Foz do Iguaçu reafirma sua posição como referência em qualidade de vida e infraestrutura. De acordo com o Ranking do Saneamento 2026, divulgado nesta quarta-feira (18) pelo Instituto Trata Brasil, a Terra das Cataratas é a 9ª melhor cidade do país em indicadores de saneamento, ocupando o topo da lista entre os municípios paranaenses.
O levantamento, que avalia os 100 maiores municípios do Brasil, destaca Foz do Iguaçu com 100% de atendimento urbano de água e índices de coleta e tratamento de esgoto que se aproximam da universalização.
Paraná domina o Top 20 nacional
Além do destaque de Foz, o Paraná consolidou-se como o estado com o maior número de cidades entre as 20 melhores do Brasil. Sob a operação da Sanepar, seis municípios paranaenses figuram no topo do ranking:
- Foz do Iguaçu (9º)
- Maringá (12º)
- São José dos Pinhais (13º)
- Ponta Grossa (15º)
- Londrina (17º)
- Curitiba (19º)
A Sanepar lidera entre as empresas de saneamento com o maior número de cidades no “clube dos 20”, superando a Sabesp (SP), que colocou cinco municípios na lista.
Evolução e destaques regionais

Entre as paranaenses, São José dos Pinhais registrou a maior ascensão, saltando 12 posições em apenas um ano. Já Curitiba mantém a liderança nacional em coleta de esgoto com 100% de cobertura. No quesito tratamento de esgoto, o desempenho estadual é ainda mais expressivo, com Maringá, Cascavel, Curitiba e Londrina atingindo a nota máxima.
“O Paraná evolui a cada ano na busca pela universalização. Os investimentos bilionários em novas estações e redes são essenciais para garantir saúde e qualidade de vida”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.
Investimentos e Metas
O desempenho de Foz e das demais cidades está atrelado a um plano de investimentos de mais de R$ 13 bilhões previstos até 2029. A meta da Sanepar é antecipar o Marco Legal do Saneamento, atingindo 99% da população com água potável e 90% com coleta e tratamento de esgoto antes de 2033.
Nos dois primeiros meses de 2026, a Sanepar já tratou mais de 80 bilhões de litros de esgoto, volume equivalente a 32 mil piscinas olímpicas que deixaram de ser despejadas sem tratamento na natureza.
Fotos: Sanepar/Divulgação AEN





