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ter, 09 de jun 2026

Colunista do Clickfoz filma ação de piranhistas em CDE e conta sua experiência

Quem vive em Foz do Iguaçu, sempre que pode, se dá ao direito de “turistar” pela cidade. Tendo basicamente no “quintal de casa” o Parque Nacional do Iguaçu, Puerto Iguazú e Ciudad Del Este, turistar é uma opção que está disponível a todos os que vivem por aqui.

Mas aí eu te pergunto: quantas vezes você realmente se colocou no lugar de um turista?

Foi com essa pergunta na cabeça que eu tive a ideia de, na última sexta-feira, 08, ir a Ciudad Del Este “turistar”. Me coloquei na posição de um turista de primeira viagem, aquele que nunca esteve na região, não pesquisou e muito menos pegou dicas sobre a cidade, a região e seus atrativos. Assim, fui a CDE em busca de uma câmera de ação GoPro Hero 7 Black.

Para sentir na pele o que um “comprista” inexperiente sente, optei por abrir mão de todo o conhecimento adquirido em mais de uma década trabalhando em CDE e fiz tudo o que sempre digo para NINGUÉM fazer quando está no Paraguai.

Fui até a região da Ponte da Amizade, no bairro Vila Portes, de veículo próprio, assim como muitos turistas fazem. Busquei por um dos diversos estacionamentos situados nas proximidades da ponte, já que minha intenção era atravessá-la caminhando. Mesmo com um carro com placa da cidade, o estacionamento – que não mantinha nenhuma informação sobre o valor cobrado por hora em local visível – me cobrou absurdos R$20 por hora. O valor é absurdo para a realidade econômica de Foz, mas como estava ali no papel de turista não reclamei, até mesmo porque, já paguei muito mais caro em regiões centrais de São Paulo.

Atravessar a ponte caminhando é o tipo de aventura que eu já tinha prometido a mim mesmo nunca mais fazer. Num passado não muito distante, não foram poucos os casos de furtos, roubos e até mesmo latrocínio ocorridos no vão livre entre aduanas. Além disso, neste dia, passados poucos minutos das 09h da manhã, o sol já castigava e o termômetro marcava 35°. O fluxo de pessoas atravessando a ponte em direção a Ciudad Del Este e também na direção contrária era relativamente baixo, e eu logo avistei o motivo; integrantes da Força Nacional de Segurança faziam naquele momento o policiamento de ambos os lados.

Chegando ao lado paraguaio da fronteira, ignorei sumariamente o primeiro grande shopping, localizado ao lado da aduana paraguaia. Muitos turistas acreditam que os shoppings e lojas mais próximos da aduana não oferecem os melhores preços. Como frequentador contumaz do micro centro de CDE, posso afirmar com conhecimento de causa que, este é um grande mito, mas como ali estava eu fazendo o papel do turista, mantive o foco e continuei caminhando.   

Mal tinha dado os primeiros passos em direção ao comércio quando fui abordado pelo folclórico vendedor de meia. Dei alguns segundos de atenção ao mesmo, enquanto decidia se deveria ou não começar minha experiência como turista caindo na lábia dele. Mas, segundos depois me recordei que não deveria perder muito tempo por alí, já que o foco era comprar uma GoPro e a hora do estacionamento onde deixei o carro do lado brasileiro estava me custando muito mais caro que o valor das vinte meias que ele me oferecia no momento.

Caminhei por mais um quarteirão, me esforçando para parecer desorientado a quem estivesse me observando, evitando olhar na direção das grandes e confiáveis lojas e dando excessiva atenção aos vendedores ambulantes. Não demorou muito até que essa minha atitude fosse notada por um “piranhita”, uma espécie de guia. Estes, geralmente usam o colete de alguma loja e possuem muitos cartões de visita e panfletos em mãos, para abordarem pessoas nas ruas com a típica frase “Que Procura Pátron?”.

Normalmente, eu simplesmente ignoraria e seguiria meu rumo. Alguns costumam ser bastante insistentes e chegam a nos acompanhar durante a caminhada, mas nenhum deles resiste há alguns minutos de total obscurantismo.

Já estou tão acostumado a ignorar e quase o fiz, mas lembrei em tempo que estava ali como “turista desavisado”. Fui logo abrindo um sorriso para o “piranhita” e revelando minha busca pela câmera de ação. O “piranhita” prontamente me confirmou que a loja que, por um acaso, ele tinha o cartão de visitas, possuía o produto que eu estava buscando e, mais por acaso ainda, estava em promoção naquele dia. Já estava eu, me considerando um turista de sorte pela segunda vez em menos de uma hora, quando o “piranhita” gentilmente se ofereceu para me acompanhar até a loja por ele indicada, que segundo o mesmo, ficava do outro lado da Ruta 7, no Shopping Mina India.

Caminhamos juntos, hora lado a lado, hora com ele na dianteira, por pelo menos 5 minutos. Durante essa caminhada, o “piranhita” fez alguns comentários sobre a qualidade da câmera de ação que eu estava buscando, mostrando ser conhecedor do produto. Ele também fez algumas perguntas que, julgo eu, seriam cruciais para o que viria a seguir. Perguntou se eu visitava com frequência CDE, e obviamente eu disse que não. Como eu havia mencionado que usaria a câmera de ação para uma viagem de moto, o mesmo também me perguntou se por acaso minha moto seria uma Harley Davidson. Pensei seriamente em confirmar, mas preferi salientar que infelizmente eu não possuía dinheiro suficiente para uma Harley.

A conversa prosseguiu e notei que o shopping onde ele havia me informado que estava localizada a loja, já havia ficado para trás. Como ele entrou pelo shopping que mencionei anteriormente, achou que eu não notaria quando mudamos de prédio, utilizando passagens internas que interligam prédios e são muito comuns em CDE.

Após 10 minutos de caminhada entre ruas e atravessar pelo menos dois edifícios, finalmente chegamos a uma loja, relativamente pequena se comparada com o tamanho das mais importantes de CDE. Mesmo assim, parecia estar bem movimentada. Numa breve olhada, verifiquei pelo menos meia dúzia de pessoas na área comum da loja e dois vendedores no balcão.  O “piranhita”, que entrou na frente, foi logo anunciando para um dos vendedores o produto que eu buscava e o vendedor, por sua vez, confirmou a existência do produto em estoque sem sequer verificar o sistema no computador à sua frente.

Perguntei sobre o preço do produto, e o mesmo, sem fazer nenhum cálculo. me disse que a câmera GoPro Hero 7 Black que eu buscava estaria custando R$1.300,00. Indaguei sobre o valor em dólares e antes que pudesse ouvir a resposta, ouvi o “piranhita” que ainda estava na loja dizer algo em guarani ao vendedor que me atendia. Suspeitei que, naquele momento, o mesmo estivesse passando ao vendedor as informações que colheu de mim enquanto caminhávamos. O vendedor retrucou ao “piranhita” algo também em guarani e confirmou para mim que o valor em dólares era de U$ 340,00.

Como qualquer turista faria, tomei em mãos um dos cartões de visita que estavam disponíveis no balcão para anotar o valor, pois tinha a intenção de cotar esse mesmo produto em outras lojas antes de decidir pela compra.

Para minha surpresa, antes mesmo que eu pudesse marcar o cartão com a tinta da caneta esferográfica, fui alertado pelo vendedor de que não deveria anotar preços, pois, segundo ele, aquela era uma loja importadora e os valores que ele havia me passado eram muito abaixo do valor do mercado e se divulgados para a concorrência ele poderia sofrer retaliações.

Uma das coisas que fiz, e que provavelmente qualquer turista faria, antes de ir às compras em CDE, foi consultar o valor da câmera de ação em sites de pesquisa de preços, e naquele dia, o valor médio da GoPro Hero 7 Black encontrado nas grandes lojas de CDE era o equivalente a R$ 1.400,00. O valor oferecido naquela loja em questão, estava relativamente interessante, já levando R$ 100,00 de vantagem sobre a maioria dos concorrentes.

Antes mesmo que eu pudesse declinar sobre a oferta, o vendedor me acenou com outras vantagens. Primeiro, me ofereceu a GoPro Hero 5 Black por R$ 650,00 e na sequência a GoPro Hero 6 por R$ 1.000,00. Como eu também já havia consultado esses modelos no site de pesquisa de preços, eu sabia que, naquele dia, o preço médio da Hero Black 5 era de R$ 930,00 enquanto a Hero 6 apresentava valor médio de R$ 1.200,00.

Vantagens, quem não gosta, né? Eu nem sequer havia discutido sobre valores e o vendedor já havia me oferecido em poucos minutos de conversa, três ótimas vantagens. E quando eu achei que nada poderia ficar melhor, o vendedor me informou que eu ainda poderia pagar no cartão de crédito, utilizando uma máquina brasileira em até 12 vezes sem juros e sem o imposto do I.O.F. Confesso que, mesmo estando ali apenas para representar um papel, eu já estava me sentindo tentado a comprar realmente o produto.

Eu nem havia tido tempo hábil para processar todas as informações, quando o vendedor decidiu me ofertar mais uma vantagem, baixando o valor da Hero 5 para R$ 600,00 e o da Hero 7 para R$ 1.200,00. Antes que eu pudesse dizer sim ou não, acrescentou ao pacote um brinde que incluía um bastão de selfie e uma memória de 32gb que, segundos depois, mudou para uma de 64gb.

A conversa do vendedor era frenética, eu mal tinha tempo de respirar e ele oferecia mais algum item para compor o pacote. Na tentativa de me convencer de que realmente ali eu estaria fazendo o melhor negócio, usou seu próprio celular para fazer uma comparação entre os valores por ele oferecidos e o valor desses mesmos produtos no site brasileiro Mercado Livre.

Não, eu realmente não queria comprar absolutamente nada. Havia escolhido aquele produto apenas para ter uma ideia de como seria o dia de compras de um turista em CDE e como a conversa estava evoluindo para algo mais sério, com um vendedor sedento para fechar a venda, achei por bem informar que iria pensar e voltaria mais tarde (eu não voltaria, mas até lá ele já estaria conformado com isso). Olhei em volta, buscando os outros clientes que estavam na loja quando eu entrei e notei que os mesmos haviam se posicionado às minhas costas, entre mim e a porta de saída. E não, eles não agiam mais como clientes, na verdade, naquele momento, pareciam mais seguranças ou leões de chácara.

Quando finalmente transformei meus pensamentos em som e deixei escapar pela boca a informação de que iria sair para pensar sobre o negócio, o vendedor foi incisivo ao afirmar que, não poderia me deixar sair dali, pois se ele o fizesse, seu patrão o demitiria por perder aquela venda.

Olhei novamente em direção à porta de saída, onde os “ex clientes” ainda se mantinham firmes, e olhando novamente para o vendedor fiz outra tentativa de  de saída pacífica. Disse que iria apenas comprar uma batata frita para mastigar enquanto pensava no assunto, mas o vendedor, mais que depressa disse que enviaria um dos “ex clientes” para buscar a batata frita. Ele chegou, inclusive, a dar a ordem de busca, mas eu disse que não havia necessidade.

Naquele momento, eu já estava preocupado o suficiente para temer por uma possível retaliação, caso tentasse sair à força. Comecei a dizer que não tinha dinheiro suficiente e que não tinha certeza se meu cartão de crédito teria o limite desejável para a compra.

O vendedor, por sua vez, dizia que eu o estava enrolando, que eu não iria voltar se saísse dali, ofereceu inclusive, sua internet e seu próprio celular para que eu fizesse a consulta dos meus limites de crédito, oferta que declinei educadamente. Tive que prometer mais de uma vez que, só iria fazer uma consulta usando o APP do meu celular onde ele desse área e voltaria Só assim ele concordou com a minha saída e os “ex clientes” finalmente se espalharam pela loja deixando meu caminho livre.

Agradeci, prometi mais uma vez que voltaria em alguns minutos e sai, tentando lembrar o caminho que fiz para chegar até lá. Saí sem olhar para trás, e depois de alguns minutos de caminhada por dentro dos edifícios, finalmente vi a rua e a luz do dia.

Assim que cheguei na rua, ainda sem olhar para trás, parei por um instante e respirei aliviado, estava finalmente na minha zona de conforto. Certo de que a experiência até o momento já bastava para mim, caminhei em direção à aduana com a intenção de voltar ao lado brasileiro. Porém, não tinha dado nem 10 passos quando fui abordado por um dos “ex clientes” que estavam na loja durante todo o tempo em que fiquei lá.

Sem muito rodeio, o “ex cliente” me disse que o vendedor que havia me atendido era um pouco afobado e me perguntou por qual valor ele havia me feito a Hero 7. Respondi ainda caminhando que ele havia me pedido R$ 1.200,00. Nesse momento, o “ex cliente” deu um passo à minha frente me impedindo de continuar caminhando naquela direção e disparou a falar sobre como alguns vendedores são gananciosos e que ele tinha uma outra loja para me indicar onde o valor da Hero 7 era de R$ 900,00.

Eu já estava cansado de fazer aquele papel, disse ao rapaz que não possuía aquele valor e agradeci pela oferta. Não se dando por vencido, o “ex cliente” tentou dar uma última cartada, dizendo que se eu o acompanhasse até a loja em questão, ele liberaria o produto para que eu pudesse levar ao lado brasileiro e que, apenas chegando ao lado brasileiro eu pagasse diretamente a ele. Por alguns segundos, pensei se valia a pena continuar com a experiência de “turista por um dia”, mas lembrei-me de todos os relatos que já ouvi sobre pessoas que haviam acompanhado esses guias “piranhitas” para locais menos movimentados e chegando lá foram assaltados, espancados, torturados física e mentalmente.

Não, nem mesmo pela experiência valeria o risco. Disse então ao “ex cliente” que iria, porém, não antes de comprar minha batata frita. Combinei que o mesmo ficasse me aguardando ali enquanto comprava a batata, mas ali já não estava mais o cara fazendo o papel de turista. Ali, estava o expert em Ciudad Del Este, que entrou por uma porta e saiu por outra, em outro quarteirão, vendo ainda de longe o “ex cliente” que me aguardava para me acompanhar até a outra loja.

Escapei, ileso porém,  exausto. Meu “dia de turista” se resumiu a “horas como turista”, horas que pareceram durar dias. Horas em que a certeza se transformou em incerteza e a segurança em insegurança.

Escapei para escrever esse texto e dizer a vocês que nunca, mas nunca mesmo, acompanhem esses guias a nenhum lugar de CDE. Não acreditem em vantagens, comprem apenas nas lojas grandes, sérias e reconhecidas.

Acompanhe o vídeo na íntegra:

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A New Zone Importados anunciou oficialmente a nova edição da sua tradicional Festa Junina, uma das celebrações mais aguardadas na região de Ciudad del Este. O lançamento oficial aconteceu durante uma coletiva de imprensa que reuniu autoridades, representantes do turismo e a imprensa local.

O evento será realizado no dia 20 de junho, a partir das 19h, no estacionamento do Shopping del Este. A entrada é totalmente gratuita e a programação foi desenhada para atender todas as famílias da Tríplice Fronteira.

Representantes da Polícia Turística, da Secretaria Nacional de Turismo (SENATUR), e integrantes do Corpo de Bombeiros Voluntários de Ciudad del Este estiverem presentes no lançamento do evento.

 

Além de promover a cultura popular, a festa terá um importante caráter beneficente. Parte das atividades e da arrecadação será destinada ao apoio do Corpo de Bombeiros Voluntários de Ciudad del Este. O público poderá aproveitar apresentações folclóricas, música ao vivo, brincadeiras tradicionais e uma grande variedade de comidas típicas.

Patrimônio Cultural e integração turística

Esta edição traz uma novidade histórica. A Junta Municipal de Ciudad del Este declarou a Festa Junina da New Zone como Patrimônio Cultural Municipal. O título reconhece o impacto do evento na preservação das tradições e no fortalecimento do turismo na fronteira.

 

Segundo o CEO da New Zone Importados, Julio Vera, o objetivo principal é valorizar a cultura paraguaia e integrar moradores e turistas do Brasil, Paraguai e Argentina. A proximidade com Foz do Iguaçu e com as cidades do oeste do Paraná deve atrair um grande público de brasileiros interessados em vivenciar a festa.

O evento conta com o apoio de órgãos importantes, como a Polícia Turística e a Secretaria Nacional de Turismo (SENATUR). A expectativa dos organizadores é reunir milhares de visitantes em uma noite que une diversão, cultura e solidariedade.

 

 

Fotos: Divulgação/Assessoria New Zone

A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) abriu o período de visitação para os bens que serão leiloados no campus de Foz do Iguaçu. Os interessados podem avaliar os lotes a partir desta segunda-feira, dia 8, até quarta-feira, dia 10 de junho. Os horários de atendimento são das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h.

A visitação segue mantida inclusive na quarta-feira, feriado municipal em Foz do Iguaçu. O leilão oficial está marcado para acontecer no dia 11 de junho, quinta-feira.

No campus de Foz do Iguaçu, os destaques da venda pública são um micro-ônibus, uma caminhonete e três veículos de passeio:

  • Polo Sedan (ano 2014)
  • Renault Duster (ano 2016)
  • Renault Sandero (ano 2015)

 

Além da frota de transporte, o leilão na fronteira conta com lotes de móveis em geral, aparelhos eletrônicos, equipamentos de informática e maquinários odontológicos. Outros campi da Unioeste também participam do processo com itens próprios.

Como participar e dar lances

O evento será realizado no formato de Licitação Pública Virtual, onde vence quem apresentar o Maior Lance. O processo de compra está aberto para:

  • Pessoas físicas: Maiores de idade ou capazes perante a lei civil, portando CPF regularizado.
  • Pessoas jurídicas: Empresas cadastradas no CNPJ que cumpram os requisitos determinados no regulamento.

 

Para examinar os bens de perto em Foz do Iguaçu, os compradores devem se dirigir ao campus da universidade. O endereço fica na Avenida Tarquínio Joslin dos Santos, nº 1300, no bairro Jardim Universitário.

A lista completa de identificação dos lotes, fotos e o documento regulatório completo podem ser acessados diretamente no portal oficial do leiloeiro (www.lelialenz.com.br/detalhe-edital/224).

Uma única aposta feita pela internet em Brasília (DF) acertou as seis dezenas do concurso 3.015 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado na noite do último sábado, dia 6 de junho, no Espaço da Sorte, em São Paulo. O ganhador vai receber o prêmio exato de R$ 30.424.768,27.

As dezenas sorteadas foram: 09 – 18 – 26 – 31 – 53 – 58.

A quina registrou 68 apostas ganhadoras, e cada uma vai receber R$ 37.037,29. No Paraná, dois apostadores de Curitiba acertaram cinco números.

Sorte em Foz do Iguaçu

A quadra teve 4.932 apostas acertadoras em todo o país, pagando o prêmio individual de R$ 841,73 para os jogos simples. Desse total, 14 apostas foram registradas em Foz do Iguaçu.

O destaque na cidade ficou para os bolões da Itaipu Loterias e da Lotérica Itaipu. Por terem mais números marcados no volante, esses jogos faturaram valores maiores.

Confira os locais de Foz onde saíram os prêmios da quadra:

  • Itaipu Loterias: 5 apostas premiadas (dois jogos simples de R$ 841,73; um bolão de R$ 2.525,00; e dois bolões de R$ 5.050,25)
  • Lotérica Jardim São Paulo: 2 apostas simples de R$ 841,73
  • Canais Eletrônicos (Internet): 2 apostas simples de R$ 841,73
  • Brasil Loterias (Lotérica Santa Maria): 1 aposta simples de R$ 841,73
  • Cataratas Loterias: 1 aposta simples de R$ 841,73
  • Internet Banking Caixa: 1 aposta simples de R$ 841,73
  • Lotérica Itaipu (Megafoz): 1 bolão premiado de R$ 2.525,16
  • Lotérica Três Lagoas: 1 aposta simples de R$ 841,73

 

Próximo sorteio já é nesta terça-feira

Como o prêmio principal foi pago, a Mega-Sena volta ao valor inicial. O próximo concurso será realizado nesta terça-feira, dia 9 de junho, com prêmio estimado em R$ 3,5 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa Econômica Federal em Foz do Iguaçu ou pelos canais digitais das Loterias Caixa.

 

A música volta a ocupar alguns dos espaços mais representativos da convivência e da vida cultural de Foz do Iguaçu. Este ano, o Mercado Público Barrageiro, a Feirinha da JK e o Teatro Barracão recebem novamente a programação oficial do Make Music Day 2026.

No dia 21 de junho, os três locais integram uma grande mobilização internacional. O evento reúne cidades em mais de 120 países em torno da maior celebração musical do planeta. Em Foz do Iguaçu, a iniciativa reafirma a importância de ocupar espaços públicos e comunitários com arte e cultura.

Ao longo de todo o dia, apresentações gratuitas vão movimentar esses ambientes conhecidos pela circulação de moradores e turistas. A ação valoriza os artistas locais e conecta a fronteira com um movimento que acontece simultaneamente em diferentes partes do mundo.

Programe-se para o Make Music Day 2026

O evento acontece no dia 21 de junho nos seguintes pontos da cidade:

  • Mercado Público Barrageiro
  • Feirinha da JK
  • Teatro Barracão

 

Todas as atividades são abertas ao público e celebram a diversidade sonora da nossa região.

O que é o Make Music Day?

O Make Music Day (Dia de Fazer Música) é uma celebração global e gratuita que acontece anualmente no dia 21 de junho. O evento é totalmente aberto ao público e convida desde músicos amadores até profissionais para se apresentarem em espaços públicos.

Origem e Presença Global

Criado em Paris, na França, em 1982, sob o nome Fête de la Musique, o movimento tornou-se um fenômeno internacional. Atualmente, o evento está presente em mais de 120 países e cerca de 2.000 cidades ao redor do planeta. O propósito central é democratizar o acesso à cultura e mostrar como a música conecta pessoas.

Como funciona o evento?

O formato do festival é descentralizado e colaborativo. As apresentações acontecem de forma simultânea em ruas, praças, escolas, parques e comércios locais. O evento se divide em três frentes de participação:

  • Músicos: Cadastram-se para tocar gratuitamente em locais públicos.
  • Instituições: Abrem espaço para festivais de corais, oficinas e rodas de canto.
  • Cidades: Integram o município ao calendário oficial do evento.

 

Movimento no Brasil e em Foz do Iguaçu

Edição de 2024 incluiu apresentações em pontos icônicos, incluindo o Mirante Centrak da Itaipu. Foto: Alessandra Bussador/Divulgação ITAI.

No Brasil, o festival é organizado pela Associação Nacional da Indústria da Música e do Áudio (ANAFIMA) e já se expandiu para centenas de municípios.

Em Foz do Iguaçu, o Make Music Day se consolidou como uma forte tradição cultural. A cidade costuma ter uma programação intensa, confirmando dezenas de palcos espalhados por pontos icônicos do município, além de atividades integradas nas escolas da rede municipal.

Para conferir todos os detalhes da programação oficial, descobrir locais de apresentação ou se cadastrar como músico, acesse o portal oficial (makemusic.org.br) ou confira o perfil @make.musicbrasil no Instagram.

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