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Vereadores ouvem médicos, dirigentes da Fundação do HM e da Pró-saúde para esclarecer impasse envolvendo hospital Médicos ameaçam paralisar atendimento, novamente, a partir de segunda-feira, mas vários programas já foram afetados, como a residência médica e as cirurgias eletivas

Médicos ameaçam paralisar atendimento, novamente, a partir de segunda-feira, mas vários programas já foram afetados, como a residência médica e as cirurgias eletivas


Por: Garon Piceli

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Proposta pelo vereador Nilton Bobato (PCdoB), a Comissão de vereadores, composta também pelos vereadores Luiz Queiroga (DEM) e Anice Gazzaoui (PT), instituída para acompanhar o processo de transição e instalação da Fundação do Hospital Municipal, ouviu médicos, equipe de enfermagem e demais funcionários; e dirigentes da Fundação do HM e da OS Pró-saúde, na manhã desta sexta-feira (28), dando prosseguimento as atividades de acompanhamento da Comissão.

Os vereadores foram averiguar se a situação, principalmente referente à contratação dos médicos do hospital, havia sido regularizada. Mas, ao contrário das últimas informações prestadas pelo município a vários veículos de comunicação, a condição relatada pelos médicos, enfermeiros e demais funcionários da unidade permanece instável e sem previsão para solução.

Os cerca de 130 médicos, além da equipe de instrumentadores, continuam sem receber os pagamentos desde abril. Os prestadores de serviços de lavanderia, lixo hospitalar e outros fornecedores da cidade também estão à espera de pagamento. Além da falta de pagamentos, a Fundação ainda não efetivou os contratos com os funcionários.

A falta de vínculo somada à falta de pagamento já paralisaram as cirurgias eletivas e o programa de residência médica. Segundo informações dos funcionários, como não há procedimentos cirúrgicos, os médicos residentes ficam ociosos. Os funcionários também informaram que apenas cirurgias de emergência estão sendo realizadas. Sem contrato, os funcionários temem pela falta de segurança trabalhista em casos de acidentes de trabalho.

Contratação e pagamento – A Fundação alega que as contratações estão em andamento e que está negociando com o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde a forma de regime de trabalho, mas os médicos informaram que a prefeitura havia se comprometido com a contratação desde o dia 21 de junho, o que ainda não ocorreu.

Em relação à falta de pagamento, a OS-pró-saúde alega que o município ainda não quitou os R$4,5 milhões, previsto em contrato, com a entidade. De acordo com a antiga administradora do hospital, assim que o município liquidar a dívida, os médicos, fornecedores e demais prestadores de serviços receberão os pagamentos devidos. A situação que se arrasta há mais de 60 dias, quando teve início o processo de transição, pode levar à paralisação dos médicos. Eles realizarão reunião hoje, 28, às 19h, na sede da Associação Médica de Foz do Iguaçu, para deliberar sobre possível paralisação a partir de segunda-feira (01/07). A Comissão de vereadores também acompanhará o encontro. 

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