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Saúde em Foz do Iguaçu

Risco de dengue diminui em Foz, mas CCZ mantém o alerta Primeiro LIRAa do ano foi divulgado hoje e aponta um Índice de Infestação Predial de 2,84%

Primeiro LIRAa do ano foi divulgado hoje e aponta um Índice de Infestação Predial de 2,84%


Por: Assessoria

Publicado em:

A Secretaria Municipal de Saúde, através do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) divulgou nesta quarta-feira, 10, o primeiro Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2018. Apesar de haver uma redução na comparação com o ultimo levantamento de 2017, os dados colocam a cidade em alerta para as doenças transmitidas pelo mosquito: dengue, zika e chikungunya.

De acordo com o CCZ, foram vistoriadas aproximadamente 5 mil casas na primeira semana de janeiro, e o índice de infestação predial (IIP) foi de 2,84%. Isso significa que de cada 100 casas vistoriadas pelos agentes de endemias, em praticamente 3 foram encontrados criadouros do mosquito.

“O índice é considerado satisfatório quando fica abaixo de 1%. Quando fica entre 1% e 3,9% a situação é de alerta e quando é superior a 4% é alto risco para epidemia”, explica o coordenador do programa de vetores do CCZ, Jean Rios.

Durante as vistorias, os agentes também verificam as armadilhas instaladas nos imóveis para levantar o Índice Predial de Armadilha (IPA), que contabiliza o número de mosquitos adultos capturados. Neste caso o indicador chegou a 9%, ou seja, de cada 100 armadilhas, em 9 foram encontrados mosquitos contaminados.

“Foz do Iguaçu é a única cidade do Brasil que possui um indicador de índice de infestação baseado na forma adulta do mosquito”, explica Jean. “Agora, os mosquitos vivos serão identificados, congelados e enviados ao Centro de Medicina Tropical da Região Sul (CMT), para análise no laboratório de biologia molecular que irá confirmar se estão infectados com o vírus da dengue, zika e chikungunya”, completou o coordenador do CCZ.

Existem em Foz 3.750 armadilhas espalhadas em diversas regiões. Quando é confirmada a presença do vírus no mosquito adulto, o CCZ intensifica as ações num raio de 300 metros desse local.

COMBATE

Os trabalhos de prevenção e eliminação dos focos do Aedes aegypti serão reforçados com as visitas domiciliares dos agentes de endemias e o apoio do Fumacê para a aplicação de inseticida a Ultra Baixo Volume (UBV). No entanto, é preciso fortalecer as ações de limpezas das casas, principalmente nesta época do ano de calor e chuvas esparsas. “O que o Poder Público pode fazer para combater as doenças já esta sendo feito, mas nada adianta se a população não colaborar. Os moradores devem ter consciência e manter suas casas, quintais e terrenos limpos”, reiterou Jean Rios.

DADOS

Em 2017 a Vigilância Epidemiológica notificou 1.905 casos das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti em Foz do Iguaçu. Destes, 69 deram positivo para dengue, 7 para febre chikungunya e 2 casos de zika foram confirmados. Só nos primeiros dias deste ano, 39 casos já foram notificados. Destes, 14 deram negativo e 25 aguardam o resultado.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, Foz do Iguaçu ocupa a 24ª colocação entre os municípios paranaenses e a 4ª cidade da 9ª Regional de Saúde no ranking de incidência para a dengue, comparativo oficial do Ministério da Saúde em relação ao número de casos da doença.

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