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seg, 23 de fev 2026

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O secretário de Estado da Educação do Paraná, Roni Miranda Vieira, estará em Foz do Iguaçu nesta terça-feira (24) para apresentar os resultados do Curso Técnico de Hospedagem e Gastronomia — iniciativa que alia inclusão social à qualificação profissional e já impacta o setor turístico local.

O evento acontece às 15h, no Hotel Viale Cataratas.

Formação alinhada ao mercado

Criado em 2023, o programa é resultado da parceria entre a Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed-PR) e a Secretaria de Estado do Turismo do Paraná (Setu-PR).

O objetivo é preparar estudantes do Ensino Médio para atuar nas áreas de hospedagem e gastronomia, dois segmentos que enfrentam escassez histórica de profissionais qualificados na cidade.

Atualmente, três turmas estão em andamento, com jovens em fase final de formação e prontos para ingressar no mercado.

Inclusão social como estratégia

O curso é ofertado no contraturno escolar para estudantes da 1ª à 3ª série do Ensino Médio, priorizando colégios estaduais localizados em bairros populosos.

O projeto está implantado no Colégio Estadual Carlos Drummond de Andrade e no Colégio Estadual Gustavo Dobrandino da Silva, ampliando o acesso à educação profissional para jovens que tradicionalmente têm menos oportunidades.

Grande parte dos alunos tem entre 17 e 18 anos e já vislumbra inserção imediata no mercado, com possibilidade de crescimento profissional.

Resposta à escassez de profissionais

O setor hoteleiro e gastronômico de Foz do Iguaçu convive com dificuldades para preencher vagas técnicas. A proposta do curso vai além da sala de aula, oferecendo formação prática nas diversas funções do ramo.

Empresas já estão absorvendo os estudantes formados. O Grupo Viale Hotéis, por exemplo, integrou jovens qualificados ao quadro de colaboradores, evidenciando que a capacitação atende às demandas reais do mercado.

Outro diferencial é a possibilidade de contratação como jovem aprendiz, permitindo que hotéis e restaurantes cumpram a legislação de cotas enquanto fortalecem sua equipe com profissionais já treinados.

Prática desde cedo

As aulas práticas acontecem na cozinha do Instituto de Hotelaria e Gastronomia de Foz do Iguaçu (IHGT). Toda sexta-feira, os alunos vivenciam a rotina operacional sob supervisão docente, aplicando técnicas aprendidas em sala.

Essa integração entre teoria e prática garante que os formandos cheguem ao mercado não apenas certificados, mas preparados para atuar imediatamente — algo que o setor turístico, convenhamos, precisa com urgência.

 

 

Foto: Geraldo Bubniak/Arquivo AEN

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2.975 da Mega-Sena, sorteado na noite de sábado (21), no Espaço da Sorte.

Com isso, o prêmio principal acumulou e está estimado em R$ 116 milhões para o próximo concurso.

As dezenas sorteadas foram: 07 – 10 – 17 – 35 – 44 – 46.

Quina teve 106 apostas vencedoras

A quina registrou 106 apostas ganhadoras. Cada uma vai receber R$ 36.398,76.

No Paraná, quatro apostas acertaram cinco números:

  • Floresta – Lotérica J S (aposta simples – R$ 36.398,76)

  • Londrina – Lotérica da Madre (bolão com 8 números – R$ 109.196,20)

  • Pato Branco – Macari Loterias (aposta simples – R$ 36.398,76)

  • São José das Palmeiras – Lotérica Mega Sorte (aposta simples com 8 números – R$ 109.196,28)

Quadra teve 7.501 ganhadores, 17 apostas em Foz do Iguaçu

A quadra registrou 7.501 apostas vencedoras. Cada acertador vai receber R$ 847,85.

Em Foz do Iguaçu, as apostas premiadas foram registradas nas seguintes lotéricas e canais:

Brasil Loterias

  • 1 aposta simples (6 números) – R$ 847,85

Casa de Ouro Loterias

  • 1 bolão (8 números, 9 cotas) – R$ 5.087,07

Cataratas Loterias

  • 2 apostas simples (6 números) – R$ 847,85 cada

  • 1 bolão (7 números, 4 cotas) – R$ 2.543,52

IBC – Internet Banking Caixa

  • 1 aposta simples (6 números) – R$ 847,85

Itaipu Loterias

  • 1 aposta simples (6 números) – R$ 847,85

  • 1 bolão (6 números, 4 cotas) – R$ 847,84

  • 1 bolão (10 números, 12 cotas) – R$ 12.717,72

Lotefoz

  • 1 aposta simples (6 números) – R$ 847,85

Loterias em Canais Eletrônicos (SILCE)

  • 4 apostas simples (6 números) – R$ 847,85 cada

Lotérica Itaipu (Megafoz)

  • 1 bolão (7 números, 12 cotas) – R$ 2.543,52

Lotérica Porto Seguro

  • 1 aposta simples (6 números) – R$ 847,85

Lotérica Vitória

  • 1 bolão (8 números, 45 cotas) – R$ 5.086,80

Próximo concurso

O concurso 2.976 será realizado na terça-feira (24).

As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas ou pela internet.

A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

E ela rugiu bonito neste sábado (21). O Bloco Amigos da Onça colocou na rua o “III Rugido de Carnaval – A Ressaca” e provou que, por essas bandas da Foz do Iguaçu, a saideira da folia tem identidade própria — e consciência ambiental.

Praça de La Yaguarete vira território da folia

A concentração aconteceu na carinhosamente batizada “Praça de La Yaguarete”, ao lado da quadra de esportes da Avenida Araucária, na Vila A. O nome é uma reverência ao termo guarani para onça-pintada — a emblemática Panthera onca — símbolo de equilíbrio ecológico e, agora, mascote oficial da ressaca mais organizada da cidade.

Entre batuques, fantasias pintadas e adereços felinos, a pequena praça virou reduto de professores, estudantes, artistas, ativistas e profissionais liberais. Uma mistura que faz mais barulho que caixa de guerra.

Da Rua Onça para a avenida

Rua Onçca, no bairro da Vila A, em Foz do Iguaçu. Foto: Kaká Souza.

O bloco nasceu de forma inusitada, na Rua Onça, após a aparição de um felino no bairro da Vila A. O susto virou símbolo, o símbolo virou bandeira — e a bandeira virou bloco.

A proposta vai além da folia: defesa da onça-pintada, do meio ambiente, dos povos originários e de um estilo de vida menos consumista e mais coletivo. Nem é preciso esforço para notar que as fantasias seguem a estética selvagem — pintas, orelhas, rabos estilizados e muita criatividade.

Como manda a tradição do Rugido, o cortejo saiu da Rua Onça em direção à avenida principal, reunindo moradores e foliões declaradamente “inimigos do fim”.

Percussão e pista aberta

Dj Mano Zeu comandou a festa do III Rugido da Onça. Foto: Kaká Souza.

Além da percussão vibrante do próprio bloco, o “III Rugido de Carnaval – A Ressaca” também contou com o comando do DJ Mano Zeu, que manteve a energia lá em cima e garantiu que ninguém fosse embora antes do último beat.

Se o calendário oficial insiste em decretar o fim do Carnaval na quarta-feira, a onça discorda. E quando ela discorda, a cidade escuta.

 

 

Fotos: Kaká Souza - @camfoz/Portal Clickfoz

O Carnaval do Rio de Janeiro e de São Paulo — dois dos maiores espetáculos do planeta — passou. Confete varrido, glitter ainda grudado na alma. Mas uma pergunta ficou sambando na minha cabeça: se o maior show da Terra adora exaltar “os Brasis dentro do Brasil”, por que o Sul — especialmente a nossa Tríplice Fronteira — segue como figurante?

No Grupo Especial, vimos Amapá, Pernambuco, Bahia, Minas, Mato Grosso do Sul. Até Cuba cruzou a avenida. No Sul, basicamente o Rio Grande do Sul deu as caras.

E o Paraná?
E Santa Catarina?
E essa esquina geopolítica que junta Brasil, Paraguai e Argentina num abraço tenso e fascinante?

O Sul não nasceu ontem (e não foi só português)

Boa parte da história original da região começou a ser moldada lá atrás, no Tratado de Tordesilhas. Uma linha imaginária dividiu o continente entre Portugal e Espanha e transformou o Sul numa zona de disputa — ou, em bom português contemporâneo, num território sensível.

A oeste da linha floresceram missões jesuíticas espanholas, como as dos Sete Povos. Depois veio o Tratado de Madri, o tal princípio do uti possidetis, e a soberania foi reescrita no mapa europeu enquanto, do lado de cá, aldeias eram deslocadas e memórias, soterradas.

A Guerra Guaranítica dificilmente vira samba-enredo. Mas deveria.

Porque o Sul não é só chimarrão, geada e sotaque arrastado. É história luso-espanhola entrelaçada. É presença guarani. É influência platina. É mistura.

E mistura, sejamos honestos, sempre deu um ótimo desfile.

Foz já desfilou. Mas passou de relance

Em 2014, a Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Tom Maior levou Foz do Iguaçu ao Anhembi com o enredo sobre o destino do mundo em sinfonia de águas.

As Cataratas do Iguaçu brilharam — como sempre brilham. A natureza foi exaltada. O centenário entrou na avenida.

Mas faltou tensão.

Faltou o Brasil que já foi espanhol.
Faltou conflito diplomático.
Faltou bandeirante cruzando linha invisível.
Faltou tratado europeu decidindo destino americano.

Faltou aquilo que carnavalesco adora: drama.

Sugestões gratuitas para 2027 (de nada)

Se a Tríplice Fronteira entrasse no radar dos barracões, dava para fazer história. Literalmente.

  1. “Fronteira de Três Nações: onde o mapa é pulsação”
    Brasil, Paraguai e Argentina como alas dialogando entre si. Comércio, fé, tensão e identidade híbrida. Geopolítica com refrão fácil.
  2. “Guaranis: a nação que o mapa não apagou”
    Da resistência indígena às aldeias contemporâneas. Um desfile que começasse antes dos europeus e terminasse no presente.
  3. “Além da Linha Imaginária”
    Tordesilhas, Madri e a redefinição das fronteiras. Como decisões tomadas na Europa ainda ecoam no Sul.
  4. “Águas que não respeitam fronteiras”
    Rios Iguaçu e Paraná costurando o enredo. Natureza, integração e a grandiosidade da Itaipu Binacional como alegoria monumental.
  5. “Missões, Reduções e Rebeliões”
    Jesuítas, aldeamentos e o confronto que incendiou a região.
  6. “Entre Pontes e Sacoleiros”
    Economia de fronteira, Ciudad del Este, fiscalização, sobrevivência. Realidade crua, mas com tamborim.
  7. “El Dorado pelo Caminho do Peabiru”
    A saga de Aleixo Garcia seguindo trilhas ancestrais rumo ao ouro lendário. E depois Álvar Núñez Cabeza de Vaca chegando às Cataratas. Aventura, mito e conquista — o pacote completo.
  8. “O Pai das Cataratas”
    Pouca gente lembra, mas foi Alberto Santos Dumont quem, ao visitar as quedas em 1916, pressionou para que a área deixasse de ser privada e se tornasse patrimônio público. Dá ala, dá comissão de frente, dá samba exclamativo.

Representatividade também é geografia

Carnaval é espetáculo, sim. Mas também é disputa simbólica. Quem vira enredo entra para o imaginário coletivo. Quem não vira… precisa se contentar em ser rodapé de livro didático.

Talvez esteja na hora de os carnavalescos olharem menos para o óbvio e mais para o complexo. Porque a Tríplice Fronteira não é nota de rodapé — é capítulo mal contado.

Conflito internacional, padres espanhóis, bandeirantes atravessando linhas invisíveis, guerra indígena, exploradores atrás do El Dorado, diplomacia tensa, três países num mesmo abraço geográfico… isso dá samba ou não dá?

Se o carnaval do Rio ou de São Paulo quiser ousar em 2027, a fronteira está pronta

E como todo enredo precisa começar com um bom esquenta, deixo aqui os primeiros versos — o resto, deixo para os compositores:

 

Antes da cruz riscar o céu do sul
Havia um caminho sagrado e nu
Batido em silêncio pelos pés da nação
Guarani era terra, era chão

Peabiru… trilha do sol
Veia aberta no coração do pó
Ligando o mar ao império da luz
Passo ancestral que o tempo conduz

Era caminho de troca e saber
De canto, de erva e de viver
Muito antes do mapa traçar
Já havia um mundo a caminhar

Mas o vento mudou de direção…
Vinha da Europa a ambição
Ôôô… ouro a reluzir!
Fez o estrangeiro partir

Cruzou a mata sem nunca entender
Que a riqueza era o próprio viver
Peabiru chamou…
E o homem branco avançou
Entre a febre e a ilusão
Nascia a saga da região!

 

Se o samba é a arte de contar o Brasil, está na hora de contar esse também.

 

 

Imagem em destaque: Imagem gerada com auxílio de I.A

O prêmio da Mega-Sena acumulou novamente e pode pagar R$ 105 milhões no sorteio deste sábado (21). No concurso 2.974, realizado na quinta-feira (19), nenhum apostador acertou as seis dezenas:

03 – 10 – 12 – 19 – 37 – 40

Com isso, o próximo sorteio promete movimentar lotéricas e apostas online em todo o país.

Quina teve 108 ganhadores

Apesar de ninguém levar o prêmio principal, 108 apostas acertaram cinco números e cada uma vai receber R$ 27.143,02.

Cinco dessas apostas são do Paraná, das cidades de:

  • Boa Vista da Aparecida

  • Cianorte

  • Guarapuava

  • Londrina

  • Paranaguá

Em Cianorte, uma aposta simples com sete números faturou R$ 54.286,04.

Quadra teve mais de 7,5 mil premiados

Outras 7.587 apostas acertaram quatro dezenas e vão receber R$ 636,88 cada.

Em Foz do Iguaçu, diversas apostas registraram prêmio na quadra, em lotéricas físicas e também por meio de canais eletrônicos da Caixa. Houve ainda uma aposta com oito números que garantiu R$ 3.821,28.

As apostas premiadas na cidade foram registradas em estabelecimentos como:

  • Cataratas Loterias

  • Itaipu Loterias

  • Loteföz

  • Lotérica Três Lagoas

  • Lotérica Vitória

  • Loterias em Canais Eletrônicos

Como apostar

A Mega-Sena é considerada a principal loteria do país e premia quem acertar seis dezenas. A aposta mínima, com seis números, custa R$ 6,00, quanto mais números marcados, maior o valor da aposta. As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio

A escolha do nome da futura Casa da Mulher Paranaense em Foz do Iguaçu entrou em nova fase. Após consulta pública realizada no Instagram oficial da Prefeitura, quatro nomes indicados pela população avançaram para a etapa seguinte do processo de denominação.

A Casa da Mulher Paranaense integra a política estadual voltada às mulheres, estruturada pelo Governo do Paraná com base em diretrizes normativas próprias. O programa tem como foco a promoção da autonomia econômica feminina, incentivo ao empreendedorismo, qualificação profissional e fortalecimento do protagonismo das mulheres no desenvolvimento social e econômico.

Espaço voltado à autonomia e geração de renda

Em Foz do Iguaçu, a unidade será destinada à oferta de cursos, oficinas, capacitações, orientação para acesso ao crédito e ações educativas voltadas à geração de renda e à independência financeira.

O modelo segue o padrão estabelecido pelo Estado e busca consolidar uma política pública voltada à inclusão produtiva e ao fortalecimento das mulheres no mercado de trabalho.

Consulta pública e próximos passos

A participação popular ocorreu por meio das redes sociais oficiais do Município. Segundo a Prefeitura, o engajamento foi expressivo.

Os quatro nomes mais mencionados e que avançam no processo são:

  • Zarhará Hussein Tormos
  • Dona Philomena Raffagnin
  • Izolete Nieradka
  • Mãe Marina Tunirê

 

Agora, os nomes seguem para avaliação técnica, observando as etapas previstas na legislação municipal e os critérios vinculados à missão do programa estadual. Concluído o processo, a denominação será formalizada por decreto do Poder Executivo.

Quem são as homenageadas

Zarhará Hussein Tormos

Estudante de Biomedicina e influenciadora digital, de 25 anos, Zarhará foi encontrada morta dentro do próprio carro, em área rural de Foz do Iguaçu, no dia 28 de fevereiro de 2025. O ex-namorado e uma amiga foram acusados do crime. O julgamento está previsto para o segundo semestre de 2026, no Fórum da cidade.

Dona Philomena Raffagnin

Dona Philomena Maria Morello Raffagnin, falecida em 2025, foi empresária e pioneira do turismo local. Fundadora do Grupo Rafain ao lado do marido, Olímpio, tornou-se referência na gastronomia e hotelaria da Tríplice Fronteira. Foi reconhecida como Cidadã Honorária do Paraná.

Izolete Nieradka

Professora falecida em 2009, Izolete teve atuação marcante no ensino superior em Foz do Iguaçu. Participou da constituição da antiga Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Foz do Iguaçu (Facisa) e, posteriormente, foi professora titular de Matemática na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), onde também exerceu cargos administrativos, incluindo a direção do campus local.

Mãe Marina Tunirê

Falecida em 2021, foi liderança religiosa de matriz africana na região da fronteira por quase três décadas. Fundadora do Afoxé Ogun Fúnmilaiyó, destacou-se pela preservação cultural e atuação comunitária.

Participação democrática

A iniciativa reafirma o compromisso da Prefeitura com a participação popular e com a valorização de mulheres que contribuíram para o desenvolvimento de Foz do Iguaçu em diferentes áreas — educação, turismo, cultura, religião e mobilização social.

A definição final dependerá das etapas legais previstas e da formalização por decreto municipal.

 

 

Imagem em destaque: Divulgação/AMN

A reforma tributária já é realidade no papel. Agora, 2026 passa a ser o ano da estratégia. Mais do que recalcular impostos, o momento exige revisão estrutural da gestão financeira, planejamento tributário e decisões que impactam diretamente o lucro das empresas, a retirada dos sócios e até o Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF).

Diante desse cenário, a De Paula Contadores realiza, no dia 05 de março, das 8h30 às 12h, uma imersão voltada a empresários e gestores que precisam entender os impactos práticos das mudanças antes da transição definitiva em 2027.

O treinamento será realizado no auditório da empresa e integra as ações da Escola de Negócios da De Paula.

2026: o ano dos ajustes

A transição para o novo sistema tributário não começa quando as novas alíquotas entram em vigor — começa agora, na reorganização interna das empresas.

Entre os pontos que entram no radar estratégico estão:

  • Redução de incentivos federais prevista na LC 224/2025
  • Alterações no PIS/Pasep e Cofins
  • Impactos no Lucro Presumido
  • Revisão de Juros sobre Capital Próprio (JCP)
  • Nova faixa de isenção do IRPF
  • Possível tributação de lucros e dividendos

 

Segundo a CEO da empresa, Elizangela de Paula Kuhn, 2026 é decisivo para quem quer evitar perda de margem e aumento de carga tributária.

“Quem deixar para entender os impactos apenas em 2027 pode enfrentar redução de margem, aumento da carga tributária e perda de competitividade”, destaca.

Ao lado dela, o consultor tributário Maicon Peixoto conduzirá a análise técnica com foco prático e direcionado à tomada de decisão.

Treinamento com foco estratégico

A proposta da imersão não é teórica. O objetivo é oferecer direcionamento para reorganizar:

  • Planejamento tributário
  • Estrutura societária
  • Proteção de caixa
  • Distribuição de lucros
  • Modelos fiscais

 

A orientação é clara: adaptar a engrenagem da empresa antes que a mudança se torne obrigatória — e mais cara.

As vagas são limitadas.

🔗 Inscrições: https://www.eventspro.com.br/e/reforma-tributaria-2026-impactos-reais-na-empresa

Clientes da De Paula Contadores têm 10% de desconto.

Local: Auditório De Paula – Rua Antônio Raposo, 310 – Centro
Contato: (45) 2105-2000
Site: https://depaulacontadores.com.br/
Instagram: @depaulacontadores

 

 

Fotos: Divulgação/Assessoria

Errata:

Anteriormente, havíamos publicado o texto informando a data de 25 de fevereiro, às 18h, porém, a data e a hora do evento foram alteradas para o dia 05 de março de 2025, das 08h30 às 12h. 
A informação já foi alterada no texto.

Sob forte tensão política, paralisação nacional e protestos nas ruas, o Congresso da Argentina avançou com a reforma trabalhista proposta pelo governo de Javier Milei. O projeto foi aprovado na madrugada desta sexta-feira (20) pela Câmara dos Deputados da Argentina e, horas depois, recebeu parecer favorável em comissões do Senado da Argentina, ficando pronto para votação final na próxima sexta-feira (27).

Com 218 artigos, o texto promove mudanças profundas na legislação laboral argentina e é apontado por centrais sindicais como um dos maiores retrocessos em direitos trabalhistas das últimas décadas.

Ampliação da jornada e restrições à greve

Entre os principais pontos da reforma está a ampliação da jornada diária de trabalho de 8 para até 12 horas. O projeto também cria o banco de horas, permitindo que horas extras não sejam pagas, mas compensadas posteriormente.

Outro eixo central da proposta é a limitação do direito à greve. O texto determina que assembleias de trabalhadores só poderão ocorrer durante o horário de expediente com autorização prévia do empregador. Além disso, amplia a lista de serviços considerados essenciais ou “transcendentais”, restringindo paralisações nesses setores a percentuais mínimos de funcionamento entre 25% e 50% dos trabalhadores.

Entre as atividades classificadas como transcendentais estão a produção de bens destinados à exportação, a indústria alimentícia, o sistema bancário e o transporte de pessoas.

Para a Confederação Geral do Trabalho (CGT), principal central sindical do país, a proposta representa um ataque direto às garantias históricas da classe trabalhadora. A entidade realizou uma greve geral de 24 horas na quinta-feira (19) e afirmou ter alcançado 90% de adesão.

“Este projeto nos faz retroceder 100 anos em direitos individuais e coletivos”, afirmou o co-secretário da CGT, Jorge Sola.

Licença médica e pagamento em dinheiro

Durante a tramitação, alguns pontos foram modificados após críticas intensas. A Câmara retirou o artigo que previa redução de 50% do salário de trabalhadores afastados por licença médica. Como houve alteração, o texto precisará ser novamente analisado pelo Senado antes da aprovação final.

Também foi excluída a possibilidade de pagamento de salários por meio de moradia ou alimentação. Com a mudança, o pagamento deverá ser feito em dinheiro, seja em moeda nacional ou estrangeira.

Fragilização de categorias e negociações

A reforma revoga estatutos profissionais específicos, como os de jornalistas, cabeleireiros, motoristas privados e viajantes comerciais, categorias que possuíam regulamentações próprias.

Outra alteração permite que empresas negociem diretamente com empregados condições inferiores às fixadas em acordos nacionais das categorias, flexibilizando a proteção coletiva.

O projeto ainda cria o Fundo de Assistência Laboral (FAL), mecanismo voltado ao financiamento de demissões. Sindicatos argumentam que o fundo poderá tornar dispensas praticamente sem custo para empresas e comprometer recursos da Seguridade Social, afetando o sistema previdenciário.

Também estão previstas mudanças na Justiça Nacional do Trabalho, com transferência de atribuições para a justiça comum ou federal.

Trabalho por aplicativo e férias flexíveis

A reforma regulamenta o trabalho por aplicativos classificando esses trabalhadores como “prestadores independentes”, sem vínculo empregatício formal. A legislação atual sobre trabalho remoto também é revogada, retirando a obrigatoriedade de empresas custearem despesas como internet e energia elétrica.

As férias passam a poder ser fracionadas conforme a necessidade do empregador, desde que cada período tenha ao menos sete dias consecutivos.

Tramitação acelerada e embates políticos

O projeto foi aprovado na Câmara por volta das 2h da manhã, chegou ao Senado às 8h e obteve parecer favorável às 10h30. A articulação no Senado foi conduzida pela líder governista Patricia Bullrich, que garantiu apoio de setores da UCR, PRO e blocos provinciais.

A única modificação aceita formalmente foi a retirada do artigo sobre redução salarial em caso de licença médica.

Durante o debate, o senador kirchnerista Mariano Recalde acusou o governo de acelerar a votação sem debate adequado e levantou suspeitas sobre possíveis irregularidades. Bullrich rebateu as acusações e negou qualquer prática ilícita.

Enquanto governistas defendem que a reforma irá formalizar trabalhadores informais e estimular a economia, a oposição sustenta que o texto transfere renda dos trabalhadores para o setor empresarial e amplia a precarização das relações de trabalho.

A votação final no Senado está prevista para a próxima sexta-feira (27), dois dias antes da abertura oficial das sessões ordinárias do Congresso pelo presidente Milei.

 

 

Fotos: Postagens de usuários em perfis da rede social X.

Foz do Iguaçu viveu ontem (17) um dos dias mais quentes do ano até agora. Segundo registros meteorológicos do Simepar — órgão oficial de meteorologia do Estado, a temperatura chegou a 38,8 °C na tarde de terça-feira, com umidade relativa do ar em apenas 36,7%, gerando uma sensação térmica próxima de 44 °C — um nível que pode aumentar o desconforto térmico e exige cuidado redobrado com a saúde.

O calor intenso se soma às características típicas do mês de fevereiro — quando a média de máximas fica em torno de 32 °C e a umidade é geralmente alta — tornando o clima ainda mais “pesado” durante a tarde.

Terca-feira de carnaval com recorde de temperatura na fronteira. Imagem: Simepar.

Previsão do tempo para hoje (quarta-feira, 18/02)

Nesta quarta-feira (18), o tempo continua quente em Foz do Iguaçu, com predomínio de sol e poucas nuvens ao longo do dia. As temperaturas devem atingir novamente níveis altos, mantendo as sensações de calor elevadas:

  • Manhã: céu claro e calor já presente 
  • Tarde: máxima prevista de cerca de 34 °C, com forte sensação térmica 
  • Noite: temperatura noturna ainda quente, na casa dos 20 °C a 22 °C 

A combinação de sol forte e baixa umidade relativa em algumas horas do dia continua a exigir atenção da população, principalmente crianças, idosos e grupos mais sensíveis ao calor.

Previsão para o fim de semana

A tendência para os próximos dias indica que o calor segue firme ao longo do fim de semana em Foz do Iguaçu, com máximas que podem continuar acima dos 30 °C entre sexta (20) e domingo (22). Os serviços de meteorologia apontam uma sequência de dias de calor típico de fevereiro, com possibilidade de variação de temperatura e algumas pancadas de chuva isoladas:

  • Sexta-feira (20/02): máximas na casa dos 31 °C a 33 °C, chance de chuva leve 
  • Sábado (21/02): calor persistente com temperaturas chegando perto de 35 °C 
  • Domingo (22/02): previsão de calor semelhante, com máximas próximas de 36 °C 

Esse padrão é comum na segunda metade do verão, quando o calor combina com certa instabilidade típica da estação. Mesmo assim, o sol predomina e contribui para um clima de verão intenso, ideal para atividades ao ar livre — desde que acompanhadas de cuidados.

Dicas para enfrentar o calor

✔ Beba água frequentemente, mesmo sem sede
✔ Evite exposição prolongada ao sol entre 10h e 16h
✔ Use chapéu, boné e protetor solar com FPS adequado
✔ Em crianças e idosos, intensifique a hidratação
✔ Em atividades ao ar livre, faça pausas à sombra

 

Com Informações: Simepar

Foto em destaque: Kaká Souza – @camfoz / Portal Clickfoz

Se alguém ainda tinha dúvida sobre o tamanho do FozFolia 2026, o domingo tratou de resolver. O grupo ImaginaSamba colocou quase 17 mil pessoas na terceira pista da Avenida Juscelino Kubitschek e transformou a noite em um verdadeiro coral a céu aberto.

Do primeiro acorde às últimas músicas, o público cantou junto, dançou junto e vibrou junto. Adultos, crianças, turistas, moradores — ninguém ficou parado. O que se viu foi uma conexão direta entre palco e plateia, daquelas raras, em que o artista lança o verso e a multidão devolve em coro.

O encerramento aconteceu por volta da 1h, mas demorou para o público aceitar que a festa tinha hora para acabar. A energia ainda pulsava quando muita gente começava a deixar o coração do evento.

Maior edição da história

Foliões lotam Praça da Paz em Foz do Iguaçu. Foto: Kaká Souza – @camfoz.

Somando os cinco dias de programação, o FozFolia já reuniu quase 47 mil pessoas, consolidando-se como a maior edição já realizada no município. Com a grade mais diversa de sua história, o evento abraçou diferentes estilos musicais e públicos de todas as idades, reforçando a identidade cultural da cidade e valorizando artistas locais.

A folia também ultrapassou fronteiras. As dinamarquesas Marie Jensen e Agnes Mendsen escolheram Foz do Iguaçu para viver o primeiro Carnaval no Brasil. Entre uma visita às Cataratas e outra ao palco principal, elas se encantaram com a atmosfera da festa.

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“É nossa primeira vez no Brasil. Decidimos vir para Foz por conta das inúmeras opções de atrativos, como as Cataratas e conhecer o carnaval. Estamos amando essa festa, a cidade, tudo está muito legal, já queremos voltar”, contou Marie.

Economia em ritmo acelerado

Quem também comemorou foram os feirantes instalados nas tendas organizadas pela Fundação Cultural de Foz do Iguaçu.

Maria de Lourdes, que vende espetinhos doces, trufas e brigadeiros, viu o movimento crescer noite após noite. “Essas tendas disponibilizadas pela Fundação Cultural foram perfeitas. Podemos curtir o Carnaval e vender nossos produtos. Nos sentimos especiais por ter um espacinho aqui no FozFolia”, afirmou.

O evento é organizado pela Fundação Cultural e realizado pela Prefeitura de Foz do Iguaçu, com apoio da Secretaria Estadual do Turismo do Paraná e do Conselho Municipal da Cultura de Foz do Iguaçu. A estrutura reforça o compromisso com a valorização cultural, o fortalecimento do turismo e o aquecimento da economia local.

Encerramento com tradição

A programação se encerra nesta terça-feira (17), a partir das 16h, com o retorno do tradicional Carnaval da Saudade na terceira pista da JK, resgatando marchinhas que atravessam gerações.

À noite, atrações locais como o grupo InspiraSamba mantêm o clima festivo. E, para fechar com chave de ouro, a tradicional Canja do Galo Inácio, que celebra 25 anos, promete unir gastronomia e solidariedade no encerramento da maior edição do evento.

Canja do Galo Inácio celebra 25 anos com solidariedade

Canja do Galo Inácio acontece nesta terça-feira (17). Foto: Kaká Souza – @camfoz.

Quem estiver no FozFolia também poderá participar da Canja do Galo Inácio, servida nesta terça-feira (17), a partir das 17h. As porções custam R$ 10.

Os ingressos podem ser adquiridos no local, pelos telefones (45) 99122-5322 e (45) 99149-4303 ou pelas redes sociais do Rotary Club de Foz do Iguaçu Grande Lago, responsável pela organização.

Toda a renda será destinada ao Projeto CAIA e à Fundação Rotária, que desenvolvem ações com crianças e adolescentes.

A meta é comercializar cerca de 5 mil porções — mais de uma tonelada de alimentos preparados por voluntários. O número impressiona pela logística, mas emociona pelo propósito: transformar a festa em cuidado coletivo.

Porque, no fim das contas, o FozFolia 2026 mostrou que Carnaval pode ser tudo ao mesmo tempo: espetáculo, turismo, geração de renda e, sobretudo, comunidade.

 

Foto em destaque: Divulgação/PMFI.

Se alguém ainda acha que Carnaval é só purpurina, talvez não tenha circulado por Foz do Iguaçu neste 2026. Entre tambores, blocos e cortejos, o FozFolia e o Carnaval da Brasil mostraram que a festa também é espaço de memória, cobrança social e, claro, solidariedade.

Da Praça da Paz à Avenida Brasil, pautas como o combate ao feminicídio e o fim da escala 6×1 ecoaram na batida dos instrumentos. Porque, sim: Carnaval é resistência.

Bloco das Martinas: memória que vira movimento

Criado pelo coletivo Baque Mulher-Foz, o Bloco das Martinas transformou a avenida em um espaço de denúncia e protagonismo feminino. O nome homenageia Martina Conde Piazza, estudante uruguaia vítima de feminicídio durante o Carnaval de 2014 em Foz — um caso que marcou profundamente a cidade.

Com cerca de 200 integrantes, o bloco reúne mulheres de diferentes idades, profissões e histórias, levantando debates sobre violência de gênero, transfobia e machismo estrutural. Ao lado de instituições como a Patrulha Maria da Penha e a Delegacia da Mulher, o grupo mostra que tambor também é ferramenta de conscientização.

A proposta é simples e poderosa: ocupar a rua não apenas com música, mas com posicionamento.

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“Não é Não” também saiu na avenida

A Secretaria Municipal da Mulher de Foz do Iguaçu reforçou durante o Carnaval a campanha “Não é Não”, voltada ao enfrentamento da importunação sexual e do assédio em eventos com grande público.

A ação integra o protocolo municipal instituído pela Lei 5.423/24 e teve presença ativa nos dias de festa, lembrando que respeito é regra e que consentimento não é detalhe — é princípio básico.

Sheila Melo, secretária municipal da Mulher. Foto: Kaká Souza.

Sob a gestão da secretária Scheila Melo, a pasta vem ampliando políticas públicas permanentes, transformando campanhas sazonais em estratégias contínuas de proteção às mulheres.

Fim da escala 6×1 entrou no bloco

Entre cartazes criativos e fantasias bem-humoradas, também ganhou espaço a cobrança pelo fim da escala 6×1.

A PEC que trata da redução da jornada de trabalho tramita na Câmara, após ter sido encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça no início de fevereiro. Em meio ao Carnaval, foliões lembraram que a qualidade de vida do trabalhador também precisa entrar na pauta.

Teve até postagem oficial nas redes sociais lembrando a população de guardar energia para cobrar os deputados após a folia.

E muita gente fez justamente isso: pulou, mas sem esquecer o recado.

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Canja do Galo Inácio: quando a folia alimenta

Mas se Carnaval é resistência, ele também é cuidado.

Nesta terça-feira (17), acontece a tradicional Canja do Galo Inácio, das 17h às 21h, na 3ª pista da Avenida Juscelino Kubitschek. As porções custam R$ 10 — um valor simbólico para quem participa e essencial para quem recebe.

A ação é organizada pelo Rotary Club de Foz do Iguaçu Grande Lago, e toda a renda será destinada ao Projeto CAIA e à Fundação Rotária, apoiando crianças e adolescentes atendidos por projetos sociais da cidade.

Criada em 2001, a Canja chega aos 25 anos em 2026 consolidada no calendário carnavalesco de Foz. Desde a primeira edição, a proposta sempre foi clara: oferecer um jantar acessível e transformar o Carnaval em um gesto coletivo de solidariedade.

A meta deste ano é vender cerca de 5 mil porções. Para isso, são mobilizados voluntários, companheiros de clube e mais de uma tonelada de alimentos.

Os ingressos antecipados podem ser adquiridos pelos telefones (45) 99122-5322 ou (45) 99149-4303, além das redes sociais do clube.

Muito além da festa

O que se viu em Foz nos últimos dias foi mais do que programação cultural.

Foi memória que vira bloco.
Foi denúncia que vira tambor.
Foi cobrança que vira cartaz.
Foi comida que vira acolhimento.

No fim das contas, talvez o retrato mais fiel deste Carnaval esteja justamente na frase registrada na Carnaval da Brasil, na noite do último domingo (15):

Carnaval é resistência.
E, em Foz, também é solidariedade.

 

 

Foto: Kaká Souza (@camfoz)/Portal Clickfoz

A 30 dias do Oscar, o cinema brasileiro ganhou novo fôlego na temporada de premiações. O longa O Agente Secreto venceu neste domingo (15) o prêmio de Melhor Filme Internacional no Film Independent Spirit Awards, uma das mais relevantes celebrações do cinema independente nos Estados Unidos.

A conquista marca a terceira indicação de Kleber Mendonça Filho ao Spirit Awards — e sua primeira vitória.

Discurso com tom político e homenagem emocionada

Ao receber o prêmio, o diretor dedicou a conquista a programadores de cinema e jovens cineastas ao redor do mundo, destacando o cinema como memória e manifestação política.

Em seu discurso, também homenageou o ator alemão Udo Kier, que integrou a equipe do filme e faleceu em novembro de 2025.

“Cinema é uma manifestação da própria memória e um ato político”, afirmou Mendonça Filho.

Fotografia brasileira também é premiada

A noite foi ainda mais significativa para o Brasil. O cineasta Adolpho Veloso venceu na categoria Melhor Fotografia por seu trabalho em Sonhos de Trem.

O anúncio foi feito no palco por Wagner Moura, protagonista de “O Agente Secreto”. Ao revelar o vencedor, Moura celebrou com emoção: “Fico muito feliz com isso.”

Veloso destacou as dificuldades e desafios da produção cinematográfica, ressaltando o caráter coletivo do prêmio. “Este prêmio vai para todos”, afirmou.

Impulso para o Oscar

Considerado um termômetro importante da temporada, o Spirit Awards costuma influenciar a reta final da corrida ao Oscar. A vitória reforça o momento do cinema brasileiro internacionalmente.

A 98ª cerimônia do Oscar acontecerá no dia 15 de março de 2026, no Teatro Dolby, em Los Angeles, com apresentação do comediante Conan O’Brien.

“O Agente Secreto” está indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Ator (Wagner Moura), Melhor Filme Internacional e Melhor Elenco.

Com a vitória no Spirit Awards, o longa chega ainda mais fortalecido para a principal noite do cinema mundial.

 

Foto: Victor Jucá/Divulgação
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