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seg, 14 de set 2026

Foz do Iguaçu recebe doação de máscaras cirúrgicas e aventais

A Prefeitura de Foz do Iguaçu recebeu quatro mil máscaras cirúrgicas e mil aventais descartáveis. Os materiais foram doados pelo Instituto Sociocultural Brasil-China (Ibrachina) e serão utilizados no enfrentamento ao novo coronavírus (COVID-19) na cidade.

Os produtos anti-epidêmicos, no valor de R$ 13,5 mil, foram doados pelo instituto após um pedido feito pela Diretoria de Assuntos Internacionais do município. A solicitação foi realizada no dia 05 deste mês ao diretor- presidente do Ibrachina, Tomas Law. A instituição realizou a compra dos materiais e também ficou responsável pelo custo do frete da carga até o município.

“Neste momento descobrirmos muitos parceiros e todo apoio é essencial. Nos próximos dias receberemos uma nova remessa de doações de máscaras N-95, da cidade de Xiamen. Juntos, somamos esforços no combate ao coronavírus”, comentou o prefeito Chico Brasileiro.

“A irmanação existente entre Foz do Iguaçu e cidades chinesas, além das parcerias na realização de eventos culturais, e o apoio da Embaixada da China no Brasil, foram essenciais para que o município recebesse a doação. O material ficará à disposição da Secretaria de Saúde”, explicou o diretor de Assuntos Internacionais, Jihad Abu Ali.

Fundado em 2018, com sede em São Paulo, o instituto atua na promoção e integração entre as culturas e os povos do Brasil, da China e de outros países que falam o idioma português. Entre as atividades da entidade estão: realização de palestras, workshops, intercâmbios e atividades e eventos culturais.

Nova doação

Nos próximos dias, o município receberá uma nova doação só que desta vez da prefeitura de Xiamen, cidade co-irmã de Foz do Iguaçu. A carga com 10 mil máscaras, modelo N95, será utilizada por profissionais da saúde no enfrentamento ao novo coronavírus na cidade. O frete da carga, avaliada em R$ 250 mil, será custeado pela prefeitura da cidade chinesa.

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Durante três dias, os participantes terão acesso aos processos, métodos e decisões que realmente fizeram diferença na trajetória da Fino Corte, com conteúdos práticos que podem ser aplicados diretamente em suas próprias empresas.

A experiência vai muito além do ambiente do açougue. Nos almoços e jantares, os participantes estarão à mesa com Nabil e a equipe Fino Corte, em momentos de troca sobre gestão, liderança, desafios, investimentos, erros, acertos e estratégias de crescimento.

A 2ª Imersão Fino Corte será realizada nos dias 5, 6 e 7 de outubro de 2026, em Foz do Iguaçu, reunindo empresários e profissionais que buscam novas perspectivas para seus negócios.

Durante a programação, serão abordados sete grandes pilares:

Produção
Cortes bovinos, ovinos e aves, desossa, produtos de alto valor agregado, rendimento, redução de perdas, padronização e produtividade.

Gestão
Custos, margens, fornecedores, precificação, indicadores e decisões estratégicas para aumentar a lucratividade.

Vendas
Organização de balcão, exposição dos produtos, atendimento e estratégias para vender valor, não apenas preço.

Marketing
Posicionamento de marca, comunicação, produção de conteúdo, relacionamento com clientes e estratégias utilizadas pela Fino Corte.

Pessoas e liderança
Formação de equipe, cultura interna, desenvolvimento de colaboradores e manutenção do padrão de atendimento.

Restaurante e experiência do cliente
Os participantes também conhecerão os bastidores da operação gastronômica, atendimento, fidelização e os processos que contribuíram para o crescimento da marca.

História e estratégia
Uma conversa aberta sobre a trajetória da empresa, decisões difíceis, investimentos, aprendizados e a filosofia construída ao longo de 11 anos.

Além dos conteúdos e atividades práticas, a programação contará com experiências gastronômicas com as linhas do açougue e um jantar especial de encerramento com o show de O Famoso.

Uma oportunidade para quem busca conhecimento, networking e estratégias reais para transformar seu negócio.

Escolher um bom bairro para se hospedar no Rio de Janeiro faz bastante diferença na experiência de viagem. A cidade é extensa e suas principais atrações estão distribuídas por diferentes regiões, por isso, ficar próximo das praias, do metrô ou dos pontos turísticos que pretende visitar pode facilitar os deslocamentos e permitir aproveitar melhor cada dia.

Para decidir onde ficar no Rio de Janeiro, vale considerar não apenas o preço da hospedagem, mas também o perfil da viagem. Copacabana e Ipanema são escolhas tradicionais para quem quer ficar perto da praia, enquanto Botafogo pode oferecer uma localização estratégica entre diferentes pontos da cidade. Já Santa Teresa possui uma atmosfera histórica e cultural, e a Barra da Tijuca é interessante para quem prefere praias extensas e uma região mais moderna.

Entre bairros turísticos, áreas residenciais e regiões boêmias, há alternativas para casais, famílias, viajantes solo e até para quem visita a capital fluminense a trabalho. Conheça alguns dos melhores bairros para se hospedar no Rio de Janeiro e entenda as características de cada um.

1. Copacabana

Copacabana é provavelmente o bairro mais conhecido do Rio de Janeiro e continua sendo uma das escolhas mais práticas para turistas. A famosa praia, a grande quantidade de hotéis e a facilidade de acesso ao transporte público fazem da região uma boa base para conhecer diferentes partes da cidade.

O bairro possui restaurantes, bares, mercados, farmácias e comércio variado. Essa infraestrutura é especialmente conveniente para quem visita o Rio pela primeira vez e quer encontrar praticamente tudo a poucos minutos da hospedagem.

Outro ponto positivo é a variedade de acomodações. É possível encontrar desde hostels e hotéis mais simples até estabelecimentos sofisticados de frente para o mar.

Ideal para: primeira viagem ao Rio, praia, praticidade e variedade de hospedagens.

2. Ipanema

Ipanema combina praia, gastronomia, comércio e boa mobilidade. É uma das regiões mais procuradas por turistas que querem permanecer na Zona Sul e ter facilidade para fazer várias atividades a pé.

O bairro também conta com estações de metrô, facilitando os deslocamentos para outras regiões. Restaurantes, cafeterias, bares e lojas complementam a infraestrutura turística.

A proximidade com o Arpoador é outro diferencial. No final da tarde, é possível caminhar até a região para acompanhar um dos pores do sol mais famosos do Rio de Janeiro.

Em contrapartida, as hospedagens de Ipanema tendem a ser mais caras do que em algumas regiões próximas.

Ideal para: casais, praia, gastronomia e turistas que valorizam localização.

3. Leblon

Vizinho de Ipanema, o Leblon é uma alternativa para quem busca uma experiência mais sofisticada. O bairro reúne restaurantes, bares, lojas e uma das praias mais famosas da Zona Sul.

A atmosfera tende a ser mais residencial em comparação com áreas extremamente turísticas de Copacabana. Isso pode agradar quem deseja continuar perto das principais atrações, mas prefere uma região com perfil um pouco mais tranquilo.

Por outro lado, é importante preparar o orçamento. O Leblon está entre as áreas mais valorizadas da cidade e possui uma oferta menor de hotéis, com preços geralmente elevados.

Ideal para: viagens românticas, conforto, gastronomia e hospedagens de padrão superior.

4. Botafogo

Botafogo se tornou uma alternativa interessante para quem procura equilíbrio entre localização e custo-benefício. O bairro está entre o Centro e as praias mais famosas da Zona Sul, além de contar com metrô.

Sua localização facilita o acesso a regiões como Copacabana, Flamengo, Urca e Centro. O Pão de Açúcar também está relativamente próximo, o que torna Botafogo uma boa base para turistas interessados nos principais cartões-postais cariocas.

Nos últimos anos, o bairro também ganhou destaque pela concentração de bares, restaurantes, cafeterias e espaços culturais.

Ideal para: custo-benefício, gastronomia, mobilidade e viagens urbanas.

5. Flamengo

O Flamengo é outra opção para quem quer permanecer na Zona Sul sem necessariamente escolher os bairros mais disputados próximos às praias de Copacabana e Ipanema.

Uma das grandes vantagens é a mobilidade. O metrô facilita o acesso tanto ao Centro quanto a diferentes regiões da Zona Sul. O bairro também possui comércio, restaurantes e serviços para o cotidiano.

O Aterro do Flamengo é uma das principais atrações próximas e oferece grandes áreas abertas com uma bela vista da paisagem carioca.

Ideal para: quem prioriza transporte público, localização e uma região mais residencial.

6. Leme

Para quem gosta da ideia de se hospedar em Copacabana, mas procura uma área um pouco diferente, o Leme merece atenção.

O bairro ocupa o trecho inicial da famosa orla e permite acesso fácil à Praia do Leme e à própria Copacabana. Dessa forma, o turista continua próximo de restaurantes, quiosques, hotéis e outros serviços da região.

É uma escolha particularmente interessante para quem deseja acordar perto do mar e aproveitar a orla durante boa parte da viagem.

Ideal para: praia, casais, famílias e quem quer ficar próximo de Copacabana.

7. Santa Teresa

Santa Teresa oferece uma experiência completamente diferente dos bairros à beira-mar. Localizado em uma região elevada e histórica, o bairro é conhecido pelos casarões, ateliês, restaurantes, ruas charmosas e pelo tradicional bondinho.

É uma opção interessante para quem valoriza cultura, arquitetura e uma atmosfera mais boêmia. A proximidade com áreas históricas e culturais também ajuda a montar um roteiro diferente daquele concentrado exclusivamente nas praias.

A principal questão é a mobilidade. Dependendo da hospedagem escolhida, os deslocamentos podem ser menos simples do que em bairros atendidos diretamente pelo metrô.

Ideal para: cultura, história, casais e viajantes que procuram hospedagens charmosas.

8. Lapa

Quem pretende aproveitar a vida noturna carioca pode considerar a Lapa. A região é conhecida pelos bares, casas de música e pela proximidade com atrações como os Arcos da Lapa e a Escadaria Selarón.

Também é uma localização conveniente para explorar atrações do Centro e conhecer uma parte mais histórica do Rio de Janeiro.

A experiência é bastante diferente daquela encontrada na Zona Sul. Em vez de acordar próximo às praias, o visitante estará perto de atrações culturais e de uma das regiões mais conhecidas da noite carioca.

Ideal para: vida noturna, cultura, jovens e viajantes que querem explorar o Centro.

9. Barra da Tijuca

A Barra da Tijuca está na Zona Oeste e apresenta características bastante diferentes da Zona Sul. O bairro possui avenidas largas, grandes condomínios, shoppings, hotéis modernos e uma extensa faixa de praia.

É uma escolha interessante principalmente para famílias, viagens de negócios e pessoas que participarão de eventos na região. Hotéis de padrão superior também podem apresentar um custo-benefício interessante quando comparados aos bairros mais valorizados da Zona Sul.

O principal ponto de atenção é a distância. Quem pretende visitar frequentemente atrações como Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Centro, Copacabana e Ipanema precisa considerar um tempo maior de deslocamento.

Ideal para: famílias, eventos, viagens de carro e praias da Zona Oeste.

10. Recreio dos Bandeirantes

Mais distante da região central está o Recreio dos Bandeirantes. O bairro pode agradar principalmente quem deseja aproveitar as praias da Zona Oeste e prefere ficar longe das áreas mais movimentadas da Zona Sul.

Praias como Recreio, Macumba, Prainha e Grumari ajudam a tornar essa parte da cidade interessante para quem tem o mar como prioridade durante a viagem.

Por outro lado, não costuma ser a localização mais prática para uma primeira visita focada nos cartões-postais tradicionais. As distâncias até o Centro e a Zona Sul precisam ser consideradas antes da reserva.

Ideal para: praia, surf, famílias e quem já conhece os principais pontos turísticos do Rio.

Qual o melhor bairro para ficar no Rio de Janeiro pela primeira vez?

Para uma primeira viagem, Copacabana, Ipanema e Leblon estão entre as escolhas mais tradicionais. Os três bairros permitem ficar perto da praia e possuem infraestrutura preparada para receber turistas. Copacabana se destaca principalmente pela grande variedade de hospedagens, enquanto Ipanema oferece uma combinação bastante equilibrada entre praia, restaurantes e mobilidade.

Quem procura economizar sem abrir mão de uma localização estratégica pode avaliar Botafogo e Flamengo. Já Barra da Tijuca e Recreio fazem mais sentido quando o roteiro está concentrado na Zona Oeste.

Como escolher o bairro ideal?

Antes de reservar a hospedagem, o primeiro passo é definir quais lugares serão visitados com maior frequência. A geografia do Rio de Janeiro faz com que a escolha da localização tenha impacto considerável no tempo gasto em deslocamentos.

Também é importante verificar a distância entre a acomodação e estações de metrô ou outros meios de transporte. Mesmo dentro de um bairro bem localizado, estar próximo de uma estação pode tornar o roteiro muito mais prático.

Por fim, cada região proporciona uma experiência diferente. Copacabana representa o Rio turístico e movimentado; Ipanema e Leblon combinam praia e sofisticação; Botafogo oferece uma experiência mais urbana; Santa Teresa preserva seu charme histórico; e a Barra da Tijuca apresenta uma face moderna e espaçosa da cidade.

Não existe, portanto, um único melhor bairro para todos. A escolha depende do orçamento, do roteiro e do estilo de viagem. Definindo essas prioridades antes da reserva, fica muito mais fácil encontrar uma região que permita aproveitar o melhor do Rio de Janeiro.

* Conteúdo desenvolvido pela jornalista Daiane de Souza (0007147/SC).

Foto: Daniel Wander

A região trinacional pode ganhar uma nova atração turística de alto padrão. A operadora Ánima River Cruises apresentou o projeto para a criação de um cruzeiro fluvial de luxo que navegará pelo Rio Paraná, conectando Puerto Iguazú e a área da tríplice fronteira à cidade argentina de Posadas, capital da província de Misiones.

A proposta foi apresentada ao governador da província de Misiones, Hugo Passalacqua, pelo presidente da companhia, Felipe Menéndez. A previsão da empresa é concluir as adequações técnicas da embarcação ao longo do próximo ano e iniciar os serviços e operações comerciais no segundo semestre de 2027.

Estrutura padrão Danúbio e rotas históricas

A embarcação utilizada na travessia pertence ao mesmo modelo e padrão náutico aplicados nos famosos cruzeiros fluviais que percorrem o Rio Danúbio, na Europa. Durante o itinerário, o navio funcionará como um hotel flutuante, permitindo que os visitantes conheçam múltiplos pontos turísticos sem a necessidade de troca de hospedagem.

O percurso do cruzeiro fará navegações de subida e descida pelo Rio Paraná, incluindo paradas estratégicas ao longo do trajeto para visitas a patrimônios naturais, ecológicos e aos vestígios históricos das antigas Missões Jesuíticas na Argentina.

“Queremos desenvolver cruzeiros fluviais de alta categoria que expandam a fronteira turística de Puerto Iguazú para o restante da província”, destacou Menéndez durante a apresentação do plano de expansão.

Quem é o empresário por trás do projeto?

Felipe Menéndez. Foto: Divulgação.

À frente da Ánima River Cruises está o empresário argentino Felipe Menéndez, herdeiro de uma tradicional família com mais de 150 anos de atuação nos setores de navegação, logística marítima e agronegócio na Argentina.

Menéndez ganhou projeção internacional no mercado de luxo como fundador da vinícola de culto Ribera del Cuarzo, localizada na Patagônia. Na indústria vinícola, o empresário consolidou um modelo de negócios focado no público de altíssimo padrão, produzindo rótulos exclusivos comercializados no exterior por até US$ 1 mil por garrafa.

Com o projeto do cruzeiro fluvial no Rio Paraná, o executivo combina o know-how familiar no setor aquaviário com sua experiência no mercado de hospitalidade e consumo ultra-premium, visando atrair navegantes e turistas internacionais de alto valor aquisitivo para a região das Três Fronteiras.

Foco no turismo de alta gama

Imagem: Reprodução/Ánima River Cruises.

Voltado prioritariamente ao segmento premium e ao turismo internacional de experiência, o projeto visa prolongar o tempo de permanência dos viajantes que visitam a região do Iguaçu, descentralizando o fluxo que hoje fica concentrado nos parques nacionais do Brasil e da Argentina.

 

 

 

Foto em destaque: Reprodução/Ánima River Cruises

O trânsito de veículos de passeio entre o Brasil e o Paraguai pela Ponte da Integração entrou em uma nova fase a partir desta segunda-feira (14). A travessia dos carros de passeio foi liberada exclusivamente para os moradores das quatro cidades da fronteira — Foz do Iguaçu, Ciudad del Este, Hernandarias e Presidente Franco —, mas com uma exigência central: a apresentação da Declaração de Trânsito Vicinal Fronteiriço (DTVF).

Apesar do início das operações, os dados do primeiro dia revelam um forte descompasso no interesse pelo documento. Enquanto cerca de 900 paraguaios já solicitaram a DTVF junto à Polícia Federal brasileira, nenhum morador brasileiro havia iniciado a gestão do documento no Paraguai até a liberação da ponte.

O principal entrave apontado pelas autoridades é a discrepância financeira: no Brasil, a emissão via Polícia Federal custa cerca de G. 75.000 (aproximadamente R$ 63). Já a Dirección Nacional de Migraciones do Paraguai fixou a taxa de emissão em G. 234.154 (valor que varia entre R$ 160 e R$ 200, dependendo da cotação do dia).

A diferença de valores já gerou questionamentos no lado brasileiro, que solicitou a revisão das taxas à comissão mista responsável por discutir o trânsito transfronteiriço. Até o momento, no entanto, o grupo não se reuniu para tratar de um eventual desconto.

Quem pode utilizar a ponte e regras para veículos

A liberação do trânsito de passeio na Ponte da Integração possui regras e horários bem delimitados para o fluxo urbano:

  • Horário: Permitido exclusivamente entre 07h e 13h para carros de passeio.
  • Exigência de 100% dos ocupantes: Todos os passageiros do veículo — incluindo o motorista, crianças e adolescentes — devem portar a DTVF válida. Caso um único ocupante esteja sem o documento, o automóvel será impedido de atravessar.
  • Tipos de veículos liberados: Apenas automóveis de passeio particulares pertencentes ao condutor ou com autorização legal de uso. Estão proibidas motocicletas, vans, micro-ônibus, ônibus de viagem e veículos de carga nesse horário.
  • Profissionais e estudos: O objetivo principal é facilitar os deslocamentos de rotina diária (trabalho, estudo, acesso a serviços e visitas familiares).

 

Proibição de compras e regras de carga

As autoridades alertam que a liberação para carros de passeio não transforma a nova ponte em rota para o turismo de compras:

  • Sem produtos eletrônicos: É expressamente proibido utilizar o regime para o transporte de celulares, notebooks, televisores, videogames e outros eletrônicos importados.
  • Sem fins comerciais: Não será permitido o transporte de mercadorias destinadas à revenda ou ao comércio. Apenas itens de subsistência e uso pessoal/familiar em pequenas quantidades serão tolerados.
  • Cota de US$ 500 não se aplica: A posse da DTVF não dá direito automático à franquia de bagagem de US$ 500 do comércio exterior, tratando-se de regimes jurídicos distintos.

 

Horários para transporte pesado e ônibus

A nova diretriz também reorganizou o fluxo de veículos comerciais e coletivos na Ponte da Integração:

  • Caminhões vazios (em lastro): Podem circular no período noturno e na madrugada, das 18h às 05h.
  • Cargas menores: Veículos leves de carga entram e saem vazios entre 07h e 19h. O retorno dessas unidades com carga continua sendo feito obrigatoriamente pela Ponte da Amizade.
  • Ônibus urbanos internacionais: A linha Foz do Iguaçu / Presidente Franco pode utilizar a travessia das 07h às 19h.
  • Ônibus de turismo e linhas regulares: Estão autorizados a circular pela nova ponte durante as 24 horas do dia.

 

 

Foto em destaque: Divulgação

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