O próximo domingo, 5 de julho, será de futebol, música e lazer no Marco das Três Fronteiras, em Foz do Iguaçu. O atrativo turístico preparou uma estrutura com telão para transmitir a partida entre Brasil e Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo, marcada para as 17h.
A programação especial começa cedo, às 14h30, com um show de pagode ao vivo para animar os torcedores. A atração musical segue até as 16h30, servindo de aquecimento antes do apito inicial. Logo depois, moradores e turistas se unem na torcida pela Seleção Brasileira no cenário que marca o encontro entre os rios Iguaçu e Paraná.
Após o término da partida, a festa continua no local. Das 19h às 20h30, o atrativo realiza o seu tradicional show das três fronteiras, com danças típicas que celebram a cultura e a história do Brasil, da Argentina e do Paraguai.
Estrutura completa para toda a família
Quem for assistir ao jogo no local também poderá usufruir de toda a infraestrutura disponível. O Marco das Três Fronteiras conta com praça gastronômica, parquinho infantil para as crianças, cenários instagramáveis e o Restaurante Cabeza de Vaca, tornando o domingo uma opção completa de lazer.
Cabe lembrar que moradores de Foz do Iguaçu possuem gratuidade no ingresso mediante apresentação de documento com foto e comprovante de residência atualizado no nome do titular.
Serviço
Programação especial: Brasil x Noruega na Copa do Mundo Data: Domingo, 5 de julho de 2026 Show de pagode: das 14h30 às 16h30 Transmissão em telão: a partir das 17h Apresentações culturais: das 19h às 20h30 Endereço: Acesso Três Fronteiras, s/n – Loteamento Parque das Três Fronteiras, Foz do Iguaçu – PR
A Itaipu Binacional desempenhou um papel estratégico no fornecimento de energia para o Brasil e o Paraguai durante as partidas das seleções na última segunda-feira, 29 de junho. Com ambas as equipes avançando para as oitavas de final, a usina operou em sintonia com o chamado “efeito torcida”, fenômeno que exige monitoramento constante do Operador Nacional do Sistema (NOS) e da Administración Nacional de Electricidad (ANDE).
O comportamento do consumidor — que reduz o uso de aparelhos durante a partida e promove picos de consumo no intervalo e após o apito final — exigiu que o suprimento de Itaipu acompanhasse essas variações para manter a estabilidade elétrica em ambos os países.
O desempenho nos jogos
No jogo entre Brasil e Japão, a Itaipu manteve um fornecimento estável de aproximadamente 4.000 MW antes da partida. Logo após o encerramento do jogo, às 16h05, a usina registrou um aumento de 1.406 MW em 19 minutos, o que representa uma subida de 30% na geração. No Sistema Interligado Brasileiro (SIN-BR), a carga total teve uma elevação de 12.784 MW (19,1%) na hora seguinte ao jogo.
Já no confronto entre Paraguai e Alemanha, a dinâmica foi distinta. O suprimento de Itaipu ao Paraguai caiu 190 MW (5%) logo no início da partida. Durante o intervalo, houve uma rampa ascendente de 383 MW em 11 minutos, seguida por um novo aumento de 203 MW (7%) logo após o término do jogo, que foi decidido nos pênaltis.
Expectativa para as oitavas de final
Com a classificação de ambas as seleções, o cronograma para as oitavas de final já está definido:
Paraguai x França: Sábado (4 de julho), às 18h.
Brasil x Noruega: Domingo (5 de julho), às 17h.
A Itaipu Binacional reforça que está apta para responder às variações de carga esperadas para os próximos confrontos, mantendo a estabilidade dos sistemas elétricos brasileiro e paraguaio mesmo com as variações de consumo típicas de finais de semana.
Foto em destaque: Alexandre Marchetti/Itaipu Binacional
A divulgação da 7ª edição do relatório Pele Alvo – entre Racismo e Letalidade, o Amanhã, produzido pela Rede de Observatórios do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), trouxe novamente à tona um dado alarmante: em 2025, 86,3% das 4.330 pessoas mortas em ações policiais nos nove estados monitorados eram negras. O estudo conclui, de forma direta, que o racismo é o componente essencial para explicar essa letalidade.
Apresentar a polícia como uma instituição que possui uma “preferência” por alvos negros é o caminho mais simples para a opinião pública. No entanto, essa análise de superfície ignora a engrenagem socioeconômica profunda que atua muito antes do primeiro disparo. O verdadeiro cerne do problema nacional não está na cor da pele impressa no RG, mas sim no saldo da conta bancária e na ausência estrutural do Estado nas periferias.
A vulnerabilidade social como principal vetor de aliciamento
Dizer que a segurança pública falha na contenção da violência extrema é chover no molhado. Contudo, culpar exclusivamente o aparato policial pelo perfil das vítimas blinda o Estado de sua maior responsabilidade: a incapacidade de oferecer oportunidades iguais desde a primeira infância.
As facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) — que o próprio relatório aponta em franca expansão pelo Norte e Nordeste —, não realizam seus recrutamentos baseados em critérios raciais. O crime organizado busca preencher vazios. Ele se alimenta de estômagos vazios, de armários sem mantimentos e, principalmente, da total falta de perspectiva de melhora futura.
Nas grandes capitais brasileiras, a esmagadora maioria da população de baixa renda é negra devido a fatores históricos e fluxos migratórios seculares. Logo, o alistamento de jovens pelo tráfico nessas regiões refletirá essa demografia. Porém, quando se analisa a dinâmica da criminalidade em cidades do interior ou em regiões com composições étnicas distintas, como Foz do Iguaçu, percebe-se que o crime coopta brancos, negros, indígenas e asiáticos com a mesma velocidade. O fator comum entre eles nunca foi a raça, sempre foi a pobreza.
A falácia do debate focado apenas no confronto
Ato contra violência policial, em São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Arquivo Agência Brasil.
O relatório do CESeC critica duramente o uso de termos como “narcoterroristas” e a normalização do confronto. Por outro lado, secretarias de segurança, como as de Pernambuco e do Rio de Janeiro, defendem que as ações são técnicas e motivadas pela resistência armada de grupos criminosos.
Quem vive aqui na fronteira, e acompanha — mesmo que minimamente — o bloco das notícias policiais nos jornais, portais de notícia e até mesmo na rádio, sabe que o crime organizado vem investindo em armamento cada vez mais letal. Então, como podemos esperar que as secretarias de segurança pública dos estados façam o caminho contrário? Será que dá pra combater armamento de guerra com tasers de choque?
O debate público fica estagnado nessa polarização entre a acusação de racismo institucional e a justificativa do estrito cumprimento do dever legal. Enquanto a discussão se mantiver restrita ao momento do confronto, a raiz do problema continuará intacta. O jovem periférico que morre na favela hoje foi abandonado pelo poder público quinze anos atrás, quando faltou creche, escola em tempo integral, saneamento básico e inclusão digital.
Sem uma política macroeconômica e social que garanta que o cidadão de baixa renda tenha acesso às mesmas ferramentas de ascensão de quem nasceu em berço de ouro, as periferias continuarão sendo um celeiro de mão de obra barata para o tráfico. E, consequentemente, seus moradores continuarão na linha de frente do combate à criminalidade.
É preciso mudar a pergunta
Audiência pública debateu violência contra jovens no plenário da ALEP. Foto: Orlando Kissner/Divulgação Alep.
A pergunta correta a ser feita aos governantes não é apenas por que a polícia mata mais negros, mas sim por que o Estado permite que as crianças e jovens negros e pobres continuem sendo os principais alvos de cooptação das facções.
Tratar a letalidade na periferia apenas sob a ótica racial é dar uma resposta conveniente para um problema inconveniente. O Brasil precisa encarar a desigualdade pelo que ela é: uma barreira econômica que segrega os indivíduos pelo CEP e pela renda. Enquanto a conta bancária determinar o nível de cidadania de um indivíduo, a segurança pública continuará sendo uma ferramenta de contenção de danos de um sistema que falhou na base.
Nota do autor: Este é um texto opinativo, e você tem todo o direito de discordar de cada linha. Mas antes que você julgue essas palavras achando que um privilegiado em berço de ouro está por trás delas, permita-me apresentar: eu sou o Kaká Souza. Homem preto, nascido e criado na periferia, que há 48 anos insiste em contrariar as estatísticas de sobrevivência deste país. Não defendo o abuso, mas aprendi que a realidade das nossas quebradas é complexa demais para caber em teses fáceis.
Foto em destaque: Produzida com auxílio de inteligência artificial (I.A)
A Prefeitura de Foz do Iguaçu, em parceria com a Itaipu Binacional e o Itaipu Parquetec, realizou a entrega oficial de 60 novas moradias no Loteamento César Cabral nesta terça-feira, 30 de junho. As unidades integram o segundo lote do Projeto Moradias, uma iniciativa executada por meio do Fozhabita para atender famílias que viviam em áreas de risco ou condições inadequadas no município.
O novo loteamento está localizado no prolongamento da Rua Cantagalo, na região do Três Bandeiras, e conta com uma área construída de 2.400 m². Com esta etapa concluída, o projeto soma 112 unidades habitacionais entregues de um total de 254 previstas — o primeiro lote, com 52 casas no Conjunto Habitacional Marina Áureo Galdin, foi entregue em novembro de 2025.
A solenidade reuniu autoridades locais e nacionais, incluindo o prefeito de Foz do Iguaçu, General Silva e Luna, o diretor-geral da Itaipu Binacional, Enio Verri, o diretor-superintendente do Itaipu Parquetec, Irineu Colombo, e o diretor-superintendente do Fozhabita, Ivatan Batista dos Reis.
“Entendo que seja uma mudança radical para essas pessoas. Elas vão receber uma casa com um padrão muito bom, com iluminação e bem localizada. Sentimos que todo o esforço realizado, uma caminhada longa para chegar até aqui, desde a concepção do projeto até o investimento dos recursos, valeu a pena”, destacou o Prefeito General Silva e Luna.
Parceria estratégica e investimento milionário
O Projeto Moradias conta com um investimento total de R$ 76,3 milhões. Desse montante, R$ 61,3 milhões foram destinados pela Itaipu Binacional, R$ 13,7 milhões pelo município e R$ 1,3 milhão pelo Itaipu Parquetec e Fozhabita.
“Em 2023, a usina tinha mais de 900 casas. Começamos a realizar o leilão dessas propriedades e, com os recursos, optamos por fazer a parceria com a prefeitura e o Fozhabita para construir moradias populares. Isso permite que as famílias passem a ter uma casa limpa, segura e em um bairro moderno”, explicou Verri.
A mudança representa o início de uma nova trajetória para os beneficiados. A autônoma Karen Cristina Lima expressou o alívio de se mudar para o novo lar:
“Vamos entrar em um lugar onde não vai chover dentro e não teremos perigo. Agora é só entrar em uma vida nova. Não vamos apenas entrar em uma casa nova, é uma vida nova”. A auxiliar de cozinha Ana Maria Cabral também celebrou: “É um sonho realizado, estou imensamente feliz. Está tudo pronto, é só entrar”.
Próxima fase
O cronograma do Projeto Moradias prevê agora a execução do lote 3, que contará com as 142 unidades restantes localizadas no Conjunto Habitacional Professora Izolete Maria Aparecida Nieradka.
O nome do atual loteamento homenageia o empresário paraguaio César Cabral, falecido em 2014, que marcou a história da fronteira pela liderança na Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu (Acifi) e pela atuação social marcante como provedor da antiga Santa Casa e fundador do Centro de Nutrição Infantil.
O prêmio principal da Mega-Sena acumulou e está estimado em R$ 27 milhões. Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.025, realizado na noite de terça-feira, 30 de junho.
Apesar de ninguém ter levado a bolada principal, o sorteio premiou milhares de pessoas nas faixas menores. Ao todo, 95 apostas acertaram cinco dezenas em todo o país, e cada uma vai receber o valor de R$ 13.278,38.
O Paraná teve dez apostas ganhadoras na quina, incluindo uma registrada em Foz do Iguaçu. O bilhete premiado na cidade foi uma aposta simples de seis dezenas, registrada na Lotérica Jardim São Paulo.
Quadra premia mais quatro bilhetes em Foz
A Caixa Econômica Federal registrou ainda 3.679 apostas que acertaram quatro dezenas. Cada um desses bilhetes faturou o prêmio de R$ 565,18.
Em Foz do Iguaçu, quatro apostas acertaram a quadra. Os bilhetes sortudos foram validados nos seguintes estabelecimentos:
Brasil Loterias (Lotérica Santa Maria)
Cataratas Loterias
Lotérica Iguaçu
Lotérica Vitória
Saiba como apostar no próximo concurso
Os apostadores têm até as 20h (horário de Brasília) desta quinta-feira, 2 de julho, para registrar os jogos para o próximo concurso. As apostas podem ser feitas em qualquer casa lotérica do país.
Também é possível jogar sem sair de casa, utilizando os canais eletrônicos da Caixa Econômica Federal, pelo site oficial das Loterias Caixa ou pelo aplicativo de celular.
A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
Um nascimento surpreendeu quem passava pela aduana da Ponte Internacional da Amizade na tarde de terça-feira, 30 de junho. Uma gestante argentina entrou em trabalho de parto avançado e deu à luz o filho na própria estrutura da fronteira, em Foz do Iguaçu.
A família viajava em direção ao Paraguai para buscar assistência médica devido a dificuldades de acesso à saúde em sua cidade de origem na Argentina. O plano dos pais era aguardar o nascimento do bebê em território paraguaio, mas a mulher passou mal, com cerca de oito meses de gravidez, ao se aproximar da fiscalização brasileira.
O motorista do veículo percebeu a gravidade da situação, fez o retorno na pista e pediu apoio imediato no posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Os policiais interromperam o tráfego da ponte na hora para garantir a prioridade ao atendimento de emergência.
Mobilização integrada e suporte médico
O bebê nasceu na ponte antes mesmo da chegada da ambulância. Servidores da Receita Federal, da PRF e da Força Nacional de Segurança Pública se uniram para realizar os primeiros socorros à mãe e ao recém-nascido.
O socorro contou com o apoio remoto do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Os médicos passaram orientações em tempo real aos agentes para os procedimentos iniciais e os cuidados com o bebê.
Após a estabilização na aduana, uma equipe médica encaminhou mãe e filho ao Hospital Ministro Costa Cavalcanti. Ambos receberam atendimento hospitalar e passam bem.
Com Informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
Fotos: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
A Receita Federal e os órgãos da Comissão Mista Brasileiro-Paraguaia anunciaram novas medidas para ampliar a utilização da Ponte da Integração. As alterações entram em vigor no dia 3 de agosto de 2026. A iniciativa marca mais um avanço para o funcionamento pleno da nova estrutura rodoviária.
A partir da nova data, os veículos de transporte de cargas menores devem realizar a entrada e a travessia em lastro exclusivamente pela nova ponte, das 7h às 19h. O retorno com carga permanece pela Ponte da Amizade. A estratégia visa reorganizar o fluxo e reduzir a concentração de veículos pesados na antiga travessia.
O novo cronograma traz outras novidades para o turismo e o transporte coletivo. A Ponte da Integração passará a receber ônibus de transporte urbano internacional, coletivos de turismo fretados e linhas regulares internacionais. O horário para a travessia de caminhões em lastro também será estendido.
Preparação e desafios no lado paraguaio
Vista aérea da Ponte da Integração e da estrutura da nova Aduana Brasil x Paraguai. Foto: Divulgação.
A Alfândega de Foz do Iguaçu já planeja a operação integral da estrutura. A Receita Federal organiza equipes para atuar em regime de 24 horas no local.
No entanto, a liberação total da ponte para cargas de grande porte ainda depende de infraestrutura externa. O início dessa fase aguarda a conclusão das obras de acesso viário no Paraguai, que vão retirar o tráfego pesado da área urbana da cidade de Presidente Franco.
Com informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
Fotos: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
A tarde desta terça-feira, 30 de junho, foi marcada por solidariedade e união do empresariado local na sede da Loumar, no centro de Foz do Iguaçu. Em uma solenidade emocionante, foi realizada a entrega do cheque de R$ 50 mil arrecadados durante o Festival dos Apaixonados por Foz à Associação Projeto Um Chute para o Futuro.
O montante foi alcançado graças à venda de camisetas exclusivas da campanha, o repasse da venda de bebidas e comestíveis comercializados durante o evento, e ao engajamento de moradores, de mais de 100 turistas que viajaram para a Foz do Iguaçu, saindo dos mais diversos estados para prestigiar o evento, e de uma forte rede de empresas apoiadoras.
Os empresários atuaram como “padrinhos”, cobrindo integralmente os custos de fabricação do vestuário para garantir que 100% do valor pago pelos compradores fosse destinado à entidade.
As marcas que viabilizaram a conquista e marcaram presença na entrega foram: BTR Transportes, Volkswagen Paraguaçu, Altomax, Hoahi, Sicoob Três Fronteiras, Panorama Home Center, De Paula Contadores, TV Naipi / Rede Massa e Arte Cacau, além da idealizadora Loumar Turismo.
O valor da união e da responsabilidade social
Elizangela De Paula Kuhn, CEO da De Paula Contadores e Marcelo Valente, CEO da Loumar Turismo. Foto: Kaká Souza.
Para as empresas participantes, o evento consolidou o papel social do setor privado na transformação da comunidade iguaçuense. Elizangela De Paula Kuhn, CEO da De Paula Contadores, expressou a satisfação em colaborar com uma instituição que demonstra transparência em suas ações:
“O dia a dia da gente é tão corrido, né? A vida vai se consumindo e a gente sempre tem uma vontade de fazer mais por essa terra e mais por instituições. E, às vezes, o tempo passa, as coisas voam. E quando a gente é provocado por ações como essa, né? E por entidades, né, com a transparência que o Projeto Chute para o Futuro tem, a gente só tem a agradecer. Então, eu quero agradecer vocês pela iniciativa, dizer que para nós foi uma honra participar. E agradecer ao pessoal da Loumar, que tem essa vibração importante, que contagia o nosso time, contagia a todos. Então, muito obrigada.”
O CEO da Loumar Turismo, Marcelo Valente, enalteceu a força do associativismo para gerar resultados expressivos. Segundo ele, a união de grandes marcas é o diferencial que permite amparar projetos de grande porte:
“Muitos empresários fazem, mas sozinhos é pouco, e para quem recebe, nem sempre é o suficiente. Mas quando tantas empresas grandes se juntam em prol de uma causa única, a gente realmente consegue fazer a diferença. A Loumar não fez nada sozinha, apenas foi o canal que reuniu todas as empresas, cidadãos e turistas apaixonados por Foz.”
Impacto real: mais de 900 crianças beneficiadas
Ronaldo Cleber Cáceres, da Associação Projeto Um Chute para o Futuro. Foto: Kaká Souza.
O professor Ronaldo Cléber Cáceres, fundador e representante da Associação Projeto Um Chute para o Futuro, recebeu o cheque e destacou que os recursos serão fundamentais para manter a engrenagem do projeto, que serve mais de 22 mil refeições mensais e oferece suporte pedagógico, esportivo e cultural no contraturno escolar.
“São mais de 900 vidas. E aqui nós estamos representando toda a equipe do Chute e mais de 900 crianças que cuidamos em quatro cantos da cidade de Foz do Iguaçu. Essa cidade que amamos muito. Gratidão à Loumar, a todas as empresas que participaram, porque a prosperidade virá muito na empresa de vocês. Nós estaremos orando, juntamente com mais de 900 crianças, para que a prosperidade venha intensamente na vida de vocês, na família de vocês. E aqui, nós construiremos. Nós tornaremos sonhos em realidade. Porque crianças e adolescentes merecem dignidade. E é isso que o Chute vem fazendo.”
Ronaldo fez questão de lembrar o impacto direto do apoio empresarial: “Graças à ajuda de vocês, hoje nós temos músicos no projeto. De Paula, Sicoob, Panorama, BTR, todos são uma bênção de Deus. A Rede Massa sempre levando muito amor e muito carinho“, agradeceu.
Veja como foi o Festival Apaixonados por Foz 2026
Compromisso com o meio ambiente
Além do viés beneficente, a 5ª edição do festival se comprometeu a reduzir seus impactos ambientais por meio de gestão de resíduos, reciclagem e mitigação de emissões de carbono. Logo após a dispersão do público na Rua Patrulheiro Venanti Otremba — que recebeu mais de 1,5 mil pessoas no dia principal do evento —, uma equipe de voluntários realizou a limpeza completa, deixando a via mais limpa do que antes da montagem.
Reutilização criativa: Karina Aymoré, da Loumar Turismo, entrega uma ecobag feita com lonas do evento a Carlos Bordin, da Paraguaçu Volkswagen. Foto: Kaká Souza.
Como símbolo dessa economia circular, Karina Aymoré presenteou os participantes da solenidade com eco-bags exclusivas confeccionadas a partir das lonas que foram utilizadas na comunicação visual do evento e recicladas após o festival.
Edição de 2027 confirmada
O sucesso da campanha de 2026, que teve temática voltada ao mundial de futebol, já projeta os planos para o próximo ano. Marcelo Valente anunciou que o Festival dos Apaixonados por Foz de 2027 acontecerá entre os dias 18 e 20 de junho de 2027.
Thiago Mendes, gestor de marketing no Grupo Massa em Foz do Iguaçú também recebeu uma ecobag. Foto: Kaká Souza.
A temática oficial está em fase de votação, com a preferência do público voltada para uma Festa de São João. Valente projeta que, com a renovação do apoio das marcas parceiras, Foz do Iguaçu sediará a maior festa de São João do estado do Paraná. Mostrando o compromisso contínuo com a causa, os representantes da TV Naipi / Rede Massa e da Volkswagen Paraguaçu já confirmaram oficialmente o apoio para a edição de 2027 durante o evento.
O prêmio principal da Mega-Sena acumulou mais uma vez. Nenhuma aposta faturou as seis dezenas do concurso 3.024, realizado na noite deste sábado (27). Com isso, a estimativa de prêmio para o próximo sorteio, que acontece nesta terça-feira (30), saltou para R$ 23 milhões.
Na faixa de cinco acertos (quina), 38 apostas foram contempladas em todo o território nacional, e cada uma vai receber o valor de R$ 32.595,94. O estado do Paraná teve quatro bilhetes premiados nesta categoria, registrados nos municípios de Londrina, Paranaguá, Quatro Barras e Tupassi.
Apostadores de Foz do Iguaçu faturam prêmios na quadra
Já a quadra teve um volume expressivo de ganhadores, somando 2.123 apostas vitoriosas no país. Cada bilhete premiado garantiu o valor de R$ 961,71.
Foz do Iguaçu teve três sortudos nesta faixa de premiação. Todos os ganhadores iguaçuenses efetuaram apostas simples de seis dezenas e vão embolsar o prêmio individual de R$ 961,71.
Veja onde foram registrados os jogos em Foz do Iguaçu:
Itaipu Loterias: Aposta física simples;
Loteria Fortuna: Aposta física simples;
Internet Banking Caixa: Aposta simples realizada por canais digitais.
Como participar do sorteio de R$ 23 milhões
Os moradores da fronteira que desejam concorrer ao prêmio milionário desta terça-feira (30) podem registrar seus jogos até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio.
As apostas podem ser validadas em qualquer casa lotérica credenciada da cidade ou sem sair de casa, utilizando o aplicativo oficial Loterias Caixa e o portal de canais eletrônicos da instituição financeira. A aposta mínima, com seis números anotados no volante, custa R$ 6,00.
A manhã deste sábado (27) começou com agitação e preocupação para os moradores do Parque da Lagoa, na região de Três Lagoas, em Foz do Iguaçu. Imagens de câmeras de segurança que mostram uma onça-pintada caminhando pelas ruas do bairro viralizaram em grupos de mensagens, acompanhadas de relatos de pegadas em quintais. No entanto, as autoridades ambientais pedem calma: o felino já retornou para a área de mata e está sendo monitorado.
Os registros mostram o animal circulando por volta das 7h54 de hoje. Assustados, alguns moradores relataram ter encontrado rastros nos quintais. Para tranquilizar a população e esclarecer os fatos, a equipe do Projeto Onças do Iguaçu foi imediatamente até o local.
Animal jovem e monitorado
Yara Barros, bióloga e coordenadora executiva do Projeto Onças do Iguaçu. Foto: Divulgação.
A Coordenadora Executiva do Projeto Onças do Iguaçu, Yara Barros, confirmou que se trata de uma onça-pintada, mas ressaltou que ela não pertence ao grupo de animais habitualmente catalogados no Parque Nacional. A principal suspeita é de que seja um indivíduo jovem que se perdeu.
“Esse lugar está bem perto de uma mata, perto do lago. Talvez um animal jovem que estava na mata saiu, se perdeu e acabou entrando na cidade”, explicou Yara.
A boa notícia para os moradores é que o susto já passou. Técnicos do projeto encontraram os rastros de retorno do felino. O Refúgio Biológico da Itaipu já está instalando câmeras de monitoramento na área de mata para acompanhar os passos do animal e garantir a segurança de todos.
Onças não caçam humanos
Yara Barros reforça que a população não precisa ter medo de ataques, pois o comportamento natural da espécie é evitar o contato humano.
“Não é um animal que saiu da mata para ir atrás de pessoas ou para machucar alguém. É um animal que provavelmente estava perdido e assustado. Quando encontram pessoas, a tendência das onças é correr e procurar abrigo”, esclarece a coordenadora. Não há nenhum registro histórico de ataque de onças a seres humanos na região.
O projeto orienta que, caso o animal seja avistado novamente, os moradores mantenham a calma, não corram, não tentem se aproximar para fotos e busquem abrigo em casas ou veículos.
A segurança pública na região da Tríplice Fronteira recebeu um reforço estratégico com a inauguração oficial da Companhia de Polícia de Choque do 14º Batalhão de Polícia Militar (BPM), em Foz do Iguaçu. Criada pelo Decreto Estadual nº 13.044, a nova unidade especializada amplia de forma imediata a capacidade da Polícia Militar do Paraná (PMPR) no gerenciamento de ocorrências de alta complexidade na região Oeste.
O objetivo da nova companhia é fortalecer a estrutura de policiamento especializado em uma das áreas de fronteira mais importantes do país. A tropa atuará em apoio direto às ações operacionais cotidianas do 14º BPM e em missões especiais que exijam emprego tático diferenciado.
De acordo com o secretário da Segurança Pública do Paraná, coronel Saulo de Tarso Sanson, o investimento reflete o peso socioeconômico do município. “A Tríplice Fronteira tem uma importância estratégica para o Paraná e para o Brasil. Uma atuação cada vez mais especializada e integrada das forças de segurança fortalece a prevenção e o combate à criminalidade”, ressaltou o secretário.
Comando especializado e início da Operação Omnis
O comando da recém-criada Companhia de Choque de Foz do Iguaçu ficará sob a responsabilidade do capitão Flávio Augusto Marczak. O oficial assumiu o posto após concluir o 20º Curso de Operações Especiais (COEsp) da PMPR. A capacitação militar é uma das mais rigorosas do Brasil, exigindo aproveitamento técnico e físico severo dos operadores de elite.
Aproveitando o ato solene de inauguração do quartel, o comando da corporação realizou o lançamento oficial da Operação Omnis no município. A mobilização consiste em uma grande força-tarefa voltada para a repressão qualificada da violência e criminalidade, baseada em mapas de calor e dados estatísticos de análise criminal da fronteira.
Na prática, a Operação Omnis vai colocar nas ruas um contingente extra para atuar em:
Bloqueios e blitze em avenidas e acessos perimetrais;
Abordagens preventivas a veículos e pedestres;
Patrulhamento tático ostensivo em áreas comerciais e bairros com maiores índices de ocorrências.
A chegada da nova unidade e o início da operação visam elevar os índices de segurança e blindar o corredor turístico do município, garantindo tranquilidade para moradores, comerciantes e visitantes que movimentam a economia local.
A Região Nordeste de Foz do Iguaçu recebe a partir desta segunda-feira (29) uma grande força-tarefa de zeladoria e limpeza pública. O mutirão integrado é coordenado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e passará por bairros como Três Lagoas, Pilar Campestre, Colombelli e Jardim Nacional ao longo de toda a semana.
As equipes de trabalho iniciam as atividades a partir das 8h30, tendo como ponto de encontro e partida a Praça Vasco da Gama, localizada na Avenida Gramado. O mutirão vai mobilizar servidores e maquinários para executar uma série de serviços essenciais de manutenção urbana em praças, campos de futebol, bosques e canteiros de avenidas.
Entre as ações programadas para os mais de 30 endereços mapeados estão:
Roçadas de mato alto em áreas públicas e calçadas;
Podas de árvores para melhoria da iluminação e segurança;
Varrição completa de ruas, sarjetas e passeios públicos;
Recolhimento de entulhos acumulados incorretamente em terrenos.
Combate ao Aedes aegypti e caçambas para os moradores
A escolha da Região Nordeste para a abertura dos trabalhos foi estratégica. Dados técnicos do mapa de calor elaborado pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) apontam que a área concentra um volume crítico de pontos com descarte irregular de resíduos, o que eleva significativamente o risco de proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Para facilitar a colaboração da comunidade local, a Prefeitura de Foz do Iguaçu vai instalar caçambas comunitárias em pontos estratégicos dos bairros atendidos. Os moradores poderão utilizar esses recipientes ao longo da semana para descartar de forma totalmente gratuita restos de materiais de construção, móveis velhos, madeiras e outros galhos inservíveis acumulados nos quintais.
A Secretaria de Meio Ambiente reforça que a manutenção da limpeza urbana depende da conscientização coletiva. O município orienta que a população fiscalize suas frentes de lote e utilize os canais oficiais para denunciar pessoas ou empresas que despejam lixo clandestino em áreas verdes da cidade.