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sex, 10 de abr 2026

Iguazú: 112 años cargado de historia


112 años cargados de historia hace que muchos de nosotros vivamos agradecidos por el maravilloso lugar que nos toca vivir. Sin dudas es un lugar de oportunidades para todos aquellos que llegamos hace muchos años

Puerto Iguazú se funda el 10 de septiembre de 1901 como Puerto Aguirre.

A mediados del Siglo XVI, Alvar Núñez Cabeza de Vaca, en su trayecto desde la región del Brasil hacia Asunción del Paraguay descubrió las Cataratas, recién en 1901 se realizó la apertura del camino que lleva a los saltos gracias a la donación de tierras de la Señorita Victoria Aguirre.

112 años cargados de historia hace que muchos de nosotros vivamos agradecidos por el maravilloso lugar que nos toca vivir. Iguazú sin dudas y por experiencia propia es un lugar de oportunidades para todos aquellos que llegamos hace muchos años buscando un lugar y nos abrieron los brazos y construimos nuestra vida, nuestra familia y nuestro espacio aquí.

Vivimos y padecemos lo mismo que todos los vecinos pero no dejamos de reconocer que aquí, el lugar que elegimos estar nos dio el espacio para forjarnos profesionalmente con todos sus vaivenes y altibajos, cambios de gobiernos y cortes de luz. Iguazú es maravilloso. Iguazú necesita gente que la quiera, la levante, que la cuide. Por algo eligió usted vivir aquí!!

Sabía usted que En 1906 se construye el primer Hotel en Iguazù? – En 1913 el gobierno de la Nación invierte una suma de dinero para la construcción de viviendas para la subprefectura, la comisaría de policía, la estación radiotelefónica, una escuela primaria y otras prioridades.

Entre 1920 /22 se construyen un hotel y la oficina de correos y telégrafos. En 1934 se inician los trámites para la creación del Parque Nacional Iguazú que finalmente se concreta en 1935.

A partir de 1939 se plantea el inicio del diseño urbano, que incluía dos plazas, una mirador hacia el río Iguazú, la capilla, el correo, un hotel y locales comerciales. La otra plaza, también hacia el río, estaba rodeada por la escuela, el museo y la sala de primeros auxilios, mientras que la comisaría policial se asentaba en el camino a Cataratas.

En 1940 se crea la escuela N° 235, y el 25 de diciembre del mismo año se llevo a cabo el bautismo de la capilla siendo el templo de madera de cedro regional y los bancos de madera de pino.

El 24 de Abril de 1943 por decreto 15.042 se crea la comuna de Iguazú.

En 1947 se crea el Hospital SAMIC.

En 1951 se cambia el nombre de Iguazú por Eva Perón, se crea la comisión de fomento que luego pasa a ser Concejo Municipal.

En 1952 se inaugura el Hito Tres Fronteras y en 1956 el Juzgado de Paz.

En 1957 se crea la administración de aduanas, y en 1963 se inician las obras del Hotel De Turismo.

En 1974 se crea el Museo de Imágenes de la Selva, en 1975 llega YPF, en 1983 se crea el Honorable Concejo Deliberante, en la misma fecha se funda el Museo Mborore y en 1984 se crea el Cuerpo de Bomberos Voluntarios.

Refrescar nuestra historia es saber de dónde venimos para poder seguir caminando.

Los invitamos a compartir las fotos en nuestro álbum en Facebook 

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 Con más de veinte años de trabajo en los medios y con miles de entrevistas sobre su espalda, la periodista Kelly Ferreyra se animó a ser la protagonista en su propio medio, se convirtió en referente profesional de la comunicación en la localidad de Iguazú, propietaria del portal de noticias Lavozdecataratas.com, el primer diario digital de la ciudad.

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O governador Ratinho Junior consolidou, nesta quinta-feira (9), um robusto pacote de investimentos para Foz do Iguaçu que ultrapassa os R$ 70 milhões. O evento, marcado pela liberação de 6,8 km da duplicação da Rodovia das Cataratas, serviu de palco para o anúncio de obras aguardadas há décadas, como a conexão definitiva entre a Vila Portes e o Jardim Jupira.

“Hoje entregamos 80% da duplicação de uma obra que começamos a planejar em 2019. É uma vitória para a população”, celebrou o governador. Ao seu lado, o prefeito General Silva e Luna reforçou o impacto social: “A trincheira do Jupira é uma necessidade de 57 anos. Estamos unindo bairros que ficaram separados por décadas”.

A “Nova” BR-277: Trincheira Vila Portes/Jupira

Vista aérea da BR-277 no trecho do Jd. Jupira. Foto: Ricardo Ribeiro/AEN.

Com investimento de R$ 17,7 milhões, a nova trincheira permitirá que veículos cruzem por baixo da rodovia, eliminando um dos pontos mais críticos de mobilidade na região Oeste. O projeto, desenvolvido pelo Itaipu Parquetec, visa não apenas a segurança, mas também o fortalecimento do comércio local que circunda a Ponte da Amizade.

Educação: Mais 800 vagas e ensino integral

Projeto Mais Escolas Paraná, PPP da Educação avança para fase final. Foto: SEED

Foz ganhará duas novas unidades pelo programa Mais Escolas Paraná (PPP). As escolas serão construídas no Jardim Carimã e no bairro Don Miguel Osman (região do Copacabana). Com um aporte de R$ 28,7 milhões, as estruturas focarão em tempo integral e ensino profissionalizante.

Asfalto e Lazer nos Bairros

O governo estadual também autorizou a licitação de R$ 33 milhões para recape e pavimentação asfáltica. A meta é alcançar ruas em 19 bairros da cidade, incluindo regiões como Morumbi, Portal da Foz, Profilurb I e Jardim São Paulo. Além disso, o bairro Madre Teresa II (Três Lagoas) receberá uma unidade do projeto Meu Campinho, com foco em lazer e esporte.

Saúde: Hospital Municipal no radar

O governador aproveitou para adiantar um próximo anúncio: o repasse de R$ 6 milhões para obras no Hospital Municipal (Hospital Regional). O projeto está em fase final e Ratinho Junior garantiu retorno à cidade em 60 dias para formalizar o investimento.

 

 

Foto em destaque: Ari Dias/Divulgação AEN

No futebol, quem faz três gols em um jogo tem o direito de escolher a trilha sonora no domingo. Em Foz do Iguaçu, o Governo do Estado parece ter garantido o seu “hat-trick” nesta quinta-feira (9). Com a entrega de 6,8 km da duplicação da Rodovia das Cataratas, o governo soma três grandes obras de infraestrutura inauguradas na cidade. O problema? Nenhuma delas está, de fato, 100% pronta para o cidadão.

O cenário é de um otimismo que não sobrevive a uma volta rápida pela cidade. Temos a estrutura, temos o asfalto, temos a fita cortada, mas falta o principal: a funcionalidade plena.

O gol de placa que ninguém usa: Ponte da Integração

A segunda ponte entre Brasil e Paraguai é, talvez, o maior símbolo dessa “entrega parcial”. A obra física está lá, imponente, ligando as duas margens do Rio Paraná. No entanto, ela segue subutilizada. Enquanto as obras estruturantes — Ativação completa das aduanas, Porto seco, acessos e desvio do fluxo pesado da cidade de Puerto Presidente Franco — não forem finalizadas em ambos os países, a ponte continua sendo um cartão-postal de luxo, mas incapaz de desafogar o trânsito caótico da Ponte da Amizade como deveria.

A Perimetral “pela metade”

Recentemente, tivemos o anúncio da liberação da Perimetral Leste. Mas a alegria durou pouco. A via foi entregue sem itens básicos de segurança, como sinalização adequada e guard-rails em trechos críticos. O resultado? Por recomendação da PRF e do DNIT, três dos principais acessos seguem fechados para evitar acidentes. É uma rodovia de integração que, por enquanto, mais isola do que conecta os bairros à BR-277.

Rodovia das Cataratas: O terceiro “gol”

Hoje foi a vez da Rodovia das Cataratas. O governador Ratinho Junior celebrou a entrega de 6,8 km duplicados, uma obra que atingiu 84% de execução total. É um avanço? Sem dúvida. Mas, novamente, o iguaçuense se depara com um trecho que ainda exige ajustes finos e que não reflete a fluidez total prometida para o corredor turístico.

O preço da pressa

Inaugurar obras é parte do jogo político, mas para quem vive em Foz, o que importa é o tempo de deslocamento, a segurança no trânsito e a logística do comércio. Entregar “pedaços” de soluções pode até render boas fotos e manchetes, mas gera uma frustração crônica na população, que vê o investimento bilionário ali, parado ou restrito, enquanto os problemas antigos persistem.

O Governo do Paraná marcou os três gols. Mas, se pudermos dar uma sugestão para a música do Fantástico, que seja uma que fale sobre paciência. Porque, pelo visto, o iguaçuense ainda vai precisar de muita para ver essas obras realmente servindo à comunidade em sua totalidade.

 

 

Fotos: Ari Dias/Divulgação AEN

A vasectomia é um dos procedimentos mais cercados de boatos. Mata a libido? Dói para sempre? O sexo muda? Quando você realmente fica estéril? A gente ouve de tudo — e a maior parte é ficção. Por isso conversamos com o Dr. Marco Nunes, urologista em São Paulo (CRM 104016), para separar o que é verdade científica do que é apenas lenda urbana.

O que é vasectomia: a cirurgia mais simples do que parece

Vamos começar pelo básico. Vasectomia é um procedimento cirúrgico que corta ou sela os canais deferentes — aqueles canais por onde os espermatozoides viajam. É isso. Nada de remover testículos, nada de mexer em hormônios, nada de destruir nada fundamental.

O corpo continua produzindo espermatozoides normalmente. Eles simplesmente não conseguem sair pelos canais e acabam sendo reabsorvidos. É um desvio de rota biológico, pronto.

Aqui começa a derrubar mitos. Como o corpo continua funcionando quase normalmente, a maioria das coisas que você pensa que vão mudar… não mudam.

Testosterona, ereção e libido: o que continua igual

A vasectomia não mexe com a testosterona. Os testículos continuam ali, produzindo hormônio normalmente. Testosterona não tem nada a ver com a presença de espermatozoides no caminho — ela é produzida independentemente.

E se a testosterona não muda, a libido também não deveria mudar. Libido é complexa — tem hormônio, tem psicologia, tem relacionamento, tem saúde geral — mas não tem nada a ver com vasectomia.

Ereção? Mesma história. Ela depende de nervos e fluxo sanguíneo que a vasectomia não toca em nada. O pênis continua funcionando do mesmo jeito.

A verdade científica é simples: a maioria dos homens não sente diferença nenhuma depois da vasectomia. Alguns até relatam que a relação melhorou porque deixaram de se preocupar com gravidez indesejada — mas isso é psicológico, não físico.

O sêmen: sim, ele continua quase igual

Aqui vem outro boato que cai por terra rapidinho. Você não vai ejacular menos. O sêmen não vai desaparecer. Tudo vai continuar praticamente igual.

Isso porque espermatozoides são apenas uma fração — uma fração bem pequena, na verdade — do volume total de sêmen que você ejaculariza. A maior parte vem da próstata, das vesículas seminais e de outras glândulas que não sofrem nenhuma alteração. Quando você tira os espermatozoides da equação, o impacto no volume é praticamente imperceptível.

Sim, há espermatozoides a menos. Mas tão poucos quanto importa? Não. A sensação, o volume, a aparência, tudo segue praticamente idêntico.

A recuperação: o que você realmente vai sentir nos primeiros dias

Os primeiros dias após a vasectomia são desconfortáveis. Você vai ter inchaço na região, hematomas (aquele roxo clássico), desconforto local. Nada catastrófico, mas incômodo. Analgésicos ajudam a tornar esse processo menos sofrido.

A maioria das pessoas fica 5 a 7 dias com incômodo mais significativo e volta à vida normal em duas semanas. Trabalho de escritório? Pode fazer antes. Exercício pesado? Melhor esperar um pouco.

Existem riscos, como em qualquer cirurgia: infecção, granuloma (uma reação do corpo ao fio de sutura), até falha técnica. Raro, mas acontece. E há uma complicação mais séria, menos comum, mas que merece ser mencionada: alguns homens desenvolvem dor persistente no local — chamada síndrome de dor pós-vasectomia. Quando isso ocorre, precisa de tratamento e acompanhamento, não pode ser ignorada.

A grande pegadinha: por que a vasectomia não funciona na hora?

A vasectomia não torna você infértil na hora. Espermatozoides podem permanecer nos canais por semanas — às vezes, alguns meses. Isso significa que nos primeiros tempos após a cirurgia, você pode engravidar alguém.

Se alguém pensa “já fiz vasectomia, posso transar sem camisinha” nos primeiros meses, está errado. E correndo risco real. Por isso o protocolo existe: qualquer método contraceptivo tem que continuar até confirmação.

O espermograma: o teste que confirma tudo

O espermograma pós-vasectomia é o exame que diz se a cirurgia deu certo. Geralmente é feito entre 8 e 12 semanas após o procedimento — muitas vezes depois de cerca de 20 ejaculações. Os prazos variam de acordo com o urologista e o protocolo, mas esse é o padrão.

O que o espermograma faz? Ele analisa uma amostra de sêmen e verifica se há espermatozoides lá. Se não houver nada ou se houver apenas alguns imóveis (incapazes de se mover), aí sim você pode dizer que está estéril.

Sem esse exame, você não sabe de verdade se está seguro ou não. Sem ele, você está operado, mas no escuro. E é aí que muita gente comete o erro de achar que pode dispensar proteção antes da confirmação.

O risco depois do exame: números reais

Depois que o espermograma confirma azoospermia (ausência de espermatozoides) ou apenas raros imóveis, o risco de gravidez cai para aproximadamente 1 em 2.000. É um risco muito, muito baixo.

Mas — e isso importa — esse risco é maior quando alguém abandona o acompanhamento, ignora o exame ou não segue as recomendações médicas. O segredo da vasectomia não é só a cirurgia. É o acompanhamento.

Vasectomia é reversível? Teoricamente sim, na prática é complicado

Muita gente faz vasectomia pensando “se mudar de ideia, volto atrás”. Cuidado com essa mentalidade. Vasectomia deveria ser encarada como permanente.

Tecnicamente, existe uma cirurgia chamada vasovasostomia que tenta reconectar os canais. Mas há pontos importantes que ninguém gosta de falar: é mais cara que a vasectomia original, exige um cirurgião muito mais experiente, demanda mais tempo cirúrgico, e — o principal — o sucesso não é garantido. Até em casos de sucesso técnico, a produção de espermatozoides móveis pode não voltar ao normal.

Se você ainda tem dúvida sobre ter filhos ou não, a vasectomia não é o procedimento para agora. Essa conversa precisa ser muito honesta antes da cirurgia, não depois.

Arrependimento existe, e essa é uma conversa importante

Alguns sinais de alerta antes de fazer a vasectomia:

  • Você está fazendo porque o parceiro quer, mas você mesmo tem medo ou incerteza.
  • Está em crise no relacionamento e espera que a vasectomia resolva algo.
  • Nunca conversou de verdade com a parceira sobre filhos, contracepção ou futuro.
  • Sente pressão de tempo ou pressão emocional para decidir logo.
  • Tem medo real, não racional, de que vai se arrepender.

Se qualquer uma dessas situações te descreve, vale conversar mais. Talvez com um terapeuta. A vasectomia vai estar lá depois, mas essa conversa não pode ter pressa.

O boato do câncer de próstata: de onde veio e por que é falso

Um dos boatos mais persistentes é que a vasectomia aumenta o risco de câncer de próstata. Materiais educativos de saúde, diretrizes clínicas, literatura médica — ninguém que sabe de verdade sustenta essa teoria.

O boato provavelmente nasceu de confusão simples: um cara faz vasectomia, anos depois descobre câncer de próstata, e a mente humana conecta os dois. Mas correlação não é causação. Dois eventos acontecendo na mesma vida de uma pessoa não significa que um causou o outro.

Os fatores de risco reais para câncer de próstata são idade, histórico familiar, genética e etnia. Vasectomia não entra nessa lista. Se você tem antecedentes familiares de câncer de próstata, converse com seu urologista sobre prevenção — mas não como consequência da vasectomia.

A parte emocional que ninguém fala

O medo da vasectomia não é, para a maioria, medo da cirurgia em si. É medo do que ela significa.

“O que isso diz sobre mim como homem? Estou realmente tendo voz nessa decisão ou estou concordando porque me sinto pressionado? Minha parceira quer mesmo não ter filhos, ou ela está cansada e usando isso como solução temporária?”

Essas são perguntas profundas. Vasectomia mexe com identidade, autonomia, futuro, relacionamento. Merece uma conversa de verdade — não uma conversa de pressão, culpa ou cobrança.

Se a contracepção virou uma luta no relacionamento, se alguém está sendo culpabilizado por estar grávida ou farto de métodos, vasectomia não vai resolver isso. Vai só disfarçar. Melhor conversar mesmo. Às vezes com ajuda profissional.

Vasectomia em São Paulo, em Foz do Iguaçu ou onde quer que você more

Se você está pesquisando vasectomia em São Paulo porque mora lá, ou está em Foz do Iguaçu e está vendo opções, o processo é o mesmo. O que importa é encontrar um urologista em quem você confie, que dedique tempo para conversar com você, que respeite suas dúvidas.

Pode ser SUS ou particular — ambos funcionam. Mas a primeira etapa é sempre a mesma: uma consulta de verdade, onde você fala sobre sua história pessoal, sobre seus medos, sobre seu relacionamento, e o médico avalia com honestidade se vasectomia é realmente a escolha certa para você neste momento da vida.

As regras no Brasil mudaram

Até 2022, as coisas eram mais rigorosas. Existia exigência de autorização do cônjuge, por exemplo — como se a decisão sobre seu próprio corpo precisasse de permissão de outra pessoa. A Lei 14.443/2022 mudou isso. Agora cada pessoa decide sobre o seu corpo.

A lei também reduziu a idade mínima para esterilização voluntária e estabeleceu prazos que garantem que a decisão é realmente sua — não uma escolha precipitada. Se você está pensando em vasectomia no Brasil, essas mudanças deixaram tudo mais acessível e mais respeitoso com a autonomia de cada um.

As perguntas que mais ouvimos

“Se eu ejacular menos, minha parceira vai achar estranho?”

Você não vai ejacular menos. Espermatozoides são uma fração tão pequena do sêmen que praticamente ninguém percebe diferença.

“Vai doer durante a relação sexual depois?”

Não. A vasectomia não afeta a experiência da relação sexual. Se alguém sente dor durante a relação depois de uma vasectomia, é algo que precisa ser investigado — mas não é causado pelo procedimento em si.

“Quanto tempo demora para voltar à vida normal?”

Incômodo nos primeiros dias a uma semana. Vida normal em duas semanas. Exercício pesado? Espera um pouco mais. Mas a maioria das pessoas está de volta à rotina bem rápido.

“Vasectomia protege contra doenças sexualmente transmissíveis?”

Não. Infecções sexualmente transmissíveis não têm nada a ver com vasectomia. Se há risco (nova parceria, parceiro com histórico), preservativo segue sendo essencial.

“E se eu mudar de ideia daqui uns anos?”

Reversão existe, mas é cara, exige cirurgião experiente e não é garantida. Vasectomia deve ser pensada como permanente. Se você tem dúvida real sobre o futuro, espera.

O que você realmente precisa fazer antes de decidir

Conversar — de verdade — com o parceiro ou parceira sobre o que cada um quer para a vida. Conversar com um urologista que tome seu tempo e não apenas venda a cirurgia. E se houver ansiedade significativa, medo persistente ou questões emocionais envolvidas, uma conversa com um terapeuta antes da cirurgia não é fraqueza. É inteligência.

Informação clara tira o medo. E agora você a tem.

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A espera finalmente está prestes a acabar. Após adiar o lançamento no ano passado e frustrar as expectativas dos criadores de conteúdo, a DJI confirmou oficialmente a data de estreia da aguardada Osmo Pocket 4. Através de um teaser enigmático no Instagram intitulado “O Mundo no Meu Bolso”, a gigante da tecnologia marcou o evento global para o dia 16 de abril de 2026, às 9h (horário de Brasília).

Para os produtores de conteúdo brasileiros, especialmente os que frequentam a fronteira, a notícia é estratégica: seguindo o histórico de lançamentos anteriores, a expectativa é que a câmera chegue às vitrines da Cellshop Importados, em Ciudad del Este, no exato momento do anúncio mundial.

Anuncio do lançamento global no perfil oficial da DJI no instagram. Imagem: Reprodução.

O que esperar da nova Pocket 4?

Embora o vídeo promocional foque em silhuetas e detalhes da lente, o mercado já ferve com as especificações técnicas da sucessora da Pocket 3 (fenômeno de vendas em 2024/2025). O formato ultracompacto com estabilização por gimbal está garantido, mas as grandes apostas estão no hardware interno:

  • Poder do Sensor: Rumores indicam um sensor de 1 polegada otimizado, agora com suporte para 14 stops de alcance dinâmico, garantindo imagens profissionais mesmo em condições críticas de iluminação.
  • Velocidade e Armazenamento: A novidade deve trazer impressionantes 107 GB de armazenamento interno com velocidade de transferência de 800 MB/s, eliminando gargalos na hora de descarregar arquivos pesados.
  • Áudio e Resolução: Espera-se a introdução de saída de áudio de 4 canais e melhorias significativas na gravação em 4K/120fps, além de novos perfis de cor profissionais.
  • Inteligência Artificial: Integração profunda para rastreamento inteligente de objetos (ActiveTrack avançado) e edição automatizada via IA.

Vantagem competitiva em Ciudad del Este

A linha Osmo Pocket é um dos itens “queridinhos” mais procurados pelos criadores de conteúdo que visitam a fronteira. Com a distribuição oficial via Cellshop, o consumidor garante o produto original com preços muito competitivos. Comprar no Paraguai oferece o “privilégio do tempo”: o acesso imediato à tecnologia de ponta sem os meses de espera da importação oficial para o Brasil, uma vantagem crucial para quem vive de conteúdo e precisa sair na frente.

Preço Estimado: Segundo rumores internacionais, a nova câmera de vlogging da DJI poderá chegar ao mercado custando a partir de US$ 499 em sua versão standard.

 

Me digam aí, quem vai dormir na porta da Cellshop Importados Paraguay no dia 15 de abril, hein?

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