às 11h.

Ariane Matias Ferreira, trabalhadora do Chocolate Caseiro na Avenida das Cataratas, disse que a greve é uma falta de respeito as pessoas que necessitam do transporte. “Agora não tenho como seguir o meu trabalho. Nós trabalhadores não deveriamos sair prejudicados”, comenta indignada.

Andrea Valquere, porém, já acha justo a devida greve “para que possa capitalizar melhorias para o sistema de transporte urbano, tão precário na cidade”, diz. Andrea usuária da linha “Vila A” disse ter notado uma melhoria no sistema em comparação com anos anteriores, mas acha que os horários poderiam ser adequados a realidade do passageiro. “Deveriam ter mais rotas alternativas  e os horários deveriam ser mais alternados”, orienta.

Milton Camilo usa todos os dias a linha “Três Bandeiras” e revela que os moradores de seu bairros já realizaram vários protestos contra os horários praticados pela empresa. “O ônibus poderia passar de 30 em 30 minutos, isso já melhoria muito a nossa vida”. 

 

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