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Unila tem mais um projeto com vagas abertas Trabalho com paisagens sonoras na fronteira está com inscrições até o dia 21 de março

Trabalho com paisagens sonoras na fronteira está com inscrições até o dia 21 de março


Por: Lauane de Melo

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Sensibilizar os ouvidos para a diversidade de sons que circulam na fronteira é um dos objetivos do projeto de extensão da Unila “Paisagem Sonora da Tríplice Fronteira: escuta, percepção e criação de espaços sonoros”. A ação está com inscrições abertas até 21 de março. Podem participar discentes, docentes e técnico-administrativos da universidade, além de moradores da região.
 

Foto: Assessoria
Inscrições para o projeto podem ser feitas até o dia 21 de março

A inscrição deve ser feita pelo e-mail manuel.corman@gmail.com (com cópia para kira.pereira@unila.edu.br e virginia.flores@unila.edu.br), no qual deve constar nome, idade, local de residência e um texto com breve relato com os motivos de interesse pelo projeto.

Os encontros de formação estão divididos em três ciclos (Brasil, Argentina e Paraguai) e serão semanais, com duração de 1h30, na Unila Centro. No ciclo inicial, busca-se formar multiplicadores de conhecimento, para ajudar outras pessoas da região a captar sonoridades e sensibilizar-se com os sons dos locais onde vivem.

As atividades contemplam, também, caminhadas sonoras, incluindo viagens a diferentes localidades da Tríplice Fronteira e, ainda, oficinas itinerantes. Caso o interessado não tenha disponibilidade para o ciclo de formação, pode participar apenas das caminhadas.

“O projeto busca ampliar as sensibilidades sonoras anestesiadas – principalmente nas cidades -, abrir os ouvidos para perceber os detalhes dos lugares e ter outras percepções do mundo, em um momento da sociedade contemporânea que se fixa na visão”, explica Kira Pereira, professora de Cinema e Audiovisual da UNILA e coordenadora do projeto.

Além de propor reflexões acerca da composição dos diferentes espaços sonoros da região, o projeto irá trabalhar com exercícios de escuta, registro e, também, de arquivamento de paisagens sonoras, que estão em constante transformação. Os arquivos resultantes das gravações destas ambiências sonoras poderão futuramente ser usados para pesquisas de ecologia sonora e para criações artísticas.

“O desenvolvimento das escutas, além de propiciar o conhecimento do lugar onde estamos, também pode ser uma poderosa ferramenta de criação. Quando trabalhamos construindo os ambientes (ou cenografias sonoras) dos filmes, pesquisamos e consultamos arquivos de sons para obter gravações de diferentes espécies", afirma Virgínia Flores, professora do curso de Cinema e Audiovisual da Unila.

 

 

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