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qui, 23 de abr 2026

Como resolver problemas de ruído com estabelecimentos comerciais

O problema do ruído urbano existe em diversas cidades do país, mas nem sempre é tratado como um tema de poluição ambiental com a seriedade devida. Além dos distúrbios à ordem pública, a emissão de ruídos pode ser danosa à saúde em muitos contextos.

A proibição de fogos de artifício de alto impacto, criada pela Câmara Municipal iguaçuense em setembro de 2020, foi aprovada com a justificativa de preservação da saúde, por os projéteis explosivos poderem trazer prejuízos a idosos, animais e crianças com autismo quando produzem estampidos.

Além dos altos ruídos emitidos em comemorações e festas, como os dos fogos de artifício, há também os ruídos ambientes cotidianos, por exemplo o barulho gerado por estabelecimentos comerciais em seus focos locais e cercanias.

Apesar de o incômodo gerado pelo abuso sonoro nesse contexto não ser raro, especialmente quando próximo a áreas residenciais, o assunto segue sendo nebuloso – especialmente para comerciantes, que podem ter seus negócios prejudicados até mesmo por deslizes. Para residentes vizinhos a comércios, também é conveniente entender seus direitos quando o assunto é barulho.

Estabelecimentos lotados podem gerar muito barulho para a vizinhança

Quando reclamar e o que diz a lei sobre o ruído
Antes de pensar em instalar uma porta anti ruído ou fazer alguma modificação em seu imóvel – seja você o incomodado pelo ruído ou o gerador dele –, é melhor compreender os direitos e deveres existentes sobre o assunto.

O ruído urbano é disciplinado por normas federais (que servem para todo o Brasil) e também por normas locais, criadas pelo município de Foz de Iguaçu. Elas não são numerosas e merecem nossa atenção.

Leis federais sobre ruído
Em nível federal, a poluição sonora é caracterizada como uma contravenção penal pela Lei 3.688/1941. O exercício de profissão ruidosa fora das prescrições da lei, o abuso de instrumentos sonoros ou sinais acústicos e a incompetência em impedir barulhos de animais são as situações descritas pela lei que podem render prisão (15 dias a 3 meses) ou multa.

Ainda em nível federal, a poluição sonora pode ser interpretada como dano ambiental à saúde humana, seguindo a Lei 9.605/1998. Os resultados podem ser penas de reclusão (1 a 4 anos) e multa.

Leis municipais sobre ruído
O decreto 26.934/2018 regula o ruído permitido para locais com música ao vivo, atividades de entretenimento, bares e restaurantes na cidade. Esses estabelecimentos dependem de licenças de funcionamento emitidas pela Prefeitura para funcionar.

Esse decreto estabelece horários e níveis sonoros permitidos em diversos setores da cidade. Nenhum dos volumes permitidos excede os 75 decibéis. A gravidade da infração aplicada ao comércio é definida exclusivamente pela quantidade de ruído e pode levar à cassação do alvará de funcionamento.

Outros tipos de comércio devem seguir o código de posturas da cidade, que impõe a proibição executar qualquer trabalho ou serviço que produza ruído antes das 7 e depois da 20 horas próximo a casas, hospitais, escolas e asilos.

Além da limitação ao comércio, as restrições sonoras também são feitas à propaganda com alto falantes, tambores e cornetas, aos motores de explosão com silenciadores avariados ou sem silenciamento, e alguns outros casos. Também há legislação local específica sobre ruído automotivo.

Portanto, as forças policiais podem ser acionadas em qualquer uma das situações de infração mencionadas pelas leis federais (que são mais amplas) e pelas municipais (que regulam principalmente comércios).

Adaptações sonoras para o comércio
As medidas possíveis para adequar as instalações comerciais podem variar muito, indo desde uma disciplina adequada de horários e volume sonoro para funcionamento até a alteração física do edifício, por meio de reformas.

Seguir horários e dosar o volume em nível confortável para a vizinhança são as alterações geralmente menos custosas de implementar, pois requerem uma mudança de planejamento nas atividades, e não alguma intervenção ou gasto adicional. Além disso, o nível confortável de volume aceito pela vizinhança pode depender da localização e da capacidade de diálogo entre estabelecimento e vizinhos.

Se o planejamento diferente ou o diálogo forem inviáveis, uma adequação das instalações provavelmente será necessária. Nesse contexto, um profissional de engenharia ambiental poderá ser contratado para propor soluções de conforto acústico para o ambiente.

A intensidade do ruído determinará se a reforma do ambiente será destinada ao isolamento acústico ou ao tratamento acústico. Estabelecimentos que precisem de um controle intenso de fontes de ruído e propagação podem precisar de isolamento acústico. Essa situação é mais comum em indústrias, onde o maquinário pesado pode trazer poluição sonora severa, e pode demandar a construção de paredes duplas e antecâmaras.

Já o tratamento acústico geralmente propões mudanças menos drásticas. O revestimento de ambientes com lãs de vidro e outros materiais e a instalação de uma porta anti ruído são exemplos de soluções usadas para o tratamento acústico – podem ser suficientes para reduzir os ruídos em até 55 decibéis.

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Servidores da Receita Federal interceptaram, por volta das 8h desta quarta-feira (22), um caminhão com placas paraguaias carregado com mercadorias irregulares. A abordagem ocorreu na aduana brasileira da Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu, durante um procedimento de rotina que revelou um esquema sofisticado de ocultação de carga.

Ao vistoriar a carroceria do veículo, os fiscais descobriram um fundo falso projetado para enganar a fiscalização. No interior do compartimento oculto, foram encontradas aproximadamente 10 mil unidades de anabolizantes, avaliadas em R$ 1,3 milhão. Além dos medicamentos, o caminhão transportava milhares de baterias para celulares, carga estimada em mais de R$ 750 mil.

Fuga e apreensão

No momento em que a irregularidade foi constatada, o motorista, de nacionalidade paraguaia, aproveitou a movimentação para abandonar o veículo e fugir a pé em direção a Ciudad del Este. Apesar das buscas imediatas, ele não foi localizado pelas autoridades.

O caminhão e toda a mercadoria — totalizando cerca de R$ 2 milhões em prejuízo ao crime organizado — foram encaminhados à sede da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu para os procedimentos legais e contagem detalhada.

Combate aos ilícitos

A operação reforça o cerco da Receita Federal contra o tráfico de medicamentos e o descaminho na região da tríplice fronteira. A entrada de anabolizantes sem registro sanitário representa um grave risco à saúde pública, além do impacto econômico causado pela entrada ilegal de eletrônicos.

A Receita Federal mantém canais abertos para denúncias anônimas pelos telefones (45) 9 9134-0100 e (45) 9 9152-2036.

 

 

Com Informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
Fotos: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu

O maior evento paradesportivo do estado chega à sua fase decisiva em solo iguaçuense. Entre os dias 23 e 26 de abril, cerca de 1,1 mil participantes desembarcam na fronteira para a terceira e última etapa dos Jogos Paradesportivos do Paraná (Parajaps). Ao todo, atletas com deficiências físicas, intelectuais e visuais disputarão medalhas em cinco modalidades: bocha paralímpica, canoagem, dragon boat, futsal e natação.

Foz do Iguaçu teve o privilégio de sediar todas as três etapas da competição em 2026, consolidando a cidade como uma referência em estrutura e incentivo ao paradesporto. Para o Secretário Municipal de Esporte, Antônio Sapia, o evento reforça o compromisso do município com a inclusão e o talento dos atletas paranaenses.

Onde acompanhar as competições

As disputas ocorrem em diversos pontos da cidade e a entrada é gratuita para toda a população. É uma excelente oportunidade para prestigiar de perto o desempenho de atletas de 37 municípios paranaenses.

Confira os locais e horários:

Futsal

A modalidade com maior número de sedes e horários.

  • Quinta-feira (23):
    • Ginásio do Morumbi, Costa Cavalcanti e Sest Senat: Jogos às 18h, 19h15 e 20h30.
  • Sexta-feira (24):
    • Ginásio do Morumbi: 8h30, 9h45, 11h, 15h e 16h15.
    • Ginásio Costa Cavalcanti: 8h30, 9h45, 11h, 14h, 15h15, 16h30 e 17h45.
    • Sest Senat: 8h30, 9h45, 11h, 15h, 16h15 e 17h30.
  • Sábado (25):
    • Sest Senat e Costa Cavalcanti: 13h30 e 14h45.
  • Domingo (26):
    • Sest Senat e Costa Cavalcanti: 8h e 9h15 (Finais).

Bocha Paralímpica

  • Local: Ginásio de Esportes Cidade Nova.
  • Sexta (24) e Sábado (25): Das 8h às 12h e das 14h às 18h.
  • Domingo (26): Rodada final a partir das 8h.

Paranatação

  • Local: Complexo Esportivo Costa Cavalcanti (Piscina).
  • Sábado (25): Provas a partir das 9h e a partir das 15h30.

Dragon Boat e Paracanoagem

  • Local: Usina Hidrelétrica Itaipu Binacional.
  • Domingo (26): Início das baterias a partir das 8h.

 

Endereços das Sedes

  • Ginásio Costa Cavalcanti: Rua Verador Moacir Pereira, s/n – Jardim Alice.
  • Ginásio do Morumbi (Ronaldo Schmidel Nunes): Rua República Argentina, s/n – Morumbi.
  • Sest Senat: Rua Rufino Cano, 185 – Parque Presidente II.
  • Ginásio Cidade Nova: Rua Malva, s/n – Jardim Eliza.
  • Itaipu Binacional: Acesso via Barreira de Controle (necessário documento com foto).

 

 

Foto em destaque: Divulgação/AMN

No próximo dia 1º de maio, Foz do Iguaçu ganha um roteiro gastronômico internacional em um único endereço. A Feira Gastronômica Sabores do Mundo chega à UNILA para oferecer uma experiência que vai muito além do paladar. O evento reúne expositores de diversos países para compartilhar tradições, aromas e a riqueza cultural que define a universidade e a região da tríplice fronteira.

A feira foi pensada para ser um espaço de conexão. Cada barraca representa uma cultura diferente, onde o público pode conhecer as histórias por trás de cada receita típica. É uma oportunidade única para estudantes, famílias e turistas vivenciarem o intercâmbio cultural de forma leve e acolhedora.

Empreendedorismo e Inclusão

Além de promover a diversidade, o evento valoriza os talentos locais. A feira abre espaço para pequenos produtores e empreendedores da comunidade mostrarem seu trabalho, incentivando a economia criativa de Foz do Iguaçu. O ambiente é planejado para ser totalmente inclusivo, garantindo que todos os visitantes se sintam em casa enquanto exploram novos sabores.

O evento é aberto ao público e gratuito, sendo uma excelente opção de lazer para o feriado do Dia do Trabalhador.

Anote na agenda

Local: UNILA (Universidade Federal da Integração Latino-Americana – Jardim Universitário)
Data: 1º de maio (sexta-feira)
Horário: Das 10h às 18h (Sugestão de horário para aproveitar o almoço e a tarde)

 

Não perca a oportunidade de compartilhar momentos únicos e descobrir por que a gastronomia é uma das formas mais bonitas de unir as pessoas.

A administração de um condomínio alcançou um patamar de complexidade que exige competências típicas de um cargo executivo. Assim, a busca por saber quanto ganha um síndico é uma dúvida frequente tanto para moradores quanto para quem deseja profissionalizar-se na área. 

Atualmente, o gestor é o responsável direto por orçamentos vultosos, pela manutenção de infraestruturas críticas e pelo cumprimento de uma malha regulatória cada vez mais estreita. 

Essa realidade impõe uma rotina de alta responsabilidade, onde cada decisão impacta diretamente o valor do patrimônio e a segurança jurídica de centenas de famílias.

Acompanhando essa evolução, o mercado passa por uma transição em que o conhecimento técnico em finanças, direito e gestão de pessoas se consolida como o principal ativo do gestor. 

Moradores e conselhos consultivos estão elevando o nível de exigência, buscando transparência absoluta e eficiência operacional, o que impulsiona a função para um cenário de profissionalização acelerada. 

Entender a dinâmica financeira que sustenta esse trabalho é fundamental para alinhar as expectativas entre quem gere e quem habita os condomínios brasileiros.

De acordo com o Censo Condominial 2025/26, a média salarial nacional do síndico é de R$ 1.520

Este levantamento considera todos os perfis de atuação — desde síndicos moradores e profissionais até modelos CLT ou informais — e utilizou como base a inteligência de dados da plataforma uCondo, cruzada com indicadores do IBGE e da Receita Federal.

O desafio da valorização real

Mesmo diante da centralidade do cargo para a vida em comunidade, a percepção de valor sobre o trabalho do síndico ainda enfrenta barreiras culturais.

“A função de síndico é pouco valorizada no mercado, apesar da responsabilidade administrativa, financeira e jurídica que recai sobre quem ocupa o cargo”, afirma Léo Mack, cofundador e diretor de operações da uCondo.

Para o executivo, o caminho para elevar o padrão dos profissionais e justificar revisões de remuneração reside na especialização em gestão, finanças e legislação. 

Essa jornada de capacitação não apenas valoriza o passe do profissional, mas reflete diretamente na melhoria dos serviços prestados aos condomínios.

Quando a valorização acontece

Embora os dados do Censo Condominial 2025/26 indiquem que a média nacional de quanto ganha um síndico gravita em torno de R$ 1.520 — valor próximo ao salário mínimo vigente —, esse número esconde uma oportunidade de carreira extremamente lucrativa para quem investe em especialização. 

A média é puxada para baixo pelo grande volume de síndicos moradores que recebem apenas isenções parciais ou ajudas de custo simbólicas. No entanto, a realidade muda drasticamente quando o gestor cruza a fronteira da profissionalização.

Para o síndico que atua como um verdadeiro CEO multicondominal, o teto de ganhos é exponencial. 

Ao atingir um nível de maturidade na gestão, um profissional que atende, por exemplo, cinco condomínios de médio porte, pode alcançar um faturamento mensal entre R$ 15 mil e R$ 25 mil

Esse salto financeiro não é fruto do acaso, mas da capacidade de escalar processos através de tecnologia e de entregar uma gestão técnica que reduz custos para as unidades, justificando honorários mais elevados.

Essa lucratividade atrativa é o que tem oxigenado o setor com profissionais vindos de áreas como Direito, Administração e Engenharia. Eles não buscam apenas uma “ajuda de custo”, mas sim consolidar uma empresa de sindicância profissional.

A era da profissionalização estratégica

O mercado sinaliza que o improviso perdeu espaço. A procura por cursos de especialização no setor registrou um crescimento de 40% em três anos

Hoje, cerca de 15% dos síndicos no Brasil já atuam de forma estritamente profissional, buscando na formação técnica o diferencial necessário para gerir múltiplas unidades com excelência.

Nesse contexto, a educação focada na prática torna-se o divisor de águas. O curso “De Morador a Síndico”, disponível na plataforma CondoEduca, exemplifica essa mudança de mentalidade ao preparar o gestor para os desafios reais do dia a dia. 

Em um cenário onde a transparência é facilitada por sistemas inteligentes e a comunicação é instantânea, estar capacitado é o que permite ao síndico atuar como um líder estratégico, garantindo eficiência, segurança e valorização do patrimônio coletivo.

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