A cultura afro-brasileira ganha destaque na exposição “Orisà – Ancestralidade em Forma de Arte”, uma iniciativa do Ilê Asè Oluwa Oro Òsà Ògìyán, terreiro liderado pelo Bàbálorisá e artista plástico Renato ti Ògìyán, que há muitos anos promove a preservação e difusão da tradição do Candomblé.
A exposição busca conectar o público à riqueza da ancestralidade por meio de obras criadas nas oficinas do terreiro, produzidas por jovens da comunidade. Entre os destaques estão esculturas em madeira, bordados ancestrais, criações têxteis e peças feitas com materiais reciclados, refletindo sustentabilidade, criatividade e espiritualidade.
Além da mostra artística, o evento conta com espaços interativos e oficinas, permitindo ao visitante vivenciar de perto técnicas transmitidas por gerações. O projeto visa não apenas divulgar a cultura afro-brasileira, mas também fortalecer a inclusão social e o respeito à diversidade.
Com um compromisso sólido com a valorização cultural, a exposição convida o público em geral a participar dessa experiência cultural, contribuindo para a preservação desse rico legado ancestral.
Serviço
Local: Fundação Cultural de Foz do Iguaçu Data: de 21 a 31 de março, das 10h às 17h Entrada gratuita!
Mais informações: Contato: Babá Renato Murad E-mail: ileaseoluwaoroosaogiyan@gmail.com Telefone: (45) 99111-1189
Foz do Iguaçu sempre foi reconhecida por visitantes como uma cidade limpa e organizada. Mas quem caminha pelos bairros e até pelo centro nos últimos anos percebe uma mudança negativa: sacos rasgados, entulho em esquinas e recicláveis espalhados. É fácil apontar o dedo para a prefeitura ou para a empresa concessionária, mas a verdade é que o sistema de limpeza pública não consegue ser efetivo se o cidadão não fizer a sua parte.
A gestão de resíduos baseia-se no princípio da responsabilidade compartilhada. O poder público deve coletar e dar o destino final, mas o sucesso dessa operação depende diretamente de como cada indivíduo descarta o que consome.
O erro começa na calçada
Lixo descartado abaixo de placa que proíbe descarte de lixo. Foto: Kaká Souza.
Em uma caminhada matinal pelo Jardim Maracanã — basicamente dentro da região central de Foz, e por onde circulam centenas de turistas diariamente — nesta sexta-feira, o problema ficou evidente. Muitas empresas e residências descartam o lixo logo cedo, mesmo sabendo que a coleta (que nesta região é feita pela UVR Jardim América) ocorre apenas no período da tarde.
O resultado é previsível: o lixo fica horas exposto à mercê de animais e pessoas em situação de rua que, ao buscarem algo, acabam rasgando os sacos. O que era um descarte ensacado vira sujeira espalhada pelo meio-fio antes mesmo do caminhão passar. Além disso, o descarte de móveis velhos e restos de construção — que são obrigação do gerador levar aos Ecopontos — acaba sendo abandonado nas calçadas, em frente a terrenos baldios.
Descarte irregular de resíduo sólido. Foto: Kaká Souza.
Agora, só imagine
Se isso ocorre em uma região cercada por hotéis, a poucos metros de distância de um shopping e perto de diversos empreendimentos comerciais, imagine o que ocorre em bairros mais afastados da região central, onde a presença do poder público é pouco notada.
Entenda a classificação do lixo:
Para ajudar na organização, é preciso saber que cada resíduo tem seu destino:
Domiciliar: Restos de alimentos e rejeitos (banheiro). Deve ser colocado na rua apenas próximo ao horário do caminhão.
Comercial: Empresas têm obrigação legal (Lei nº 12.305/2010) de separar o reciclável e gerir seus resíduos. Descartar de qualquer forma na calçada é ilegal.
Reciclável: Aproximadamente 40% do que produzimos pode ser reaproveitado. Se misturado ao lixo comum, perde o valor e vira sujeira.
Você está fazendo a sua parte?
A prefeitura disponibiliza em seu site e redes sociais o cronograma completo da coleta domiciliar que — acontece diariamente na região central e de forma alternada (2ª, 4ª e 6ª) ou (3ª, 5ª e sábado) nos bairros — e da seletiva (que ocorre duas vezes por semana em diversas regiões). Ignorar esse cronograma é contribuir diretamente para a degradação da imagem da nossa cidade.
Este texto não é um salvo-conduto para que o poder público deixe de investir em melhorias. É, na verdade, um apelo para que o iguaçuense entenda que a limpeza urbana começa no portão de casa. Sem a colaboração da comunidade, nenhuma frota de caminhões será suficiente para manter Foz do Iguaçu brilhando.
Viajar com bateria extra no celular é essencial, mas os passageiros precisam estar atentos às novas normas de segurança. A Anac atualizou a regulamentação para o transporte de baterias de lítio, incorporando padrões internacionais. A principal mudança foca na capacidade dos aparelhos e na forma como devem ser guardados durante o voo.
O que é permitido?
Para quem vai viajar saindo de Foz do Iguaçu, as regras de ouro são:
Exclusivamente na mão: Power banks nunca devem ser despachados no porão do avião. Eles devem estar com o passageiro na cabine.
Quantidade: Cada viajante pode levar, no máximo, dois aparelhos.
Capacidade: Modelos de até 100Wh são permitidos livremente. Aparelhos entre 100Wh e 160Wh exigem autorização prévia da companhia aérea.
Proibição total: Carregadores com capacidade superior a 160Wh são proibidos e devem ser descartados antes do embarque.
Uso proibido a bordo
A nova portaria também veda o uso dos power banks durante o voo. É proibido carregar celulares ou outros eletrônicos utilizando esses dispositivos enquanto a aeronave estiver em operação. Além disso, o próprio power bank não pode ser recarregado nas tomadas ou entradas USB do avião.
Dicas de segurança
Para evitar curtos-circuitos, a Anac orienta que os terminais dos carregadores estejam protegidos ou que o item seja transportado em sua embalagem original. Em caso de dúvidas, a recomendação é entrar em contato com a empresa aérea antes de se deslocar para o aeroporto.
A fiscalização será rigorosa nos canais de inspeção (raio-x) e itens que não cumprirem as normas de capacidade poderão ser retidos pelas equipes de segurança aeroportuária.
A Anac orienta que passageiros entrem em contato com as empresas aéreas antes de embarcar portando power banks.
Para mais informações sobre itens permitidos e restrições no transporte aéreo, consulte o site da Anac.
O sorteio do concurso 2.999 da Mega-Sena, realizado na noite de quinta-feira, não teve ganhadores na faixa principal. As dezenas sorteadas foram: 09 – 24 – 26 – 38 – 45 – 58. Com isso, o prêmio estimado para o sorteio de sábado (25) é de R$ 100 milhões.
Apesar de ninguém ter levado o prêmio máximo, o Paraná teve um desempenho de destaque. Quatro apostas do estado acertaram cinco números (quina). Em Curitiba e Londrina, três apostas simples levaram R$ 28.755,27 cada. Já em Guaíra, um bolão com 9 números faturou R$ 115.020,78.
Sorte em Foz do Iguaçu
Em Foz do Iguaçu, sete apostadores acertaram quatro dezenas (quadra). A maioria levou o prêmio padrão de R$ 916,43, mas uma aposta feita por canais digitais com sete números faturou R$ 2.749,29.
Confira as lotéricas onde saíram os prêmios em Foz:
Brasil Loterias (Vila Portes)
Cataratas Loterias (Vila Yolanda)
Loteria Fortuna (Centro)
Lotérica Consalter (Vila A)
Lotérica Vitória (Jardim São Paulo)
Canais Eletrônicos (Duas apostas premiadas)
Como apostar para os R$ 100 milhões
Quem quiser tentar a sorte para o próximo concurso tem até as 20h de sábado (25) para registrar o jogo.
A aposta simples (6 números) custa R$ 6,00 e podem ser feitas nas casas lotéricas físicas ou pelo site/aplicativo Loterias Caixa. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do país.
Caso um único ganhador leve os R$ 100 milhões e aplique o valor integral na poupança, o rendimento apenas no primeiro mês será de aproximadamente R$ 580 mil.
O jornalismo paranaense pode ganhar um representante de peso no cenário nacional. Estão abertas as inscrições para o projeto “Academia LED Globo – Jornalismo na Universidade”. A iniciativa selecionará estudantes do último ano de Jornalismo para participarem de um reality de reportagem sob o comando de Caco Barcellos.
Os seis selecionados passarão por um treinamento intensivo e o vencedor terá a oportunidade de acompanhar de perto o cotidiano do jornalismo da Globo. A RPC, como afiliada no estado, reforça o convite para que os universitários do Paraná enviem seus materiais e aproveitem a vitrine do Fantástico no segundo semestre de 2026.
Como funciona a seleção
Para participar, os candidatos devem produzir uma reportagem inédita sobre alguma manifestação cultural brasileira. Pode ser sobre culinária, folclore, literatura ou artesanato local. Um detalhe importante: o material pode ser gravado inteiramente pelo celular, de forma horizontal, priorizando a qualidade da narrativa e a sensibilidade da pauta.
Requisitos para inscrição:
Ser estudante de Jornalismo no último ano da graduação;
Ter mais de 18 anos;
Ter disponibilidade para gravações em julho de 2026 (Rio de Janeiro e São Paulo).
Etapas do programa
O processo contará com uma fase de entrevistas e pitching com Caco Barcellos. Os seis finalistas serão acompanhados pelas câmeras durante cinco episódios, onde cada desafio mostrará os bastidores, os imprevistos e as escolhas editoriais que fazem parte da profissão. A cada programa, um participante será eliminado com base na relevância e construção de suas histórias.
As inscrições seguem abertas até o dia 10 de maio pelo site movimentoled.com.br.