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qua, 06 de maio 2026

Porque todo morador da tríplice fronteira deveria conhecer a Unila

No último sábado (13) tive a oportunidade de assistir a uma conferência TEDx organizada por alunos da Unila – Universidade Federal da Integração Latino-Americana – que aconteceu no Parque Tecnológico Itaipu – PTI. O TEDxUnila teve como tema “Emergindo das Fronteiras” e levou ao palco do CineTeatro dos Barrageiros 18 palestrantes.

Palco TEDxUnila CineTeatro dos Barrageiros Foto: Rafael Guimarães

TED é uma organização sem fins lucrativos dedicada ao lema “ideias que merecem ser compartilhadas”. Começou há 26 anos como uma conferência na Califórnia, e, desde então, o TED tem crescido para apoiar ideias que mudam o mundo através de múltiplas iniciativas.

Em uma conferência TED, pensadores e realizadores de todo o mundo são convidados a dar a melhor palestra de suas vidas em 18 minutos ou menos.

Já o TEDx, é uma iniciativa que surgiu a partir do TED, e que concede licenças livres para que as pessoas ao redor do mundo que desejam organizar eventos no formato TED, o façam em suas comunidades. Mais de 5.000 eventos TEDx já foram realizados, e as palestras selecionadas a partir desses eventos são transformadas em vídeos de TED Talks que ficam disponibilizados no site do TED e também no Canal do TED no Youtube para que pessoas do mundo todo possam acessar.

 

Carlos Gruber e alunos da Unila que organizaram o TEDxUnila Foto: kaká Souza

Esta não foi a primeira edição do TEDx aqui na terra das Cataratas, em 2013 tivemos nossa primeira edição, a TEDxAvCataratas com o tema “Conversas Transformadoras” que contou com 7 palestrantes.

Em nove anos de existência da Unila em Foz do Iguaçu, esta foi a primeira vez que me aproximei dela, foi a primeira vez em que ví com meus próprios olhos o que é a Unila ou quem são os “Unileiros”, e lá pela metade do TEDxUnila, eu já estava me sentindo envergonhado por lembrar quantas vezes utilizei a expressão “Unileiros” de forma pejorativa, depreciativa.

Claro, a relação entre estudantes da Unila e grande parte da sociedade iguaçuense, nunca foi das melhores. Talvez, por culpa da própria cidade, que não se preparou para receber alunos provenientes de vários países, que chegaram a Foz, cada um com sua própria bagagem cultural, e talvez, nesse ponto, a própria universidade tenha falhado quando não promoveu, logo no início, a interação entre moradores e estudantes.

Como respeitar aquilo que não se conhece? Os estudantes estrangeiros não conheciam bem a cidade para onde estavam vindo, e assim que chegaram, sentiram na pele o peso da discriminação, provavelmente porque esperavam encontrar aqui uma cidade cosmopolita, a capital da tríplice fronteira, a meca da cultura latino-americana que iria abraçá-los. Mas na verdade, encontraram uma cidade extremamente careta, que agarrada a seus valores morais não aceitou bem as modernidades trazidas na bagagem dos estudantes e nem fez questão de inseri-los nesta realidade.

Avulsos à sociedade que não os acolheu, foram obrigados a viver em pequenos bandos, geralmente formados por seus iguais. A distância entre alunos e sociedade iguaçuense ficou ainda maior quando os primeiros casos de depredação de patrimônio surgiram. Primeiramente, nos próprios dormitórios, onde motivados pela solidão que uma cidade, na época com mais de 250 mil habitantes, os fez sentir, começaram a fazer uso de bebidas alcoólicas em grande quantidade. Depois, nas ruas da cidade, quando, movidos pela polarização que atingiu todo o Brasil, tomaram partido das discussões políticas e promoveram protestos e pichações na cidade.

Os cidadão iguaçuenses – e eu me incluo nisso – por sua vez, também não os conheciam, e levados por inúmeras matérias sensacionalistas, trataram logo de, por conta de casos isolados, nivelar toda uma instituição e quem fazia parte dela, pelo nível mais baixo.

Nesse ponto, eu preciso fazer um “mea-culpa”, pois confesso que ajudei muito a difundir a cultura do ódio contra os “unileiros”, fiz inúmeras críticas em meu blog pessoal e em minhas redes sociais. A palavra “unileiro” virou sinônimo de insubordinação, uso de entorpecentes e vadiagem.

Perdoem-me, amigos da Unila, eu não sabia o que estava fazendo, aliás, acredito que até hoje, muita gente não saiba.

É fato que as atitudes de alunos da Unila por mim criticadas foram e continuam sendo erradas. Não estou escrevendo este texto para assoprar depois de dar o tapa. O que eu não poderia ter feito, mas fiz, foi generalizar e colocar todos os estudantes da Unila no mesmo balaio.

Durante as poucas horas em que participei do TEDxUnila, descobri que a Unila é muito mais que alunos insubordinados e usuários de entorpecente. Descobri que a Unila abriga milhares de jovens incríveis, que optaram por deixar suas famílias para vir para cá, desenvolver centenas de projetos de sustentabilidade, integração fronteiriça, saúde e desenvolvimento social, que visam a melhoria de toda a sociedade.

O que eu descobri e o que todos os iguaçuenses deveriam saber:

Os eventos científicos organizados pela Unila atraem milhares de pessoas e pesquisadores anualmente para Foz do Iguaçu movimentando todo o setor turístico. Dos 14 mestrados ofertados por universidades na região, 11 são ofertados pela Unila. Dos 400 docentes que atuam na Unila, 80% são doutores. O tão sonhado curso de medicina em Foz do Iguaçu, só virou realidade graças a Unila. A Unila abriga hoje quase 6 mil estudantes, 70% destes são brasileiros. No curso de medicina são quase 400 estudantes, destes, 20 são de Foz do Iguaçu e 100 são do Paraná. Os resultados de pesquisas desenvolvidas na Unila para o combate do Mal de Parkinson, usando um tratamento à base de canabidiol, substância extraída da Cannabis, estão alcançando os melhores resultados da história da luta contra a doença e já são referência para vários países do mundo. Os projetos de extensão da Unila abrangem toda a sociedade, levando saúde, cultura e conhecimento para todos os bairros, não apenas nos mais pobres, mas em todos.

Alunos de medicina da Unila durante mutirão da saúde no TTU Foto: Divulgação Unila

Eu estou em dívida com a Unila, a cidade está em dívida com a Unila, mas ainda há uma chance para reverter isso. Conheça a Unila, abrace a Unila. A Unila é de Foz do Iguaçu, a Unila é Foz do Iguaçu. Se eu pudesse fazer um único pedido a você que leu este texto até o final, eu pediria; conheça a Unila! Esqueça aquela sua velha opinião formada e dê espaço em sua mente para a o que realmente a Unila representa para a região da tríplice fronteira.

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O lançamento do Novo Desenrola Brasil trouxe uma oportunidade decisiva para quem busca recuperar a saúde financeira. O programa, que tem duração limitada de 90 dias, não é apenas uma rodada de descontos, mas uma estratégia estruturada para retirar milhões de brasileiros da inadimplência. Com abatimentos que chegam a 90%, o foco está em dívidas contraídas recentemente, incluindo cartões de crédito, cheque especial e débitos estudantis.

Para que você não perca o prazo e entenda exatamente como se beneficiar, preparamos um detalhamento das regras e dos passos para participação.

 

Quem pode participar e quais são as regras?

O programa foi dividido em quatro frentes específicas, garantindo que o atendimento seja personalizado conforme a origem da dívida:

1. Desenrola Famílias

Esta é a maior frente do programa. É voltada para pessoas físicas com renda de até 5 salários mínimos (R$ 8.105).

  • Dívidas aceitas: Débitos de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (não consignado) contratados até 31 de janeiro de 2026.
  • Condições: Descontos entre 30% e 90%. O saldo restante pode ser parcelado em até 48 meses, com juros máximos de 1,99% ao mês.
  • Novidade no FGTS: Pela primeira vez, o segurado poderá usar até 20% do saldo do FGTS (ou o valor fixo de R$ 1.000, o que for maior) para abater o valor da dívida após a renegociação.

2. Desenrola Fies

Focado em estudantes e profissionais que não conseguiram honrar as parcelas do financiamento estudantil.

  • Atrasos de 90 a 360 dias: Desconto de 100% em juros e multas. Se pagar à vista, ganha mais 12% de desconto no valor principal. Pode parcelar em até 150 vezes.
  • Atrasos acima de 360 dias: Descontos de 77% para quem não está no CadÚnico e até 99% para quem está inscrito no CadÚnico.

3. Desenrola Empresas (Micro e Pequenas)

O objetivo é trocar dívidas caras por crédito barato.

  • Microempresas (faturamento até R$ 360 mil/ano): Carência de 24 meses para começar a pagar e prazo total de 96 meses.
  • Pequenas Empresas (faturamento até R$ 4,8 milhões/ano): Limite de crédito ampliado para R$ 500 mil, com foco especial em negócios liderados por mulheres.

 

Como participar do programa?

O processo é majoritariamente digital para garantir agilidade. Confira o passo a passo:

  1. Para participar do Novo Desenrola, você deve procurar diretamente os canais oficiais dos bancos e instituições financeiras onde possui dívidas pendentes. Diferente da primeira edição, não há uma plataforma única centralizada para todas as negociações; o atendimento é descentralizado diretamente nos credores. 
  2. Identifique o credor: Verifique em quais bancos ou instituições você possui dívidas atrasadas. 
  3. Acesse os canais oficiais: Entre em contato via aplicativo, site ou agências físicas do seu banco. O Banco do Brasil e o Itaú já possuem seções dedicadas ao programa.
  4. Avalie a proposta: Confira as condições oferecidas, que podem incluir descontos de até 90% e juros reduzidos. 
  5. Uso do FGTS: Caso opte por usar o FGTS, o sistema fará a integração com a Caixa Econômica Federal para validar o saldo disponível.
  6. Feche o acordo: Após aceitar as condições, siga as instruções do banco para formalizar a renegociação. Após o pagamento da primeira parcela ou da cota única, a instituição financeira tem o prazo de poucos dias úteis para retirar o seu nome dos órgãos de proteção ao crédito (Serasa/SPC).

 

Fique atento às contrapartidas

O Novo Desenrola introduz regras de comportamento financeiro. Quem aderir ao programa de renegociação terá o CPF bloqueado para realizar apostas online (bets) por 12 meses. A medida visa garantir que o fôlego financeiro recuperado seja utilizado para a manutenção da família e não retorne ao ciclo de endividamento por jogos.

Além disso, para dívidas de até R$ 100, o governo determinou que a quitação nos moldes do programa garante a baixa imediata da restrição, facilitando a vida de quem tem “nome sujo” por valores pequenos.

O Dia das Mães em Foz do Iguaçu terá uma celebração especial este ano. O Complexo Dreams Park Show e o Eco Park Foz decidiram presentear todas as mães com entrada gratuita em suas atrações no próximo domingo, 10 de maio. A iniciativa busca oferecer uma alternativa de descanso e diversão para as famílias iguaçuenses e turistas.

“A maioria das mães tem uma rotina cansativa. Decidimos oferecer uma opção diferente de celebração: passear e se divertir em nossas atrações”, explica Paula Haito, gerente comercial e de marketing do complexo.

Roteiro completo: diversão e gastronomia

As atrações abrem as portas a partir das 9h. No Dreams Park Show, as opções incluem o Museu de Cera, o Maravilhas do Mundo, o Vale dos Dinossauros e o Dreams Motor Show. Para quem gosta de experiências geladas, o Bar de Gelo oferece 30 minutos de open bar em temperaturas que chegam a 10 °C negativos.

Para o almoço, o complexo dispõe de dois estilos gastronômicos: o Pterofood, com comida caseira e parrilla argentina, e o Motor Show, focado na culinária americana. No Motor Show, o público ainda pode conferir o Espetáculo Magic, com acrobacias e o tradicional Globo da Morte.

Conexão com a natureza no Eco Park

No período da tarde, a sugestão é o Eco Park Foz, focado na educação ambiental. O espaço conta com a apresentação de falcoaria, a Floresta dos Primatas — viveiro de imersão único no Brasil — e a fazendinha. Com mais de 30 mil metros quadrados de área verde, o local é ideal para momentos de relaxamento e piqueniques em família.

Ao final do dia, os visitantes ainda podem passar pela Luryx, a maior loja franca da cidade, para garantir presentes e lembranças.

Serviço

O Complexo Dreams Park Show funciona diariamente das 9h às 22h, enquanto o Eco Park Foz atende das 9h às 17h. Ambos estão localizados na Rodovia das Cataratas, a poucos minutos do centro e do aeroporto.

 

 

Fotos: Divulgação/Dreams Park Show

Foz do Iguaçu registrou um cenário otimista no mercado de trabalho formal em março de 2026. Segundo os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o município apresentou um avanço nas contratações, com o número de admissões superando o de desligamentos. No mês, foram 4.225 admissões contra 3.846 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 379 novas vagas.

O desempenho aponta para uma consolidação da economia local, com reflexos diretos no estoque total de empregos. Em março de 2025, a cidade contabilizava 69.297 vínculos ativos; um ano depois, esse número saltou para 71.013, representando uma expansão de 2,5%.

Setor de Serviços lidera a recuperação

O grande destaque do período foi o setor de serviços, que mostrou uma forte reação em relação ao ano passado. Enquanto em março de 2025 o segmento amargou um saldo negativo, neste ano o resultado foi de 211 postos de trabalho positivos. Ao todo, o setor registrou 2.219 admitidos e 2.008 desligados.

Outros setores também contribuíram para o índice favorável:

  • Comércio: Saldo positivo de 105 vagas (1.493 admissões e 1.388 desligamentos).
  • Construção Civil: Saldo de 41 vagas (299 admissões e 258 desligamentos).
  • Indústria: Saldo de 27 vagas (211 admissões e 184 desligamentos).
  • Agroindústria: Registrou um leve saldo negativo de cinco vagas, mantendo estabilidade frente ao histórico anterior.

Demanda por mão de obra segue alta

Apesar dos números positivos, o potencial de crescimento continua elevado. Segundo Cátia Fritzen, diretora de Desenvolvimento Socioeconômico, a percepção na Agência do Trabalhador é de que todos os setores da economia ainda necessitam de profissionais qualificados. “Temos espaço para crescer muito mais dentro desse cenário”, afirmou.

A oferta constante de vagas sinaliza um momento de dinamismo para o trabalhador iguaçuense e para as empresas que buscam expansão na Terra das Cataratas.

 

 

Foto: Divulgação/AMN

A tradicional Confeitaria Jauense, presente em Foz do Iguaçu desde 1979, acaba de dar um passo histórico com a inauguração de sua nova unidade na Avenida Paraná. O espaço, que conta com 1.300m², foi projetado sob o conceito biofílico, integrando elementos naturais ao ambiente interno para oferecer mais conforto e bem-estar aos clientes.

A estrutura foi planejada para atender diferentes perfis de público, sendo totalmente pet friendly. Além disso, a unidade oferece 52 vagas de estacionamento, incluindo pontos para carregamento de carros elétricos e bicicletário, além de uma área exclusiva para agilizar o serviço de delivery.

Savoir-faire francês e receitas premiadas

A nova Jauense traz para a fronteira a expertise da culinária francesa. Com processos de fabricação fiéis à tradição e equipes treinadas por especialistas da França, o cardápio destaca produtos como croissants, pães artesanais, cinnamon rolls, danish e a clássica baguete crocante.

Outro grande diferencial é o Café Colonial, que carrega o prestígio de ter sido eleito o Melhor Café Colonial de Curitiba pelo Prêmio Bom Gourmet 2025. A seleção reúne receitas tradicionais que agora podem ser apreciadas em um dos endereços mais nobres de Foz do Iguaçu.

Horários do Café Colonial

Para quem deseja aproveitar a experiência completa do café premiado, os horários de atendimento são:

  • Segunda a sexta-feira: das 14h às 20h.
  • Sábados, domingos e feriados: das 08h às 20h.

 

A nova unidade da Confeitaria Jauense na Avenida Paraná consolida a marca como um ponto de encontro essencial para moradores e turistas que buscam alta gastronomia e tradição.

 

 

Fotos: Ana Vitória/Portal Clickfoz

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