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ter, 21 de abr 2026

Parque Tecnológico Itaipu agora é Itaipu Parquetec: nova marca traz modernidade aos 20 anos de experiência em inovação da instituição  

Nova marca simboliza um momento em que a instituição busca potencializar conexões e transformar conhecimento e inovação em bem-estar social.

O Parque Tecnológico Itaipu – PTI, a partir de julho deste ano, passa a ser Itaipu Parquetec. Muito além da nomenclatura, a alteração na marca evidencia um novo momento da instituição, que completou 20 anos em 2023 com uma ampla bagagem de conhecimento e agora se consolida como o parque mais completo em soluções sustentáveis para transição energética e tecnologias do futuro.

Com duas décadas de experiências como um ecossistema onde a colaboração entre universidades, empresas, poder público e sociedade transforma-se em novas tecnologias e novos negócios e como uma instituição de ciência e tecnologia onde a pesquisa científica e a educação resultam em conhecimento à disposição da sociedade, o Itaipu Parquetec reúne toda essa capacitação em novos projetos que terão ainda maior envolvimento com pessoas e territórios.

“Em duas décadas de história, foram centenas de projetos em parceria com instituições de ensino, empresas, instituições governamentais e outras parcerias estratégicas que construíram um legado de conhecimento e inovação”, afirma o diretor superintendente do Itaipu Parquetec, Professor Irineu Colombo.

“Consolidamos uma série de competências em áreas como energias renováveis, inteligência e gestão territorial, tecnologias aplicadas, segurança cibernética, entre outras, que agora, como Itaipu Parquetec, se intensificam em entregas pelo bem-estar da sociedade. Estamos cada vez mais abertos para novas parcerias para o desenvolvimento de soluções para mudar o nosso território e o mundo”, complementa Colombo.  

O diretor-geral brasileiro da Itaipu, Enio Verri, destacou a importância do momento para a Itaipu. “A usina, que nasceu de um projeto de engenharia que rompeu a barreira do conhecimento e de um acordo diplomático igualmente de vanguarda, tem em seu DNA a inovação. Este momento é muito mais do que o lançamento de uma nova marca para o Parque Tecnológico; representa a celebração do compromisso da Itaipu com o conhecimento e a inovação”, disse.  

“A nova identidade exalta as origens do Parque Tecnológico e fortalece a inclinação da Itaipu em direção ao futuro, na medida em que aprofunda o compromisso da binacional em pesquisas e projetos voltados para a transição energética e o desenvolvimento de soluções tecnológicas, negócios e oportunidades que tenham impacto positivo na sociedade”, complementou.  

Transição energética acessível

Um dos projetos em que as equipes do Itaipu Parquetec têm se debruçado é o Sistema de Segurança Energética Modular, que utiliza baterias oriundas de veículos elétricos para armazenar e fornecer energia captada por placas fotovoltaicas. O sistema já está em funcionamento na comunidade indígena Baniwa, na fronteira do Brasil com a Colômbia, beneficiando mais de 600 pessoas que não tinham acesso à energia elétrica.

Agora, o objetivo é ampliar o atendimento a outras comunidades isoladas. A próxima instalação será na Ilha da Trindade, no Espírito Santo. E o projeto tem potencial para levar energia a mais de 270 regiões isoladas do país que não fazem parte do Sistema Interligado Nacional – um grande passo rumo a uma transição energética justa e acessível.

Soluções para a descarbonização

Ainda no campo da transição energética, o Itaipu Parquetec tem mais de uma década de experiência com a pesquisa e a aplicação do hidrogênio, considerado o combustível do futuro. No ambiente do parque, existe uma planta de produção de hidrogênio, onde estão em andamento projetos voltados ao abastecimento de veículos pesados e também ao armazenamento do elemento “em pó”, que demanda menos espaço e garante maior segurança energética.

Recentemente, foi firmada uma nova parceria com a usina de Itaipu, o Centro Internacional de Energias Renováveis – CIBiogás e o projeto H2Brasil, que instalou uma Unidade de Produção de Hidrocarbonetos Renováveis. É a primeira planta-piloto para a produção de petróleo sintético a partir de uma mistura de biogás e hidrogênio verde para servir de combustível sustentável para a aviação (Sustainable Aviation Fuel – SAF).

Maior aproximação com Foz do Iguaçu

Neste novo momento do Itaipu Parquetec, a instituição pretende fortalecer o vínculo com o território onde está instalada, a cidade de Foz do Iguaçu. Isso será feito por meio de novos projetos para o município, como é o caso da construção de 254 casas populares para famílias em situação de vulnerabilidade social, por meio do convênio “Moradia”, em andamento com a Itaipu. Será utilizada uma tecnologia chamada wood frame, com uso de madeira de reflorestamento certificada, que atende às diretrizes do Governo Federal sobre descarbonização e sustentabilidade aplicada à construção civil.

Outra entrega para a cidade é o Mercado Público Barrageiro, obra muito aguardada pela população e que será um novo atrativo turístico para a cidade. A construção já está pronta e a entrega do espaço deve ocorrer nos próximos meses.

Além de fortalecer a atividade turística, com opções de gastronomia, cultura e lazer, a expectativa é que o mercado gere mais de 450 empregos diretos e indiretos, contribuindo com a geração de renda e o desenvolvimento econômico.

Outra novidade do Itaipu Parquetec em relação a Foz do Iguaçu é a abertura de um portal próprio, aumentando a proximidade da instituição com os moradores. O objetivo é que nos próximos meses seja facilitada a entrada de visitantes, que poderão conhecer a estrutura e as iniciativas desenvolvidas no parque.

Outras competências 

Em duas décadas de atuação, com centenas de projetos realizados, o Itaipu Parquetec consolidou competências nas áreas de automação e simulação de sistemas elétricos, energias renováveis, inteligência e gestão territorial, tecnologias aplicadas, estruturas de barragens, segurança cibernética, arquitetura e engenharia, ciência e educação, e turismo sustentável. Mais informações pelo site: www.itaipuparquetec.org.br.

Fotos: Divulgação/Itaipu Parquetec

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A administração de um condomínio alcançou um patamar de complexidade que exige competências típicas de um cargo executivo. Assim, a busca por saber quanto ganha um síndico é uma dúvida frequente tanto para moradores quanto para quem deseja profissionalizar-se na área. 

Atualmente, o gestor é o responsável direto por orçamentos vultosos, pela manutenção de infraestruturas críticas e pelo cumprimento de uma malha regulatória cada vez mais estreita. 

Essa realidade impõe uma rotina de alta responsabilidade, onde cada decisão impacta diretamente o valor do patrimônio e a segurança jurídica de centenas de famílias.

Acompanhando essa evolução, o mercado passa por uma transição em que o conhecimento técnico em finanças, direito e gestão de pessoas se consolida como o principal ativo do gestor. 

Moradores e conselhos consultivos estão elevando o nível de exigência, buscando transparência absoluta e eficiência operacional, o que impulsiona a função para um cenário de profissionalização acelerada. 

Entender a dinâmica financeira que sustenta esse trabalho é fundamental para alinhar as expectativas entre quem gere e quem habita os condomínios brasileiros.

De acordo com o Censo Condominial 2025/26, a média salarial nacional do síndico é de R$ 1.520

Este levantamento considera todos os perfis de atuação — desde síndicos moradores e profissionais até modelos CLT ou informais — e utilizou como base a inteligência de dados da plataforma uCondo, cruzada com indicadores do IBGE e da Receita Federal.

O desafio da valorização real

Mesmo diante da centralidade do cargo para a vida em comunidade, a percepção de valor sobre o trabalho do síndico ainda enfrenta barreiras culturais.

“A função de síndico é pouco valorizada no mercado, apesar da responsabilidade administrativa, financeira e jurídica que recai sobre quem ocupa o cargo”, afirma Léo Mack, cofundador e diretor de operações da uCondo.

Para o executivo, o caminho para elevar o padrão dos profissionais e justificar revisões de remuneração reside na especialização em gestão, finanças e legislação. 

Essa jornada de capacitação não apenas valoriza o passe do profissional, mas reflete diretamente na melhoria dos serviços prestados aos condomínios.

Quando a valorização acontece

Embora os dados do Censo Condominial 2025/26 indiquem que a média nacional de quanto ganha um síndico gravita em torno de R$ 1.520 — valor próximo ao salário mínimo vigente —, esse número esconde uma oportunidade de carreira extremamente lucrativa para quem investe em especialização. 

A média é puxada para baixo pelo grande volume de síndicos moradores que recebem apenas isenções parciais ou ajudas de custo simbólicas. No entanto, a realidade muda drasticamente quando o gestor cruza a fronteira da profissionalização.

Para o síndico que atua como um verdadeiro CEO multicondominal, o teto de ganhos é exponencial. 

Ao atingir um nível de maturidade na gestão, um profissional que atende, por exemplo, cinco condomínios de médio porte, pode alcançar um faturamento mensal entre R$ 15 mil e R$ 25 mil

Esse salto financeiro não é fruto do acaso, mas da capacidade de escalar processos através de tecnologia e de entregar uma gestão técnica que reduz custos para as unidades, justificando honorários mais elevados.

Essa lucratividade atrativa é o que tem oxigenado o setor com profissionais vindos de áreas como Direito, Administração e Engenharia. Eles não buscam apenas uma “ajuda de custo”, mas sim consolidar uma empresa de sindicância profissional.

A era da profissionalização estratégica

O mercado sinaliza que o improviso perdeu espaço. A procura por cursos de especialização no setor registrou um crescimento de 40% em três anos

Hoje, cerca de 15% dos síndicos no Brasil já atuam de forma estritamente profissional, buscando na formação técnica o diferencial necessário para gerir múltiplas unidades com excelência.

Nesse contexto, a educação focada na prática torna-se o divisor de águas. O curso “De Morador a Síndico”, disponível na plataforma CondoEduca, exemplifica essa mudança de mentalidade ao preparar o gestor para os desafios reais do dia a dia. 

Em um cenário onde a transparência é facilitada por sistemas inteligentes e a comunicação é instantânea, estar capacitado é o que permite ao síndico atuar como um líder estratégico, garantindo eficiência, segurança e valorização do patrimônio coletivo.

Quem aproveitou o sol na fronteira deve se preparar para uma mudança no cenário. Segundo o meteorologista Paulo Barbieri, do Simepar, embora a segunda-feira ainda siga com tempo seco, a instabilidade ganha força a partir de amanhã devido ao deslocamento de um sistema de baixa pressão. No Oeste e Sudoeste do Paraná, a previsão é de chuvas isoladas e trovoadas ao longo do dia.

Mudança mais intensa na quarta e quinta

A virada mais significativa no tempo ocorre entre quarta (22) e quinta-feira (23). Nesse período, o sistema dá origem a uma frente fria que se desloca em direção ao oceano, aumentando as chances de pancadas de chuva nas áreas próximas às fronteiras com Paraguai e Argentina.

Apesar da chegada da chuva, as temperaturas não devem cair drasticamente de imediato. A semana será marcada pela amplitude térmica: manhãs com mínimas amenas e tardes com aquecimento gradual.

Temperaturas na região

Enquanto o Centro-Sul e a Região Metropolitana de Curitiba registram as menores temperaturas do estado em 2026, no Oeste o clima segue um pouco mais quente:

  • Mínimas: No amanhecer, os termômetros em Foz e cidades vizinhas devem variar entre 18°C e 20°C.
  • Máximas: Durante a tarde, as temperaturas no Oeste alcançam marcas entre 28°C e 29°C, antes de uma possível queda mais acentuada com a consolidação da frente fria.

 

A recomendação para quem vai aproveitar o feriado de Tiradentes ao ar livre ou fazer compras no Paraguai é manter o guarda-chuva por perto, já que as pancadas podem ocorrer de forma isolada a qualquer momento do dia.

 

 

Foto em destaque: Denis Ferreira Netto/SEDEST

O sistema logístico do Paraná vive um momento de forte expansão. Embora o Porto de Paranaguá continue sendo a principal porta de saída do estado, os portos secos de Foz do Iguaçu e Guaíra ganharam relevância no cenário nacional. Juntas, as duas estruturas ultrapassaram a marca de 2,1 milhões de toneladas de mercadorias exportadas em 2025.

Em Foz do Iguaçu, o crescimento foi de 21,2% em comparação a 2018, saltando de 1,66 milhão para 2 milhões de toneladas movimentadas no último ano. Já em Guaíra, a elevação foi de 15,8%, atingindo 128,5 mil toneladas.

O que Foz e Guaíra mais exportam?

A localização privilegiada torna o Paraguai o destino preferencial das mercadorias que cruzam as fronteiras do Oeste. Confira os principais produtos:

  • Foz do Iguaçu: Fertilizantes, cimento e placas para pavimentação ou revestimento.
  • Guaíra: Placas de revestimento, cebolas, amidos e féculas modificadas.

 

Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), levantados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

As estruturas não atendem apenas o Paraná. Elas são fundamentais para o escoamento de produtos vindos de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, reforçando a integração regional.

Novo Porto Seco em Foz do Iguaçu

A expectativa para 2026 é ainda mais otimista com a inauguração do novo porto seco em Foz do Iguaçu, operado pela Multilog. O projeto, que conta com apoio do Governo do Estado e da Receita Federal, prevê:

  1. Dobrar a capacidade de cargas: Após um ano (2025) em que 215 mil caminhões passaram pelo atual terminal, a nova estrutura deve desafogar o sistema.
  2. Melhoria no trânsito urbano: A transferência da operação para o novo local reduzirá drasticamente a circulação de veículos pesados dentro da cidade.
  3. Tecnologia e Vistoria: O pátio terá áreas exclusivas para câmaras frias e docas com controle de temperatura, garantindo maior qualidade no armazenamento.

 

Para Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, esses números refletem a eficiência da malha rodoviária e a robustez da economia paranaense, que segue batendo recordes na balança comercial.

 

 

Foto em destaque: Ari Dias/AEN

Cruzar a fronteira entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este tornou-se um desafio no início desta semana. Quem segue pela BR-277 no sentido ao Paraguai encontra o trânsito completamente parado já na altura da ELOG (Porto Seco), totalizando quase 3 quilômetros de retenção.

A situação também é crítica nas principais avenidas que dão acesso à rodovia. Quem utiliza a Avenida JK para chegar à alça de acesso da BR-277 encontra filas logo após o cruzamento com a Avenida Carlos Gomes. No sentido contrário, para quem vem pela Avenida Tancredo Neves, o congestionamento começa logo após o Trevo da Vila A.

Espera chega a 3 horas

Em média, o motorista está levando cerca de 3 horas para completar o trajeto e atravessar a aduana brasileira. O movimento intenso é atribuído à véspera do feriado de Tiradentes, que atraiu um grande número de visitantes à região trinacional interessados nas compras no país vizinho.

A orientação para quem não tem compromissos urgentes é evitar a região da Ponte da Amizade no período da manhã. Para os que precisam cruzar a fronteira, a recomendação é levar água, conferir o combustível do veículo e manter a calma diante da lentidão.

 

Foto em destaque: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu

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